{"id":605,"date":"2023-10-16T08:47:38","date_gmt":"2023-10-16T11:47:38","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/2023\/10\/16\/brasil-conteudo-de-matriz-africana-ainda-e-excecao-nas-aulas-de-educacao-fisica-escolar\/"},"modified":"2023-10-16T08:47:38","modified_gmt":"2023-10-16T11:47:38","slug":"brasil-conteudo-de-matriz-africana-ainda-e-excecao-nas-aulas-de-educacao-fisica-escolar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=605","title":{"rendered":"BRASIL: Conte\u00fado de matriz africana ainda \u00e9 exce\u00e7\u00e3o nas aulas de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica escolar"},"content":{"rendered":"<p>Estudo mostra que a maior quest\u00e3o ainda \u00e9 o racismo, que afeta a estrutura social e o meio acad\u00eamico. Comunidade escolar, como um todo, apresenta preconceito com os temas de matriz africana<\/p>\n<p>Publicado: Jornal da Universidade de S\u00e3o Paulo em 11\/10\/2023 Arte: Simone Gomes<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-604\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/brasil-africa.png\" width=\"620\" height=\"300\" loading=\"lazy\" data-path=\"local-images:\/Africa\/brasil-africa.png\" srcset=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/brasil-africa.png 620w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/brasil-africa-300x145.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><strong>Existe resist\u00eancia em pesquisar, ensinar e at\u00e9 mesmo aprender sobre os conte\u00fados de matriz africana<\/strong><\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Nas aulas de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica escolar, o ensino de conte\u00fados de matrizes africanas e a educa\u00e7\u00e3o intercultural ainda s\u00e3o realidades distantes, como constata uma pesquisa desenvolvida na Escola de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e Esporte (EEFE) da USP. De acordo com a pesquisadora Gina Paola Mosquera Andrade, o ambiente escolar \u00e9 prop\u00edcio para o aprendizado e reconhecimento das culturas que integram a sociedade. \u201cEm um pa\u00eds multicultural como o Brasil, a diversidade pode ser explorada em diversos campos de conhecimento, estimulando sua valoriza\u00e7\u00e3o e identifica\u00e7\u00e3o por parte dos estudantes\u201d, recomenda Gina.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 autora do estudo de mestrado intitulado\u00a0<em>Educa\u00e7\u00e3o intercultural no componente curricular da Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica como interven\u00e7\u00e3o ao fen\u00f4meno do multiculturalismo: Presen\u00e7a da matriz africana<\/em>, que teve a orienta\u00e7\u00e3o do professor Luiz Eduardo Pinto Basto Tourinho Dantas, da EEFE. A pesquisa foi realizada por meio de an\u00e1lise documental da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e uma revis\u00e3o de escopo sobre o tema. Al\u00e9m disso, volunt\u00e1rios tamb\u00e9m foram entrevistados a fim de coletar dados emp\u00edricos para compor o estudo de Gina.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<figure class=\"wp-caption\"><img decoding=\"async\" class=\"jetpack-lazy-image jetpack-lazy-image--handled\" title=\"20231011_gina\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/20231011_gina.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1\" alt=\"Gina Paola Mosquera Andrade - Foto: Arquivo pessoal\" loading=\"eager\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Gina Paola Mosquera Andrade &#8211; Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-d08adf3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"d08adf3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<p>Quatro professores de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica do ensino fundamental e m\u00e9dio de escolas municipais de S\u00e3o Paulo participaram da pesquisa, sendo dois homens e duas mulheres com idades entre 30 e 45 anos. A sele\u00e7\u00e3o dos entrevistados levou em considera\u00e7\u00e3o o conhecimento sobre o tema, assim, os participantes j\u00e1 tinham afinidade com a educa\u00e7\u00e3o intercultural e os conte\u00fados de matriz africana.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-46a07f7 e-flex e-con-boxed e-con\" data-id=\"46a07f7\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;,&quot;shape_divider_top&quot;:&quot;split&quot;,&quot;content_width&quot;:&quot;boxed&quot;}\">\n<div class=\"e-con-inner\">\n<div class=\"elementor-shape elementor-shape-top\" data-negative=\"false\">\u00a0<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-33aa00c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"33aa00c\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Quadro da BCN<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-70c47a8 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"70c47a8\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<figure class=\"wp-caption\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"attachment-full size-full wp-image-692768 jetpack-lazy-image jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/20231011_guadro2.jpg?fit=1200%2C630&amp;ssl=1\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\"  alt=\"\" width=\"1200\" height=\"630\" loading=\"eager\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Para realizar a investiga\u00e7\u00e3o, a autora do estudo, Gina Paola Mosquera Andrade, realizou uma an\u00e1lise documental da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-a4f2754 e-flex e-con-boxed e-con\" data-id=\"a4f2754\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;,&quot;content_width&quot;:&quot;boxed&quot;}\">\n<div class=\"e-con-inner\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-5638d5b elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"5638d5b\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponto de vista dos professores<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-fe8188e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"fe8188e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<p>As respostas fornecidas pelos professores evidenciaram diversas barreiras para a implementa\u00e7\u00e3o de uma educa\u00e7\u00e3o intercultural. Apesar de estar presente nas diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o brasileira, sendo estabelecido pela Lei 10.639\/03, o ensino do conte\u00fado de matriz africana nas aulas de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica \u00e9 bastante limitado.<\/p>\n<p>O problema tem in\u00edcio j\u00e1 na forma\u00e7\u00e3o dos docentes, visto que grande parte dos cursos na \u00e1rea n\u00e3o aborda o assunto ou o trata de maneira insuficiente. Mesmo durante o decorrer da carreira, o ambiente escolar dificilmente oferece oportunidades para os professores se aprofundarem no tema.<\/p>\n<p>Todos os entrevistados tiveram interesse e aprenderam sobre a cultura africana e afro-brasileira de maneira volunt\u00e1ria. Dessa mesma forma, conheceram as leis que asseguram o ensino do conte\u00fado. Para os participantes, a Base Nacional Comum Curricular tamb\u00e9m representa um obst\u00e1culo, pois conta com informa\u00e7\u00f5es pouco claras.<\/p>\n<p>Segundo o relato dos professores, existe resist\u00eancia em pesquisar, ensinar e at\u00e9 mesmo aprender sobre o assunto. De acordo com as conclus\u00f5es do estudo, a maior quest\u00e3o ainda \u00e9 o racismo, que afeta a estrutura social e o meio acad\u00eamico. A comunidade escolar como um todo apresenta preconceito com os temas de matriz africana, o que dificulta ainda mais a expans\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o desse conte\u00fado.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-456b03f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"456b03f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<h2>A busca por um ensino decolonial<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-153f170 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"153f170\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<p>Segundo o estudo, o Brasil \u00e9 considerado um pa\u00eds multicultural. Por isso, \u00e9 imprescind\u00edvel que a educa\u00e7\u00e3o intercultural esteja presente n\u00e3o s\u00f3 nas diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o, mas na sala de aula. \u201cA educa\u00e7\u00e3o intercultural faz mais do que reconhecer as diferen\u00e7as culturais, ela favorece a cria\u00e7\u00e3o de uma identidade pelos alunos e professores, e ajuda a promover o respeito e a toler\u00e2ncia, fazendo com que o preconceito sofrido por culturas como a de matriz africana diminua\u201d, afirma a pesquisadora.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-c2d42e0 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"c2d42e0\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<figure class=\"wp-caption\"><img decoding=\"async\" class=\"attachment-full size-full wp-image-692740 jetpack-lazy-image jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/20231011_crianca.jpg?fit=1200%2C630&amp;ssl=1\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\"  alt=\"\" width=\"1200\" height=\"630\" loading=\"eager\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Educa\u00e7\u00e3o intercultural favorece a cria\u00e7\u00e3o de uma identidade pelos alunos e professores, e ajuda a promover o respeito e a toler\u00e2ncia &#8211; Foto: Marcos Santos\/USP imagens<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-05d5561 e-flex e-con-boxed e-con\" data-id=\"05d5561\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;,&quot;content_width&quot;:&quot;boxed&quot;}\">\n<div class=\"e-con-inner\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-446d4c9 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"446d4c9\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<p>As entrevistas e an\u00e1lises feitas com artigos e documentos sobre o tema ajudaram a identificar os obst\u00e1culos para a implementa\u00e7\u00e3o do ensino da cultura afro-brasileira e africana na educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica escolar, assim como formas de super\u00e1-los.<\/p>\n<p>\u201cA partir da pesquisa foi poss\u00edvel analisar que h\u00e1 v\u00e1rias metodologias que facilitam a implementa\u00e7\u00e3o do conte\u00fado \u2013 o uso de literatura espec\u00edfica, jogos e brincadeiras, ensino e pr\u00e1tica de lutas como a capoeira, dan\u00e7as como o samba e o maculel\u00ea. Fazer um aporte ao mesmo tempo te\u00f3rico e pr\u00e1tico contribui para que o aluno entenda o porqu\u00ea desse aprendizado e reproduza esses conhecimentos\u201d, pontuou a pesquisadora.<\/p>\n<p><i>*Com texto da Se\u00e7\u00e3o de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais e Comunica\u00e7\u00e3o da EEFE<\/i><\/p>\n<p><i>fonte: <a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/diversidade\/conteudo-de-matriz-africana-ainda-e-excecao-nas-aulas-de-educacao-fisica-escolar\/\">https:\/\/jornal.usp.br\/diversidade\/conteudo-de-matriz-africana-ainda-e-excecao-nas-aulas-de-educacao-fisica-escolar\/<\/a><\/i><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_605\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"605\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z\"\/><path d=\"M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z\"\/><path d=\"M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z\"\/><path d=\"M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z\"\/><path d=\"M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z\"\/><path d=\"M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z\"\/><path d=\"M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z\"\/><path d=\"M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z\"\/><path d=\"M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z\"\/><\/g><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo mostra que a maior quest\u00e3o ainda \u00e9 o racismo, que afeta a estrutura social e o meio acad\u00eamico. 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