Universidade Livre no 14 Encontro Feminista Latino-americano e do Caribe

Universidade Livre no 14 Encontro Feminista Latino-americano e do Caribe

A Universidade Livre Feminista realizará duas atividades durante o 14o EFLAC: Diálogo Feminista sobre ativismo seguro na internet (23.11, às 14h) e o Lançamento da Campanha de Segurança Digital Feminista (24.11, às 16h). As duas atividades resultam da articulação entre Universidade Livre Feminista, CFEMEA, Blogueiras Negras, Marialab e SOS Corpo, assim como de colaboradoras em torno da discussão sobre segurança, cuidado e autocuidado de ativistas e coletivos feministas no ambiente virtual assim como fora dele.

As ações são resultado de um processo de cerca de dois anos, que resultou na a Guia Prática de Estratégias e Táticas para a Segurança Digital Feminista, uma publcação eletrônica com o objetivo de proporcionar às mulheres maior autonomia e segurança na internet, apresentando estratégias e táticas de defesa digital para feministas. Os conteúdos são dirigidos para o público de mulheres da América Latina e foram elaborados considerando diferentes mulheres: negras, trans, lésbicas, ativistas/ militantes de movimentos organizados de mulheres ou que atuam individualmente na rede, sendo de periferias urbanas, rurais, com distintos níveis de acesso à tecnologia nas suas abordagens.
Confira as atividades

Diálogo Feminista sobre ativismo seguro na internet – Espacio J, 23.11, às 14h, tem como objetivo reunir ativistas da América Latina e do Caribe que atuam na internet (ou não, assim como militantes de movimentos feministas. A ideia é colaborar para a troca de experiências o uso da internet e situações de ameaça e violência, compartilhando estratégias e táticas de segurança digital.

Lançamento da Campanha de Segurança Digital Feminista – Espacio J, 23.11, às 14h, visa apresentar a Guia Prática sobre Estratégias e Táticas para a Segurança Digital Feminista e a campanha, seus objetivos, estratégias e peças de divulgação impressas e virtuais; promover o diálogo sobre proteção para um ativismo seguro na internet e a importância na mudança de comportamento de nós, mulheres, ativistas feministas em relação à atuação na rede mundial de computadores.

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