{"id":660,"date":"2023-11-16T16:54:22","date_gmt":"2023-11-16T19:54:22","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/2023\/11\/16\/universidade-livre-feminista-antirracista-ulfa-para-os-dialogos-sul-sul\/"},"modified":"2023-11-16T16:54:22","modified_gmt":"2023-11-16T19:54:22","slug":"universidade-livre-feminista-antirracista-ulfa-para-os-dialogos-sul-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=660","title":{"rendered":"Universidade Livre Feminista Antirracista \u2013 ULFA para os di\u00e1logos Sul-Sul"},"content":{"rendered":"<p>Nova fase de projeto que se iniciou no Brasil visa&nbsp;ampliar conex\u00f5es com os pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa<\/p>\n<p class=\"font_2 wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/992948_a95c79f3f4f049a6817ce5cd61dc50d3~mv2.jpg\/v1\/crop\/x_0,y_25,w_800,h_524\/fill\/w_800,h_524,al_c,q_85,enc_auto\/paisescomunidad7.jpg\" alt=\"paisescomunidad7.jpg\" width=\"851\" height=\"557\" \/><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"font_2 wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\"><strong>Revista Bravas n\u00ba 16 &#8211; 2023 &#8211; Publica\u00e7\u00e3o da Articulaci\u00f3n Feminista MarcoSur<\/strong><br \/><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"font_8 wixui-rich-text__text\">Guacira Cesar Oliveira<\/p>\n<p class=\"font_8 wixui-rich-text__text\">Igina Mota Sales<\/p>\n<p class=\"font_8 wixui-rich-text__text\">Schuma Schumaher<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00f3s mulheres &#8211; negras, brancas, ind\u00edgenas, asi\u00e1ticas; trabalhadoras urbanas, perif\u00e9ricas, rurais, quilombolas, ribeirinhas; LTBQIA+, cis, corpos diversos \u2013, sempre estivemos conectadas \u00e0s principais inova\u00e7\u00f5es da humanidade, desde nosso protagonismo na revolu\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, no per\u00edodo neol\u00edtico, h\u00e1 10 mil anos. E \u00e9 desse lugar de resist\u00eancia e protagonismo ancestral, que fazemos brotar inova\u00e7\u00f5es, com interc\u00e2mbio de saberes e conhecimentos, em todas as \u00e1reas e disciplinas. Manejamos ra\u00edzes e plantas de cura; produzimos cultura; lutamos pela amplia\u00e7\u00e3o de direitos; produzimos tecnologias; acreditamos no saber cient\u00edfico que dialoga com os saberes tradicionais. Por isso, estamos ampliando um espa\u00e7o educativo coletivo, que nos possibilite interc\u00e2mbios pelo Sul Global, forjando nossa pr\u00f3pria conectividade e nossas trocas, onde quer que estejamos: na floresta, nas cidades, no campo, nas periferias, nas \u00e1guas etc. Assim, poderemos fortalecer globalmente a perspectiva feminista antirracista, oferecendo ao mundo reflex\u00f5es que contribuam para a constru\u00e7\u00e3o do Bem Viver, que necessariamente deve incluir todas as mulheres e sua complexidade.<\/p>\n<p>A proposta da <strong>Universidade Livre Feminista Antirracista \u2013 ULFA<\/strong>, elaborada a muitas m\u00e3os e mentes, \u00e9 uma contribui\u00e7\u00e3o para transformar vidas, realidades e destinos, partindo de uma experimenta\u00e7\u00e3o iniciada no Brasil h\u00e1 15 anos. Assim como os movimentos de mulheres e feministas, a iniciativa nasceu do olhar de\/para\/com todas as mulheres, em especial as negras e ind\u00edgenas e suas comunidades, bem como mulheres em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade, elencando as desigualdades que nos distanciam, com o objetivo de construir estrat\u00e9gias para super\u00e1-las rumo a aproxima\u00e7\u00f5es f\u00e9rteis. Nos \u00faltimos anos experimentamos, testamos metodologias, tecnologias e formas de constru\u00e7\u00e3o de redes em diferentes territ\u00f3rios e para diferentes grupos sociais.&nbsp;<\/p>\n<p>Assim, constru\u00edmos possibilidades de inova\u00e7\u00f5es em v\u00e1rias configura\u00e7\u00f5es: na tecnologia de converg\u00eancia entre a educa\u00e7\u00e3o presencial e a educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia; nas metodologias, que unem as individualidades e as coletividades; na supera\u00e7\u00e3o da segrega\u00e7\u00e3o das mulheres em todos os campos do conhecimento humano; no reconhecimento da intelig\u00eancia das mulheres, mesmo as que tiveram negadas as m\u00ednimas condi\u00e7\u00f5es de acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o formal e n\u00e3o tiveram sequer o direito \u00e0 alfabetiza\u00e7\u00e3o; entre outros aspectos. Atualmente, a tecnologia possibilita que milh\u00f5es de mulheres possam acessar, ao mesmo tempo, bases de dados, cursos, discuss\u00f5es, debates, entre outros formatos. E elas podem fazer isso ativamente: falando, vendo e sendo vistas. Nos pr\u00f3ximos anos, a tradu\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea em tempo real e os avan\u00e7os da computa\u00e7\u00e3o auxiliada pela intelig\u00eancia artificial v\u00e3o retirar as barreiras lingu\u00edsticas que ainda dificultam a participa\u00e7\u00e3o ativa em a\u00e7\u00f5es educativas multinacionais.<\/p>\n<p>Por isso, apostamos numa comunidade virtual global. A partir de nossa experi\u00eancia, inovar \u00e9 tecer redes, \u00e9 dinamizar espa\u00e7os de interc\u00e2mbios e geradores de fluxos de trocas, aprendizados, reflex\u00e3o e elabora\u00e7\u00e3o coletiva. Assim, podemos converter a inova\u00e7\u00e3o em um lugar de sonhar e experimentar alternativas, tanto na esfera micro quanto macropol\u00edtica, de enfrentamento ao machismo, o patriarcado cis-heteronormativo, o neocolonialismo, o racismo, o capacitismo, o antropocentrismo.&nbsp;<\/p>\n<p>Em sua nova fase, a ULFA ser\u00e1 uma grande a\u00e7\u00e3o coletiva educativa global de di\u00e1logo, trocas e fortalecimento das redes feministas, movimentos de mulheres, f\u00f3runs regionais de mulheres negras, com abrang\u00eancia, num primeiro momento, nos pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guin\u00e9-Bissau, Guin\u00e9 Equatorial, Mo\u00e7ambique, Portugal, S\u00e3o Tome e Pr\u00edncipe e Timor-Leste) e, num futuro pr\u00f3ximo, com pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina em que a ULFA tem liga\u00e7\u00f5es em Rede, como \u00e9 o caso da Articula\u00e7\u00e3o Feminista MarcoSul e articula\u00e7\u00f5es na Panamaz\u00f4nia. Para isso, estamos construindo um espa\u00e7o de di\u00e1logo intercultural, de complexifica\u00e7\u00e3o dos pr\u00f3prios feminismos pela cr\u00edtica decolonial e interc\u00e2mbio de saberes. Assim, a ULFA contribuir\u00e1 com o mundo ao se posicionar como fonte de alternativas a partir do Sul Global, geradora de possibilidades de lutas e resist\u00eancias no campo ecossocial, acad\u00eamico, cultural, ativista, pol\u00edtico e econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>Os conte\u00fados que pensamos juntas buscam alimentar alternativas para o Bem Viver, ser suporte para territ\u00f3rios de cuidado, lutas e sustenta\u00e7\u00e3o da vida, ultrapassando fronteiras que hoje separam, por exemplo, o pessoal do pol\u00edtico, a esfera produtiva da reprodutiva. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m articulamos o autocuidado e o cuidado coletivo entre as mulheres, com suas lutas e com metodologias e processos de trabalho, garantia de renda, capacita\u00e7\u00e3o em diversos territ\u00f3rios, pa\u00edses e continentes.<\/p>\n<p>Assim, n\u00f3s nos reconhecemos como uma comunidade virtual de mulheres e ativistas feministas, antirracistas, decoloniais do Sul-Global, dinamizadora de conex\u00f5es, inicialmente a partir dos Pa\u00edses de L\u00edngua Portuguesa. Sobre essa base sociocultural-pol\u00edtica compartilhada, estamos abrindo novos canais para constituir v\u00e1rios n\u00facleos da ULFA em diferentes territ\u00f3rios, tecer uma rede com muitos fios, que os nossos ativismos dinamizem, que a nossa mem\u00f3ria ancestral sustente, que a l\u00edngua portuguesa e as apropria\u00e7\u00f5es criativas do idioma entre nossos pa\u00edses viabilizem, gerando novos fluxos e oportunizando encontros que, almejamos, sejam in\u00e9ditos e fecundos.&nbsp;<\/p>\n<p>Para tanto, estamos firmando alian\u00e7as colaborativas entre organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, al\u00e9m de apoio institucionais de governos e entidades de governan\u00e7a global e funda\u00e7\u00f5es internacionais. Buscamos parcerias com o mundo acad\u00eamico (universidades, institutos de pesquisa), com os movimentos populares e suas escolas de forma\u00e7\u00e3o de ativistas, com organismos multilaterais, em defesa dos direitos das mulheres e meninas, com empresas sociais e p\u00fablicas que estejam compromissadas com a supera\u00e7\u00e3o das desigualdades. Esperan\u00e7amos (no sentido Freiriano) di\u00e1logos e converg\u00eancias entre mulheres no campo dos conhecimentos cient\u00edficos dos saberes populares constru\u00eddos na luta em prol do Bem Viver.&nbsp;<\/p>\n<p>A ULFA nasceu no Brasil, mas busca parceiras, associadas e conex\u00f5es neste vasto pequeno planeta, a come\u00e7ar com nossas irm\u00e3s de l\u00edngua portuguesa e al\u00e9m. Este \u00e9 um chamado, um convite, feito com muito \u00e2nimo, para quem se dispuser a se juntar a n\u00f3s, neste grande sonho bem sonhado de voar com \u201cas asas do Bem Viver\u201d, conferindo usos criativos e construtivos \u00e0 tecnologia.<\/p>\n<p>Daqui um pouco, quando voc\u00ea for ler este documento, ele ser\u00e1 diferente, pois estar\u00e1 sendo reescrito a partir dessas novas conex\u00f5es e di\u00e1logos. N\u00e3o \u00e9 um projeto r\u00edgido, mas um sonho que estamos vivendo juntas com as mais diferentes experi\u00eancias, viv\u00eancias e perspectivas, em um caminha coletivo para construir uma sociedade sem exploradas e exploradores, sem amarras e grilh\u00f5es. A ULFA ser\u00e1 uma parte dessas lutas e sonhos.<\/p>\n<p>1&nbsp; Guacira Cesar de Oliveira e Schuma Schumaher s\u00e3o activistas feministas antirracistas, directoras do CFEMEA e da REDEH (organizaciones feministas antirracistas que s\u00e3o parte da AFM &#8211; Articulaci\u00f3n Feminista MarcoSur, uma com sede em Brasilia\/DF e a outra no Rio de Janeiro\/RJ) respectivamente; e Igina Mota Sales, activista feminista negra, do Estado do Par\u00e1, que integra o Mocambo\/Grupo de Mulheres Negra Felipa Aranha, com sede em Bel\u00e9m, Par\u00e1.<\/p>\n<p class=\"font_8 wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\">2&nbsp;<\/span><span class=\"wixui-rich-text__text\">&nbsp;<span class=\"wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\"><a href=\"https:\/\/www.feminismo.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" class=\"wixui-rich-text__text\">www.feminismo.org.br<\/a><\/span>;&nbsp;<span class=\"wixui-rich-text__text\"><a href=\"https:\/\/www.ulfa.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" class=\"wixui-rich-text__text\">www.ulfa.org.br<\/a><\/span>&nbsp;y&nbsp;<span class=\"wixui-rich-text__text\"><a href=\"https:\/\/www.mulherlivre.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" class=\"wixui-rich-text__text\">www.mulherlivre.org<\/a><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<div id=\"comp-lormunsc\" class=\"MazNVa comp-lormunsc wixui-image\" title=\"paisescomunidad7.jpg\">\n<div class=\"j7pOnl\" data-testid=\"linkElement\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"comp-lormvm50\" class=\"MazNVa comp-lormvm50 wixui-image\" title=\"mujer-negocios-afroamericano-computadora-telefono-cafe.jpg\">\n<div class=\"j7pOnl\" data-testid=\"linkElement\">fonte: <a href=\"https:\/\/www.revista-bravas.org\/ulfa-portugues\">https:\/\/www.revista-bravas.org\/ulfa-portugues<\/a><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_660\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"660\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z\"\/><path d=\"M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z\"\/><path d=\"M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 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