Literatura

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#leiamulheres especial mulheres lésbicas: Fun Home, Alison Bechdel

Nas últimas semanas, nós embarcamos na ideia de incentivar a leitura de livros escritos por mulheres. Fizemos uma série de indicações de livros de escritoras negras. Agora, aproveitando o embalo da Semana da Visibilidade Lésbica, vamos dar algumas dicas de livros escritos por mulheres e que tem personagens lésbicas como protagonistas da trama. A nossa

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#leiamulheres especial mulheres negras: Americanah, de Chimamanda Ngozi Adichie

Chimamanda Ngozi Adichie é uma das jovens vozes de destaque da literatura norte-americana. Seu posicionamento crítico em relação à visão que o país tem sobre a África, assim como seu engajamento nas lutas feminista e antirracista tem chamado atenção pelo mundo. Seu último romance lançado no Brasil, Americanah, já é sucesso de vendas. É um

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#leiamulheres especial mulheres negras: “Água de Cabaça”, de Elizandra Sousa

Lançado em outubro de 2012, a obra com 137 páginas, “Águas da Cabaça” é o novo livro da poetisa Elizandra Souza. Com ilustrações de Salamanda Gonçalves e Renata Felinto, a obra faz parte do projeto ‘Mjiba – Jovens Mulheres Negras em Ação’ e reúne textos de sete mulheres negras em diferentes protagonismos. E é nessa

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#leiamulheres especial mulheres negras: “Amada”, Toni Morrison

Amada é o livro mais conhecido da escritora americana Toni Morrison, eleito em 2006 pelo New York Times a obra de ficção mais importante dos últimos 25 anos nos Estados Unidos. Amada nos apresenta a história de Sethe, uma ex-escrava que foge de uma fazenda em Kentucky em direção à casa de sua sogra Baby

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#leiamulheres especial mulheres negras: “Um defeito de cor”, Ana Maria Gonçalves

Ana Maria Gonçalves escreveu um dos mais importantes romances da literatura brasileira sobre as mulheres negras: “Um defeito de cor”. Trata-se da primeira grande saga histórica em voz feminina no romance brasileiro. A nossa segunda indicação do #leiamulheres nos conta a história de uma africana idosa, cega e à beira da morte, que viaja da

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#leiamulheres especial mulheres negras : “Olhos D’água”, Conceição Evaristo

Para comemorar o Dia 25 de Julho, inauguramos a nossa coluna #leiamulheres com uma dica imperdível: o novo livro da Conceição Evaristo, Olhos D’água. Publicado pela editora Pallas, com o apoio da Seppir, o livro é o quinto da escritora, aclamada internacionalmente pelo romance “Ponciá Vicêncio” (2003), já traduzido para o inglês e publicado nos

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#leia mulheres, a Universidade Livre Feminista embarcou na ideia

No início de 2014, a escritora Joanna Walsh propôs o projeto #readwomen2014 (#leiamulheres2014), para incentivar a leitura de livros escritos por mulheres. A iniciativa parte da constatação da que os livros escritos por mulheres não tem a mesma visibilidade que os escritos por homens, o que prejudica o sucesso das escritoras e torna a literatura menos plural.

Eu amo meu cabelo: livro fala para os pequenos de autoestima, respeito e beleza

Cabelo é um assunto que  mexe com qualquer mulher. Desde pequena. É por isso que o livro  O Mundo no Black Power de Tayó (Peirópolis/R$ 34/44 páginas ) deve ser olhado por carinho por pais e educadores, principalmente os que convivem com crianças negras. Escrito pela  arte-educadora paulista Kiusam de Oliveira, 48 anos, o trabalho

Autoria desconhecida. Disponível em: http://mariakurakina.tumblr.com/post/97643330151/first-post

A literatura erótica como emancipação feminina

Texto de Bruna Escaleira no Think Olga. Já parou pra pensar em quem propõe as ideias que você lê, escuta ou vê por aí? De acordo com um estudo sobre literatura brasileira atual, mais de dois terços (72,7%) dos escritores são homens. Na pesquisa A personagem do romance brasileiro contemporâneo (1990 – 2004), a crítica

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Me gritaram negra, poema de Victoria Santa Cruz

Em 21 de março de 1960, em Joanesburgo, na África do Sul, 20.000 pessoas faziam um protesto contra a Lei do Passe, que obrigava a população negra a portar um cartão que continha os locais onde era permitida sua circulação. Porém, mesmo tratando-se de uma manifestação pacífica, a polícia do regime de apartheid abriu fogo