{"id":678,"date":"2024-01-09T16:35:45","date_gmt":"2024-01-09T19:35:45","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/2024\/01\/09\/paulo-freire-inspira-pedagogas-que-alfabetizam-grupo-de-idosos-em-caruaru-pernambuco-brasil\/"},"modified":"2024-01-09T16:35:45","modified_gmt":"2024-01-09T19:35:45","slug":"paulo-freire-inspira-pedagogas-que-alfabetizam-grupo-de-idosos-em-caruaru-pernambuco-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=678","title":{"rendered":"Paulo Freire inspira pedagogas que alfabetizam grupo de idosos em Caruaru (Pernambuco-Brasil)"},"content":{"rendered":"<p>Em 1963, em apenas 40 horas, Paulo Freire conseguiu alfabetizar 300 camponeses em Angicos, no sert\u00e3o do Rio Grande do Norte.<\/p>\n<div>\n<h6 class=\"post-info text-left mt-3 mb-4\"><a href=\"https:\/\/marcozero.org\/author\/marcoz\/\"> Marco Zero Conte\u00fado, <\/a> em 03\/01\/2024, 11:11.<\/h6>\n<\/div>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/marcozero.org\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/EJA-1.jpg\" sizes=\"(max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" srcset=\"https:\/\/marcozero.org\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/EJA-1.jpg 1600w, &lt;a href=\" alt=\"\" wp-content=\"\" eja-1-300x199=\"\" \/>Mulher idosa de cabelos brancos e curtos, usa \u00f3culos de aros pretos, sorri tapando a boca com a m\u00e3o esquerda. Ela usa casaco de l\u00e3 verde sobre camiseta branca.Cr\u00e9dito: G\u00e9ssica Amorim\/Coletivo Acau\u00e3<\/p>\n<section class=\"text-post\">\n<p><strong>por G\u00e9ssica Amorim<\/strong>, <strong>do <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/coletivoacaua?igsh=MWo4d3d3cXczbXN0Mg==\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Coletivo Acau\u00e3<\/a><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/marcozero.org\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/marca-14-1024x576.png\" sizes=\"(max-width: 159px) 100vw, 159px\" srcset=\"https:\/\/marcozero.org\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/marca-14-1024x576.png 1024w, &lt;a href=\" alt=\"\" wp-content=\"\" marca-14-300x169=\"\" \/><\/p>\n<p>Em 2023, 60 anos depois, em Caruaru, agreste de Pernambuco, as pedagogas Amanda Medeiros de Andrade Carvalho, \u00cdris Jacira de Lima Andrade e Ros\u00e2ngela Beserra Silva, inspiradas no M\u00e9todo Paulo Freire de Alfabetiza\u00e7\u00e3o, trabalham com 16 alunos, entre 69 e 87 anos, que fazem parte da turma \u201c60+\u201d, integrada \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o para Jovens e Adultos (EJA). \u00c9 a primeira turma do programa formada apenas por alunos com mais de 60 anos na modalidade de ensino.&nbsp;<\/p>\n<p>Os alunos s\u00e3o moradores da Casa dos Pobres S\u00e3o Francisco de Assis, organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental de longa perman\u00eancia que acolhe pessoas de Caruaru e de outros munic\u00edpios da regi\u00e3o. O projeto da turma 60+ \u00e9 do Conselho do Idoso de Caruaru (Condica) e \u00e9 desenvolvido com aulas ministradas no refeit\u00f3rio da pr\u00f3pria institui\u00e7\u00e3o, de segunda a sexta-feira, das 14h \u00e0s 16h.&nbsp;<\/p>\n<p>Amanda foi cedida pela EJA do munic\u00edpio e, ao lado de \u00cdris, conselheira do Condica, ministra as aulas. Ros\u00e2ngela \u00e9 funcion\u00e1ria da secretaria de Educa\u00e7\u00e3o e coordena as atividades da EJA 60+ em Caruaru. O aprendizado acontece dentro de uma din\u00e2mica de ensino transdisciplinar, que oportuniza a constru\u00e7\u00e3o de conhecimento com uma grade curricular constru\u00edda principalmente com base em m\u00e9todos que partem da viv\u00eancia dos seus alunos, dos lugares de onde vieram e das suas lembran\u00e7as e hist\u00f3rias.<\/p>\n<p>Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), divulgada em junho de 2023 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), em 2022, da popula\u00e7\u00e3o brasileira com 60 anos ou mais, 16% n\u00e3o sabiam ler e nem escrever. A 60+ da EJA em Caruaru tem apenas quatro meses, teve in\u00edcio em agosto deste ano, e j\u00e1 apresenta resultados de impactos positivos na vida dos alunos.&nbsp;<\/p>\n<p>Na \u00faltima ter\u00e7a-feira (19), acompanhei a confraterniza\u00e7\u00e3o de fim de ano da turma. L\u00e1, conversei com Bernadete Maria Silva de Santa (foto no alto), de 73 anos, que nunca tinha ido \u00e0 escola. Participando das aulas na casa de acolhimento onde vive, aprendeu a ler e escrever o seu nome, passou a conhecer os n\u00fameros e caminha para uma leitura mais flu\u00edda dos textos que s\u00e3o apresentados nas aulas. \u201cEu nunca tinha ido \u00e0 escola. Hoje, eu j\u00e1 fa\u00e7o o meu nome, conhe\u00e7o as letras, os n\u00fameros. Eu n\u00e3o conhecia nem uma letra. Fa\u00e7o tudo a pulso, com dor, porque tenho artrite e artrose. Mas, mesmo assim, quero continuar\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/marcozero.org\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/EJA-2-1024x682.jpg\" sizes=\"(max-width: 705px) 100vw, 705px\" srcset=\"https:\/\/marcozero.org\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/EJA-2-1024x682.jpg 1024w, &lt;a href=\" alt=\"\" wp-content=\"\" eja-2-300x200=\"\" \/><br \/>Elias Francisco elogia as professoras que lhe ensinaram a assinar o nome. Cr\u00e9dito: G\u00e9ssica Amorim\/Coletivo Acau\u00e3<\/section>\n<section class=\"text-post\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na festa, tamb\u00e9m tive a oportunidade de conversar com Elias Francisco de Melo, de 78 anos. Ele tamb\u00e9m aprendeu a ler participando das aulas da turma 60+. \u201cEu digo que ainda estou aprendendo. Mas eu escrevo o meu nome sem olhar no quadro. As aulas s\u00e3o muito boas. Elas s\u00e3o boas professoras. E, se a gente n\u00e3o for pra aula, elas v\u00e3o no quarto da gente buscar. Aprendo muita coisa, consigo ler um bocado\u201d.<\/p>\n<p>Falando sobre a din\u00e2mica e m\u00e9todo das aulas, a professora \u00cdris refor\u00e7a a inspira\u00e7\u00e3o no trabalho de Paulo Freire. \u201cN\u00f3s abra\u00e7amos Paulo Freire, a leitura de mundo. A cada aula, a gente tenta trabalhar pensando tamb\u00e9m no que eles querem aprender. A gente busca saber onde foi que eles pararam, o que foi que eles viveram, o que n\u00f3s temos como base para construir conhecimento a partir da realidades deles\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>A coordenadora do projeto, Ros\u00e2ngela, colabora com a fala de \u00cdris. \u201cO nosso intento, na verdade, n\u00e3o \u00e9 apenas ensinar, entende? \u00c9 oportunizar a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento com o curr\u00edculo que a gente estruturou. Com aulas de Ci\u00eancias, Matem\u00e1tica, L\u00edngua Portuguesa, entre outras disciplinas, ele \u00e9 voltado para a viv\u00eancia. Tudo partindo da leitura de mundo deles\u201d.<\/p>\n<p>A Educa\u00e7\u00e3o Para Jovens e Adultos em Caruaru j\u00e1 atendia pelo menos 150&nbsp; idosos nas escolas tradicionais do munic\u00edpio, mas integrados a turmas com alunos de diferentes idades e sempre \u00e0 noite. A turma da EJA 60+ re\u00fane apenas pessoas que tenham a partir de 60 anos de idade e as aulas acontecem durante o dia, justamente por uma quest\u00e3o de mobilidade e adapta\u00e7\u00e3o aos hor\u00e1rios das pessoas matriculadas.<\/p>\n<p>Com o sucesso do projeto, \u00e9 poss\u00edvel que ele se estenda a outras institui\u00e7\u00f5es de acolhimento em Caruaru. \u201cEssa turma da EJA 60+ \u00e9 bem espec\u00edfica. Tudo, nela, acontece de uma maneira diferente do que a gente aplica tradicionalmente. Ela tem conte\u00fados diferentes, m\u00e9todos diferentes, alguns materiais did\u00e1ticos s\u00e3o adaptados para que eles [os alunos] possam utilizar. Tudo isso fez e faz com que a gente aprenda para poder ampliar. E a gente quer que o projeto cres\u00e7a, se multiplique por Caruaru, em outras institui\u00e7\u00f5es\u201d, afirma Danielle Medeiros de Andrade, coordenadora da EJA no munic\u00edpio.<\/p>\n<p>A festa que reuniu a turma 60+ para uma confraterniza\u00e7\u00e3o de final de ano aconteceu no p\u00e1tio da secretaria de Educa\u00e7\u00e3o e Esportes do munic\u00edpio. Dias antes, os alunos escreveram cartas, de pr\u00f3prio punho ou com ajuda das professoras, falando sobre o que gostariam de receber neste natal de 2023.&nbsp;<\/p>\n<p>O curioso \u00e9 que se esperava que os pedidos fossem relacionados a desejos de paz, sa\u00fade e prosperidade para todos eles e os seus familiares. No entanto, as cartinhas chegaram com pedidos de rel\u00f3gios, bon\u00e9s, roupas, chinelos, bonecas e at\u00e9 aparelhos de som com entrada para <em>pendrive<\/em>. Diante dos pedidos inesperados, as professoras Amanda, \u00cdris e Ros\u00e2ngela lan\u00e7aram uma campanha entre amigos e familiares para arrecadar fundos para a compra dos presentes dos alunos. Ao final da festa, todos voltaram para casa felizes e com os presentes desejados.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/marcozero.org\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/EJA-3-1024x682.jpg\" sizes=\"(max-width: 724px) 100vw, 724px\" srcset=\"https:\/\/marcozero.org\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/EJA-3-1024x682.jpg 1024w, &lt;a href=\" alt=\"\" wp-content=\"\" eja-3-300x200=\"\" \/><br \/>Pela primeira vez, os 16 idosos e idosas escreveram seus pedidos de Natal. Cr\u00e9dito: G\u00e9ssica Amorim\/Coletivo Acau\u00e3<\/section>\n<section class=\"text-post\">\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-style-large\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Uma quest\u00e3o importante!<\/strong><\/p>\n<p><em>Se voc\u00ea chegou at\u00e9 aqui, j\u00e1 deve saber que colocar em pr\u00e1tica um projeto jornal\u00edstico ousado custa caro. Precisamos do apoio das nossas leitoras e leitores para realizar tudo que planejamos com um m\u00ednimo de tranquilidade. Doe para a Marco Zero. \u00c9 muito f\u00e1cil. Voc\u00ea pode acessar nossa&nbsp;<\/em><a href=\"https:\/\/marcozero.org\/assine\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>p\u00e1gina de doa\u00e7\u00e3<\/strong><\/a><strong><a href=\"https:\/\/marcozero.org\/assine\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">o<\/a>&nbsp;<\/strong><em>ou, se preferir, usar nosso&nbsp;<\/em><strong>PIX (CNPJ: 28.660.021\/0001-52)<\/strong><em>.<\/em><\/p>\n<p><strong>Apoie o jornalismo que est\u00e1 do seu lado<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<\/section>\n<p>fonte: <a href=\"https:\/\/marcozero.org\/paulo-freire-inspira-pedagogas-que-alfabetizam-grupo-de-idosos-em-caruaru\/\">https:\/\/marcozero.org\/paulo-freire-inspira-pedagogas-que-alfabetizam-grupo-de-idosos-em-caruaru\/<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_678\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"678\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z\"\/><path d=\"M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z\"\/><path d=\"M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z\"\/><path d=\"M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z\"\/><path d=\"M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z\"\/><path d=\"M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z\"\/><path d=\"M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z\"\/><path d=\"M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z\"\/><path d=\"M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z\"\/><\/g><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1963, em apenas 40 horas, Paulo Freire conseguiu alfabetizar 300 camponeses em Angicos, no sert\u00e3o do Rio Grande do Norte.<\/p>\n","protected":false},"author":5419,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":true,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_gspb_post_css":"","content-type":"","footnotes":""},"categories":[467],"tags":[676,678,536,530,681,680,677,679],"class_list":["post-678","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-brasil","tag-alfabetizacao","tag-caruaru","tag-direitos-humanos","tag-educacao","tag-eja","tag-jovens-e-adultos","tag-paulo-freire","tag-pernambuco"],"acf":[],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":0,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/678","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/5419"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=678"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/678\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=678"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=678"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=678"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}