{"id":3384,"date":"2026-05-19T16:02:24","date_gmt":"2026-05-19T19:02:24","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=3384"},"modified":"2026-05-19T16:05:39","modified_gmt":"2026-05-19T19:05:39","slug":"cestos-e-moveis-de-palha-feitos-a-mao-alimentam-familias-em-maputo-mocambique","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=3384","title":{"rendered":"Cestos e m\u00f3veis de palha feitos \u00e0 m\u00e3o alimentam fam\u00edlias em\u00a0Maputo-Mo\u00e7ambique"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre cestos, bolsas e m\u00f3veis de palha feitos \u00e0 m\u00e3o, artes\u00e3os de Maputo tentam sobreviver com uma tradi\u00e7\u00e3o passada entre gera\u00e7\u00f5es, apesar de passarem semanas \u2014 e por vezes meses \u2014 sem vender.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/observador.pt\/perfil\/lusa\/\">Ag\u00eancia Lusa<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">18 mai. 2026, <a href=\"mailto:observador+lusa@observador.pt\">observador+lusa@observador.pt<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos passeios das avenidas de Maputo, artes\u00e3os mo\u00e7ambicanos sobrevivem da produ\u00e7\u00e3o e venda de cestos, bolsas e m\u00f3veis de palha feitos \u00e0 m\u00e3o, uma atividade informal que depende de encomendas e clientes ocasionais para sustentar fam\u00edlias inteiras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sentado numa pequena barraca improvisada entre as movimentadas avenidas Mao Tse Tung e Kim Il Sung, na capital mo\u00e7ambicana, por onde passam carros e potenciais compradores, Lucas Agostinho Dzimba,&nbsp;37 anos, e<strong>xp\u00f5e todos os dias cestos,&nbsp;cabazes e pequenas bolsas produzidas com palha e sisal<\/strong>, apesar de nem sempre conseguir clientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cFico tr\u00eas, quatro, cinco dias sem vender nada. Mas \u00e0s vezes, um dia, aquele dia que eu venho&nbsp;vender, fecho aqueles dias\u201d, conta&nbsp;\u00e0 Lusa o artes\u00e3o, que vende na rua desde 2019, depois de ter deixado um emprego como motorista, e com esta arte&nbsp;teve dias de sorte em que&nbsp;conseguiu voltar para casa&nbsp;com sete mil meticais (93&nbsp;euros) a nove mil meticais (119,9&nbsp;euros)&nbsp;de vendas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lucas explica que alguns produtos s\u00e3o feitos por si pr\u00f3prio, enquanto outros chegam da prov\u00edncia de&nbsp;<strong>Inhambane, no sul de Mo\u00e7ambique<\/strong>, onde a&nbsp;<strong>tradi\u00e7\u00e3o de tran\u00e7ar palha atravessa gera\u00e7\u00f5es<\/strong>. Parte do material \u00e9 comprada no mercado do Xipamanine, o maior informal de Maputo, enquanto outros tipos de fibras s\u00e3o adquiridos no pa\u00eds vizinho&nbsp;Essuat\u00edni.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de cestos e cabazes tradicionais, o artes\u00e3o produz&nbsp;<strong>bolsas femininas, suportes para garrafas<\/strong>&nbsp;e<strong>&nbsp;bases decorativa<\/strong>s para pratos e utens\u00edlios de cozinha. Recentemente concluiu uma encomenda de mais de vinte suportes de palha destinados a um restaurante da cidade, conta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o artes\u00e3o, quando surgem encomendas maiores mobiliza at\u00e9 cinco pessoas para acelerar a produ\u00e7\u00e3o, entre familiares e colaboradores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO grande foco \u00e9&nbsp;a encomenda. \u00c9 a encomenda que edifica o homem. Quando algu\u00e9m tem encomendas&nbsp;at\u00e9 podia estar aqui com uma carrinha a fazer Yango [t\u00e1xi por aplicativo] e vender os meus cestos\u201d, diz, expressando o desejo de melhorar o seu futuro, apontando ainda os&nbsp;<strong>fins&nbsp;de semana como os dias de pico de vendas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lucas sustenta v\u00e1rios familiares com o rendimento da atividade e vive com a madrasta, uma sobrinha e dois filhos, enfrentando frequentemente per\u00edodos sem vendas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cFicar em casa sem energia, sem arroz para vir estar aqui na estrada, passar uns tr\u00eas, quatro dias sem sair com um p\u00e3o, \u00e9 uma grande dificuldade\u201d, lamenta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A poucos metros da improvisada banca de Lucas, H\u00e9lio Daniel trabalha na montagem de novas pe\u00e7as, num of\u00edcio que o artes\u00e3o aprendeu ainda jovem com familiares e esta segunda-feira produz vasos, candeeiros, bolsas e cestos decorativos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAprendi com o meu av\u00f4 em Inhambane, h\u00e1&nbsp;cerca de 10 ou 12 anos. Depois tamb\u00e9m estudei na escola, onde aprendi muitas coisas, e acabei por considerar seguir este trabalho\u201d,&nbsp;diz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O processo de&nbsp;<strong>produ\u00e7\u00e3o inclui a secagem da palha e a prepara\u00e7\u00e3o em panelas com tintas para criar pe\u00e7as coloridas,<\/strong>&nbsp;muito procuradas por visitantes estrangeiros e clientes locais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cTemos candeeiros pequenos e m\u00e9dios, cestos de v\u00e1rios tamanhos. O pre\u00e7o depende do tamanho e tamb\u00e9m do cliente. Um [cesto] m\u00e9dio pode custar cerca de 400 meticais (cinco euros)\u201d, aponta&nbsp;o artes\u00e3o, referindo parte do dinheiro da&nbsp;venda de&nbsp;uma pe\u00e7a \u00e9 reinvestido&nbsp;na compra de novo material, permitindo manter a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cV\u00e1rias pessoas compram, por exemplo, pessoas que v\u00eam de fora, Portugal, Am\u00e9rica, Espanha, It\u00e1lia, v\u00e1rios pa\u00edses. Pessoas daqui de casa tamb\u00e9m\u201d, afirma, acrescentando que a atividade&nbsp;ajuda&nbsp;nas despesas di\u00e1rias e na alimenta\u00e7\u00e3o do filho, mas n\u00e3o \u00e9 suficiente para sustentar os v\u00e1rios familiares com quem vive.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo da avenida Marginal, na&nbsp;zona da praia Costa do Sol, outro artes\u00e3o, Ant\u00f3nio&nbsp;Bila, de 53 anos, dedica-se \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de m\u00f3veis maiores feitos com ferro e palha, incluindo cadeiras, estantes, c\u00f3modas e guarda-fatos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cComecei a fazer isso aqui, tinha uns 15 a 17 anos. Eu ia \u00e0 escola nesse momento, ent\u00e3o aprendi isso nos anos 80 a 90\u201d, conta,&nbsp;referindo que primeiro produziu cestos, mas depois&nbsp;quis \u201cfazer coisas grandes\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ant\u00f3nio trabalha com uma pequena equipa de cinco pessoas, incluindo familiares e colaboradores, para produzir o mobili\u00e1rio&nbsp;que pode levar at\u00e9 uma semana a concluir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por ali, um conjunto de cinco lugares, com mesa, custa 21&nbsp;mil meticais (300 euros), por pintar, explica o artes\u00e3o, para quem a atividade \u00e9 a \u00fanica fonte de rendimento da fam\u00edlia, que inclui cinco filhos, mas que tamb\u00e9m depende&nbsp;da chegada ocasional de clientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201c<strong>\u00c0s vezes acabo um m\u00eas sem vender nada<\/strong>, [mesmo assim] (\u2026) n\u00e3o paramos de produzir&nbsp;porque sabemos que qualquer dia vai aparecer um, porque \u00e9 muita gente que tem lodge, nessas zonas das&nbsp;[praias] de&nbsp;Macaneta, Bilene, s\u00e3o eles que compram mais\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante a \u00e9poca chuvosa, Ant\u00f3nio refere que a produ\u00e7\u00e3o enfrenta dificuldades adicionais, j\u00e1 que a palha utilizada no fabrico dos m\u00f3veis \u00e9 recolhida em zonas como Inhambane e Ponta do Ouro, onde o acesso fica limitado pelas chuvas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Trabalhando ao ar livre, junto \u00e0 estrada e pr\u00f3ximo do mar, o artes\u00e3o tamb\u00e9m defende melhores condi\u00e7\u00f5es para os produtores locais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cS\u00e3o coisas bonitas, mas [\u2026] um cliente vir apanhar as coisas no ch\u00e3o, assim, para ele meter l\u00e1 [na casa dele], n\u00e3o fica bem\u201d, afirma&nbsp;Ant\u00f3nio&nbsp;Bila.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre cestos coloridos, bolsas de palha e m\u00f3veis artesanais alinhados \u00e0 beira da estrada, os&nbsp;<strong>artes\u00e3os continuam a produzir diariamente, esperando que a passagem de clientes<\/strong>&nbsp;ou novas encomendas permita garantir o sustento das fam\u00edlias que dependem deste of\u00edcio tradicional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">fonte: <a href=\"https:\/\/observador.pt\/2026\/05\/18\/cestos-e-moveis-de-palha-feitos-a-mao-alimentam-familias-em-maputo\/\">https:\/\/observador.pt\/2026\/05\/18\/cestos-e-moveis-de-palha-feitos-a-mao-alimentam-familias-em-maputo\/<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div><p id=\"pvc_stats_3384\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"3384\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 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