Educação

dialogos-site-cursos-01

Diálogos Feministas debaterá o tema da Violência entre diferentes gerações feministas

O Diálogo acontecerá através de fóruns de discussão em nossa Plataforma de Formação Feminista (Moodle) e está previsto para iniciar dia 31/10, com duração máxima de 40 dias. Teremos como pano de fundo dois elementos centrais: – De um lado, os desafios postos pelo contexto atual – de um governo golpista, de desmonte das políticas

Escolas de Meninas - Curitiba

Escola de Meninas realiza oficina com objetivo de promover empoderamento feminino para meninas de 10 a 13 anos

Acontece no domingo dia 12/06 a oficina “Descobrindo sua Identidade”, do projeto Escola de Meninas. A Escola tem como principal objetivo criar espaços de mediação que promovam o empoderamento feminino para crianças. Nesta primeira oficina, as pedagogas responsáveis pelo projeto planejaram atividades lúdicas para que as crianças e adolescentes possam aprofundar o conhecimento sobre si

Roque-pense-feira-abr2016

[RJ] Hoje o Laboratório Roque Pense! apresenta Feira de Cultura Feminista

Participantes da Oficina de Produção Cultural produzem, hoje, dia 20 de abril de 2016, o evento “Pense! Feira de Cultura Feminista”, no encerramento do projeto O Laboratório Roque Pense! aconteceu durante todo o mês de abril, na cidade de Duque de Caxias, integrando cinco encontros que debateram Feminismo e Produção Cultural, partindo da experiência do

Por que homens e mulheres sofrem de formas diferentes?

Nestas vídeo-aulas, a professora Valeska Zanello (UnB), ensina como o gênero cria caminhos privilegiados de subjetivação, o que levaria as mulheres a terem uma relação identitária com o amor e a maternidade. Já os homens, seriam levados a terem uma relação identitária com a performance sexual e do trabalho. Apesar de todas as “tecnologias de

bolsonaro_enem

Violência contra as mulheres é tema de redação do ENEM e gera repercussão nas redes sociais

A prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) deste ano abordou temas relacionados ao feminismo. No primeiro dia de prova (sábado, 21 de outubro), entre os assuntos mais comentados em relação à prova, esteve a questão sobre feminismo, que usou uma citação de Simone de Beauvoir para perguntar sobre o movimento de mulheres. Já

igualdade-mulheres

Governo substitui comitê de gênero do MEC, atendendo à pressão da frente parlamentar evangélica

Por ato publicado no Diário Oficial da União, o Ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, substituiu o Comitê de Gênero, instituído pela Portaria Nº 916, de 9 de setembro de 2015, pelo Comitê de Combate às Discriminações, estabelecido pela Portaria Nº 949, de 21 de setembro de 2015. O Comitê de Gênero contava com significativo

Foto: anonymousbrasil

“De Olho nos Planos”, lançou uma Nota Pública sobre a intolerância e o proselitismo religioso nos processos de revisão e elaboração dos planos de educação. Segundo a nota, os novos planos de educação visam eliminar a possibilidade de debate público sobre estratégias destinadas à superação das desigualdades de gênero, de orientação sexual e de raça,

Negahamburguer / Pedro Matallo / Anistia Internacional

Oficina em Ativismo e Incidência Política por Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos

A Anistia Internacional Brasil e o Coletivo Mangueiras – Jovens Feministas por Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos – abrem inscrições para a série de oficinas de Ativismo e Incidência Política por Direitos Sexuais e Reprodutivos, que serão realizadas nas cidades do Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Recife, entre março e maio de 2015.

Captura de Tela 2014-09-17 às 17.13.30

Gemaa lança guia para estudantes cotistas ingressarem no ensino superior

A Cartilha Igualdade e Inclusão na Universidade foi elaborada pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares de Ação Afirmativa (GEMAA) do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (IESP-UERJ).  Seu objetivo é apresentar de forma simples as principais vias de acesso e permanência no Ensino Superior para estudantes de escolas públicas,

Em São Paulo, crianças são obrigadas a assistir revistas vexatórias das mães

Andrea Dip e Fernando Gazzaneo, para Pública – 24/07/2013 – 11h01 Meu filho não é bandido. Ele tem apenas 5 anos e o Estado quer castigá-lo como castiga o pai, que já está preso e pagando pelo que fez”. A frase, carregada de indignação, é pronunciada com punhos cerrados sobre a mesa, pela paulistana A., mãe