Violência contra as mulheres

Rap marca nova fase da campanha Boto banca e exijo respeito

“Contra a violência, bote banca!” é a mensagem do rap da Subversão Feminista e de Mana Iná, de Goiás. A música e a batida destas mulheres marcam a nova fase da campanha Boto banca e exijo respeito! Pelo fim da violência contra as mulheres, da Universidade Livre Feminista em parcerias com coletivos de mulheres, organizações

Feminismo para o Enfrentamento à violência contra as mulheres

Hoje, dia 2 de dezembro de 2016, realizaremos Logo mais a noite teremos nossa Conferência Feminismo para o enfrentamento à violência contra as mulheres, no Instituto Rose Marie Muraro, Rio de Janeiro. Participarão como debatedoras Nilcea Freire, Vilma Piedade, Eleutéria Amora e Marcelle Decothé. Marcelle Decothé é mulher preta e periférica, feminista negra que luta

Univ. Livre Feminista fará conferência sobre enfrentamento à violência contra as mulheres no Rio

A conferência será gratuita e reunirá ativistas feministas com experiências diversas no tema da violência doméstica contra as mulheres. Estão confirmadas como debatedoras Nilcea Freire, Vilma Piedade, Marcelle Decothé e Eleutéria Amora. Num cenário de golpe, desmonte das políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres e dos espaços de participação, refletiremos sobre as estratégias

Boto Banca e Exijo respeito!

A campanha “Boto banca e exijo respeito pelo fim da violência contra as mulheres” tem como objetivo evidenciar as diversas práticas cotidianas de resistência das mulheres a todas as formas de violência e contribuir, a partir de uma perspectiva feminista e antirracista, para o enfrentamento à violência doméstica. Ela faz parte do ciclo de reflexões e debates que a

Diálogos Feministas debaterá o tema da Violência entre diferentes gerações feministas

O Diálogo acontecerá através de fóruns de discussão em nossa Plataforma de Formação Feminista (Moodle) e está previsto para iniciar dia 31/10, com duração máxima de 40 dias. Teremos como pano de fundo dois elementos centrais: – De um lado, os desafios postos pelo contexto atual – de um governo golpista, de desmonte das políticas

#nosotrasparamos: mulheres argentinas contra o ajuste fiscal e o feminicidio

Cerca de 300 organizações feministas e sindicais argentinas convocaram uma greve de uma hora nesta quarta-feira (13h-14h), 19 de outubro, contra os feminicídios e o ajuste fiscal promovido pelo governo Macri. Mulheres de todo o país devem sair às ruas aderindo à convocação feita pela hashtag #NosotrasParamos. Feministas chilenas e mexicanas também farão uma série

Mulheres jovens e feminismo: curso online abre inscrições para todo Brasil

Feminismo e cotidiano é o mais novo curso virtual que a Universidade Livre Feminista disponibiliza, voltado para duplas ou grupos de jovens estudantes de até 20 anos, de todas as regiões do país que estão querendo se aproximar do feminismo. As propostas do curso são fortalecer a autoconfiança e autonomia de mulheres jovens para enfrentarem

25 de novembro, dia de enfrentamento à violência contra as mulheres

O dia 25 de novembro foi declarado Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher, no Primeiro Encontro Feminista da América Latina e Caribe realizado na cidade de Bogotá em 1981, como justa homenagem a “Las Mariposas”, codinome utilizado em atividades clandestinas pelas irmãs Mirabal, heroínas da República Dominicana brutalmente assassinadas em 25 de novembro de

Violência contra as mulheres é tema de redação do ENEM e gera repercussão nas redes sociais

A prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) deste ano abordou temas relacionados ao feminismo. No primeiro dia de prova (sábado, 21 de outubro), entre os assuntos mais comentados em relação à prova, esteve a questão sobre feminismo, que usou uma citação de Simone de Beauvoir para perguntar sobre o movimento de mulheres. Já