{"id":663,"date":"2023-11-22T11:10:20","date_gmt":"2023-11-22T14:10:20","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/2023\/11\/22\/o-programa-de-territorios-de-cuidados-luta-e-sustentacao-da-vida-esta-a-avancar-no-brasil\/"},"modified":"2023-11-22T11:10:20","modified_gmt":"2023-11-22T14:10:20","slug":"o-programa-de-territorios-de-cuidados-luta-e-sustentacao-da-vida-esta-a-avancar-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=663","title":{"rendered":"O programa de Territ\u00f3rios de Cuidados, Luta e Sustenta\u00e7\u00e3o da Vida est\u00e1 a avan\u00e7ar no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;Territ\u00f3rios de Cuidados, Luta e Sustenta\u00e7\u00e3o da Vida&#8221; \u00e9 um projeto coletivo de mulheres que vivem em comunidades e contextos de vulnerabilidades, viol\u00eancias e de dif\u00edcil acesso a pol\u00edticas p\u00fablicas no Brasil. Depois de quase uma d\u00e9cada trabalhando com cuidado e autocuidado entre ativistas, v\u00e1rias companheiras e o Centro Feminista de Estudos e Assessoria &#8211; CFEMEA est\u00e3o criando um consenso no sentido de que \u00e9 necess\u00e1rio um passo a mais, incorporando estrat\u00e9gias de sobreviv\u00eancia, supera\u00e7\u00e3o da mis\u00e9ria e gera\u00e7\u00e3o de renda para os coletivos de mulheres nas periferias e em seus territ\u00f3rios<\/p>\n<section class=\"article-content clearfix\" itemprop=\"articleBody\">\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div>Nos \u00faltimos meses o Cfemea tem se reunido com mulheres de territ\u00f3rios de luta e resist\u00eancia nos estados brasileiros do <strong>Rio de Janeiro<\/strong> (com o Movimento Moleque, de m\u00e3es que perderam seus filhos para a viol\u00eancia e o terrorismo de Estado), da<strong> Bahia<\/strong> (com as mulheres do Coletivo Calafate, em Salvador) e no <strong>Distrito Federal<\/strong> (com mulheres do Movimento de Educa\u00e7\u00e3o e Cultura da Cidade Estrutual).<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Em dezembro pr\u00f3ximo, com a assessoria de uma companheira do Movimento das Trabalhadoras e Trabalhadores Sem Terra (<strong>MST<\/strong>), todas v\u00e3o se reunir para planejar a aplica\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias de &#8220;capacita\u00e7\u00e3o massiva&#8221; para a cria\u00e7\u00e3o de empresas e cooperativas.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Na medida em que esse programa for avan\u00e7ando e criando metodologias vi\u00e1veis, se produzir\u00e1 um di\u00e1logo com a Universidade Livre Feminista Antirracista para que integre as propostas que ser\u00e3o apresentadas tamb\u00e9m para coletivos dos pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Havendo interesse, pode entrar em contacto com <a href=\"mailto:cfemea@cfemea.org.br\">cfemea@cfemea.org.br<\/a><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\"><strong>Leia agora a not\u00edcia da reuni\u00e3o realizada com as mulheres do Movimento Moleque na semana passada &#8230;<br \/><\/strong><\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-661\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/maes-violencia-estado-RJ-Territorios-Luta-Sustentacao-Cfemea1.jpg\" alt=\"maes violencia estado RJ Territorios Luta Sustentacao Cfemea1\" width=\"900\" height=\"675\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" loading=\"lazy\" data-path=\"local-images:\/Cfemea\/Territorios\/maes-violencia-estado-RJ-Territorios-Luta-Sustentacao-Cfemea1.jpg\" srcset=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/maes-violencia-estado-RJ-Territorios-Luta-Sustentacao-Cfemea1.jpg 1024w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/maes-violencia-estado-RJ-Territorios-Luta-Sustentacao-Cfemea1-300x225.jpg 300w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/maes-violencia-estado-RJ-Territorios-Luta-Sustentacao-Cfemea1-768x576.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\">Na sexta-feira (17\/11) &#8220;encerramos a semana com o cora\u00e7\u00e3o preenchido de afeto ap\u00f3s o encontro com as m\u00e3es v\u00edtimas de viol\u00eancia do Estado, na sede de Criola no Rio de Janeiro&#8221;, descreveu <strong>Amara Hurtado<\/strong>, assessora do Cfemea, com palavras amorosas e de forte sentimento feminista a reuni\u00e3o do Cfemea com mulheres do Movimento Moleque. Mas n\u00e3o foi uma reuni\u00e3o a mais, nem corriqueira. Para o Cfemea e todos os coletivos, movimentos e organiza\u00e7\u00f5es que est\u00e3o engajadas nessa constru\u00e7\u00e3o, foi mais um marco hist\u00f3rico da caminhada.<\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\">Agradecendo ao Criola o apoio e a gentileza na cess\u00e3o de espa\u00e7o, o Cfemea realizou no Rio de Janeiro a \u00faltima das reuni\u00f5es preparat\u00f3rias para a realiza\u00e7\u00e3o, em dezembro, de uma Oficina de Planejamento e Articula\u00e7\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o do programa &#8220;<strong>Territ\u00f3rios de Cuidados, Luta e Sustenta\u00e7\u00e3o da Vida<\/strong>&#8220;. J\u00e1 foram realizadas, nesses \u00faltimos meses, reuni\u00f5es com o Coletivo de Mulheres do Calafate (Salvador-BA) e com mulheres do Movimento de Educa\u00e7\u00e3o e Cultura da Cidade Estrutural (DF).<\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\">Amara Hurtado, ainda muito tocada pela emotividade e a pot\u00eancia emanada pelas mulheres que tiveram seus filhos assassinados pelo Estado, nos contou que&nbsp; &#8220;reverberamos nossos desejos de uma vida digna, sem viol\u00eancia, com justi\u00e7a para todas as viola\u00e7\u00f5es de direitos, sem racismo,&nbsp; com respeito a diversidade e a ancestralidade de cada uma. Reafirmamos nosso compromisso de nos mantermos unidas, conectadas para transformar o mundo e a n\u00f3s mesmas!&nbsp; Ouvimos em alto e bom tom o grito de guerra deste grupo de mulheres guerreiras que nos inspiram e nos fortalecem: <strong>Movimento de mulheres cuidando e sustentando territ\u00f3rios!<\/strong> <strong>Movimento de mulheres, cuidando e sustentando territ\u00f3rios!&#8221;<\/strong><\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\">No dia em que grande parte do pa\u00eds enfrentava um dos dias mais quentes do ano, mostrando no corpo de milh\u00f5es de pessoas as consequ\u00eancias das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas provocadas pelos desequil\u00edbrios causados pela gan\u00e2ncia exploradora de um sistema econ\u00f4mico que destr\u00f3i a natureza na busca de lucros f\u00e1ceis, o Cfemea reuniu 35 mulheres do Movimento Moleque e outras m\u00e3es da Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Viol\u00eancia para semear coletivamente o que pode significar os &#8220;<strong>Territ\u00f3rios de Cuidados, Luta e Sustenta\u00e7\u00e3o da Vida<\/strong>&#8220;, uma proposta que estamos construindo coletivamente para fazer frente \u00e0 realidades de exclus\u00e3o, dor, adoecimento e de morte precoce de mulheres que enfrentam as viol\u00eancias do machismo, do Estado, das mil\u00edcias, dos grupos econ\u00f4micos, latifundi\u00e1rios e toda a estrutura social do patriarcado.<\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\">A proposta que est\u00e1 sendo gestada para a constru\u00e7\u00e3o de novos caminhos para o Bem Viver de cada ativista, \u00e9 fruto de mais de uma d\u00e9cada de trabalho constante, insistente e tamb\u00e9m amoroso do Cfemea de reflex\u00f5es e pr\u00e1ticas desenvolvidas a partir do feminismo junto com mulheres de coletivos, movimentos sociais e de grupos feministas e ativistas.<\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\">O cuidado entre ativistas envolve cora\u00e7\u00f5es e mentes das mulheres que est\u00e3o na luta, para curar as feridas abertas pela viol\u00eancia da domina\u00e7\u00e3o. As atividades de cuidado coletivo e autocuidado entre ativistas tem se limitado pelo crescimento e aprofundamento da fome, da mis\u00e9ria e da viol\u00eancia. Sentidos, coletivamente, que \u00e9 chegada a hora de darmos passos \u00e0 frente. A\u00e7\u00f5es do que chama empreendedorismo n\u00e3o t\u00eam dado certo. Algumas conseguem adiar ou amenizar momentaneamente a fome e as dificuldade materiais de suas fam\u00edlias, geralmente \u00e0s custas de trabalhos precarizados, exaustivos e humilhantes. E os fracassos sempre caem sobre elas como castigos individuais.<\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-662\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/maes-violencia-estado-RJ-Cfemea2-17nov23.jpg\" alt=\"maes violencia estado RJ Cfemea2 17nov23\" width=\"900\" height=\"675\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" loading=\"lazy\" data-path=\"local-images:\/Cfemea\/Territorios\/maes-violencia-estado-RJ-Cfemea2-17nov23.jpg\" srcset=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/maes-violencia-estado-RJ-Cfemea2-17nov23.jpg 1600w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/maes-violencia-estado-RJ-Cfemea2-17nov23-300x225.jpg 300w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/maes-violencia-estado-RJ-Cfemea2-17nov23-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/maes-violencia-estado-RJ-Cfemea2-17nov23-768x576.jpg 768w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/maes-violencia-estado-RJ-Cfemea2-17nov23-1536x1152.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\">O que queremos agora \u00e9 resgatar metodologias e processos de organiza\u00e7\u00e3o coletiva para a gera\u00e7\u00e3o de renda e para a constru\u00e7\u00e3o de alternativas coletivas que possam garantir a exist\u00eancia digna das mulheres, proporcionando meios para que continuemos todas na luta por justi\u00e7a, por dignidade e Bem Viver. Vamos buscar o combust\u00edvel para esse processo nas experi\u00eancias das que vieram antes de n\u00f3s e de movimento sociais de grande pot\u00eancia, como o Movimento de Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Terra (MST), que nos assessorar\u00e1 nesse pr\u00f3ximo momento.<\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\">&#8220;N\u00e3o ser\u00e1 uma tarefa f\u00e1cil&#8221;, nos contou <strong>Guacira Cesar de Oliveira<\/strong>. Ela e equipe do Cfemea t\u00eam mostrado isso a todas as mulheres e seus coletivos, &#8220;\u00e9 uma estrat\u00e9gia de grande risco, quase nenhuma certeza, mas que tem encontrado uma resposta incr\u00edvel no desejo, na for\u00e7a, na esperan\u00e7a e na garra que move todas as mulheres de luta e isso nos impulsiona da caminhar&#8221;.<\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<div dir=\"auto\">Nos dias 11 a 13 de dezembro o Cfemea e esses coletivos do Rio de Janeiro, Salvador e Distrito Federal v\u00e3o se reunir para estudar, refletir, examinar e realizar os acordos para as a\u00e7\u00f5es do pr\u00f3ximo ano.<\/div>\n<div dir=\"auto\">&nbsp;<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_663\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"663\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z\"\/><path d=\"M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z\"\/><path d=\"M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z\"\/><path d=\"M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z\"\/><path d=\"M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z\"\/><path d=\"M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z\"\/><path d=\"M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z\"\/><path d=\"M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z\"\/><path d=\"M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z\"\/><\/g><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Territ\u00f3rios de Cuidados, Luta e Sustenta\u00e7\u00e3o da Vida&#8221; \u00e9 um projeto coletivo de mulheres que vivem em comunidades e contextos de vulnerabilidades, viol\u00eancias e de dif\u00edcil acesso a pol\u00edticas p\u00fablicas no Brasil. 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