{"id":683,"date":"2024-02-06T17:11:05","date_gmt":"2024-02-06T20:11:05","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/2024\/02\/06\/cabo-verde-instituicoes-defendem-eliminacao-da-mutilacao-genital-feminina\/"},"modified":"2024-02-06T17:11:05","modified_gmt":"2024-02-06T20:11:05","slug":"cabo-verde-instituicoes-defendem-eliminacao-da-mutilacao-genital-feminina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=683","title":{"rendered":"Cabo Verde: Institui\u00e7\u00f5es defendem elimina\u00e7\u00e3o da mutila\u00e7\u00e3o genital feminina"},"content":{"rendered":"<p>Considerada uma pr\u00e1tica nociva para a sa\u00fade da mulher, o 6 de fevereiro foi consagrado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) em 2003, o Dia Internacional da toler\u00e2ncia zero \u00e0 mutila\u00e7\u00e3o, sob o lema \u201cA voz dela, o seu futuro\u201d, entendendo que \u00e9 uma viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos<\/p>\n<div class=\"lfr-layout-structure-item-basic-component-heading lfr-layout-structure-item-103563ab-bf69-09fb-230d-e073595def16\">\n<div id=\"fragment-2b34a875-9efe-8536-b34b-374f93035550\">\n<h2>&nbsp;<\/h2>\n<h5 class=\"component-heading mb-0 text-break\" data-lfr-editable-id=\"element-text\" data-lfr-editable-type=\"text\">Inforpress &#8211; 06-02-2024<\/h5>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"lfr-layout-structure-item-basic-component-image lfr-layout-structure-item-a98ca2b2-aa45-f3c3-e8d9-b159a5626948\">\n<div id=\"fragment-77195e6f-f5d8-df98-227c-5bf4c8245a51\">\n<div class=\"component-image overflow-hidden\"><picture data-fileentryid=\"138171\"><source srcset=\"\/o\/adaptive-media\/image\/138171\/Thumbnail-300x300\/Mutila%C3%A7%C3%A3o+genital+feminina.jpg?t=1707231094012\" media=\"(max-width:300px)\" \/><source srcset=\"\/o\/adaptive-media\/image\/138171\/Preview-1000x0\/Mutila%C3%A7%C3%A3o+genital+feminina.jpg?t=1707231094012\" media=\"(max-width:800px) and (min-width:300px)\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/inforpress.cv\/documents\/20119\/0\/Mutila%C3%A7%C3%A3o%20genital%20feminina.jpg\/a2414ded-ab85-629e-77df-943a61d96a8f?version=1.0&amp;t=1707231094012&amp;download=true\" alt=\"\" class=\"w-100\" data-lfr-editable-id=\"image-square\" data-lfr-editable-type=\"image\" data-fileentryid=\"138171\" loading=\"lazy\" \/> <\/picture><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"lfr-layout-structure-item-basic-component-paragraph lfr-layout-structure-item-c5de4e79-9090-fdad-c588-d1da43d7daa4\">\n<div id=\"fragment-f086864c-7377-61eb-f507-c3e4867bfd2e\">\n<div class=\"clearfix component-paragraph text-break\" data-lfr-editable-id=\"element-text\" data-lfr-editable-type=\"rich-text\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"lfr-layout-structure-item-basic-component-paragraph lfr-layout-structure-item-f725ff63-bc9b-4efd-437b-e4a08eb79058\">\n<div id=\"fragment-ffd8b860-d502-b83c-3ba5-1cea6d695a07\">\n<div class=\"clearfix component-paragraph text-break\" data-lfr-editable-id=\"element-text\" data-lfr-editable-type=\"rich-text\">\n<p>Cidade da Praia, 06 Fev (Inforpress) \u2013 A Plataforma das Comunidades Africanas e a Alta Autoridades para a Imigra\u00e7\u00e3o defendem a elimina\u00e7\u00e3o da mutila\u00e7\u00e3o genital feminina que afecta, segundo a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, mais de quatro milh\u00f5es de meninas em todo o mundo. &nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;{youtube}https:\/\/youtu.be\/QWLV1b-N3yk{\/youtube}<\/p>\n<p>Considerada uma pr\u00e1tica nociva para a sa\u00fade da mulher, o 6 de Fevereiro foi consagrado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) em 2003, o Dia Internacional da toler\u00e2ncia zero \u00e0 mutila\u00e7\u00e3o, sob o lema \u201cA voz dela, o seu futuro\u201d, entendendo que \u00e9 uma viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos.<\/p>\n<p>Tendo como principal objectivo denunciar a pr\u00e1tica, existente em diferentes pa\u00edses africanos, do M\u00e9dio Oriente e da \u00c1sia, bem como em comunidades migrantes na Europa, no continente Americano e na Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p>Um fen\u00f3meno que deve ser eliminado, defende a Plataforma das Comunidades Africanas Residentes em Cabo Verde e a Alta Autoridade para a Imigra\u00e7\u00e3o que se mostram preocupados com esta \u201cpr\u00e1tica nefasta\u201d que apresenta consequ\u00eancias \u201cdesastrosas\u201d para a vida de meninas e mulheres.<\/p>\n<p>Com base em pesquisas, a mutila\u00e7\u00e3o genital feminina (MGF) constitui uma viola\u00e7\u00e3o grave dos direitos das mulheres e das crian\u00e7as, causando les\u00f5es irrepar\u00e1veis \u00e0 sa\u00fade f\u00edsica, sexual e psicol\u00f3gica, em alguns casos chega a provocar a sua morte.<\/p>\n<p>De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS), Fundo Internacional de Emerg\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas para as Crian\u00e7as (UNICEF) e Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas de Apoio \u00e0 Popula\u00e7\u00e3o (UNFPA), mutila\u00e7\u00e3o genital feminina \u00e9 \u201ctodo e qualquer procedimento que envolva a remo\u00e7\u00e3o parcial ou total dos \u00f3rg\u00e3os genitais femininos ou que provoque les\u00f5es nos mesmos, tendo por base raz\u00f5es culturais ou fins n\u00e3o terap\u00eauticos\u201d.<\/p>\n<p>Normalmente a interven\u00e7\u00e3o tem lugar quando as v\u00edtimas da mutila\u00e7\u00e3o t\u00eam uma idade compreendida entre os 4 e os 14 anos, podendo, embora, ocorrer mais cedo ou mais tarde, antes do casamento.<\/p>\n<p>Os cortes nos \u00f3rg\u00e3os genitais femininos s\u00e3o normalmente realizados sem qualquer anestesia e com recurso a objectos cortantes, como facas, vidros, l\u00e2minas e navalhas.<\/p>\n<p>De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas em pleno 2024, \u201cquase 4,4 milh\u00f5es de meninas em todo mundo \u2013 mais de 12 mil por dia \u2013 correm o risco de serem submetidas a esta \u201cpr\u00e1tica nefasta\u201d e se esfor\u00e7os n\u00e3o forem feitos, prev\u00ea-se que esse n\u00famero aumente para 4,6 milh\u00f5es em 2030. Estima-se que sejam necess\u00e1rios 2,75 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares para acabar com a pr\u00e1tica at\u00e9 2030 em 31 pa\u00edses priorit\u00e1rios\u201d.<\/p>\n<p>Serra Leoa, o pa\u00eds onde 83% das mulheres t\u00eam genital mutilado, a taxa situa-se em mulheres e meninas entre os 15 e os 49 anos.<\/p>\n<p>A mutila\u00e7\u00e3o \u00e9 feita tamb\u00e9m na Guin\u00e9-Bissau, Som\u00e1lia, Mali, ou seja, em mais de 30 pa\u00edses, maioritariamente em pa\u00edses africanos e em poucos pa\u00edses \u00c1rabes, na \u00c1sia e Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Esta pr\u00e1tica tem consequ\u00eancias de curto, m\u00e9dio e longo prazo para a vida de meninas e mulheres como trauma psicol\u00f3gico, dor durante a menstrua\u00e7\u00e3o, durante o acto sexual, infertilidade, infec\u00e7\u00f5es recorrentes no sistema urin\u00e1rio e complica\u00e7\u00f5es durante o parto.<\/p>\n<p>Uma pr\u00e1tica que precisa ser extinta, frisou o presidente da Plataforma das Comunidades Africana Residentes em Cabo Verde, Jos\u00e9 Viana, tratando-se de uma experi\u00eancia que est\u00e1 enraizada na cultura do povo.<\/p>\n<p>\u201cSabemos que h\u00e1 uma lei em Cabo Verde que pro\u00edbe essa pr\u00e1tica e as pessoas t\u00eam utilizado alguns meios para se escaparem dos olhos da justi\u00e7a e fazem com que os jovens que nasceram em Cabo Verde viajem e fa\u00e7am essa pr\u00e1tica em outro pa\u00eds\u201d, referiu Jos\u00e9 Viana.<\/p>\n<p>\u201cMas eu tamb\u00e9m tive informa\u00e7\u00f5es de que existem algumas fam\u00edlias que se confinam no interior da ilha e continuam a exercer esse tipo de acto. N\u00f3s condenamos isso porque sabemos o quanto isso prejudica a sa\u00fade\u201d, avan\u00e7ou este respons\u00e1vel.<\/p>\n<p>Afirmou Jos\u00e9 Viana que uma \u201cgrande parte da popula\u00e7\u00e3o guineense\u201d continua a praticar a mutila\u00e7\u00e3o genital feminina em moldes que n\u00e3o s\u00e3o aceit\u00e1veis, citando que h\u00e1 tamb\u00e9m outros pa\u00edses mais pr\u00f3ximas, como a Gambia e a Guin\u00e9 (Conacri).<\/p>\n<p>Em Cabo Verde, a mutila\u00e7\u00e3o genital feminina \u00e9 criminalizada e est\u00e1 inserida na C\u00f3digo Penal com a sua revis\u00e3o em 2021, onde estabelece penas a quem pratica, contribui ou auxilia para que a pr\u00e1tica aconte\u00e7a.<\/p>\n<p>O trabalho da Alta Autoridade para a Imigra\u00e7\u00e3o, assegurou a presidente Carmem Barros, tem sido na \u201csensibiliza\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o\u201d fazendo conhecer as leis relativamente \u00e0 MGF e tamb\u00e9m transmitir informa\u00e7\u00f5es sobre as consequ\u00eancias para a sa\u00fade da mulher.<\/p>\n<p>Por agora n\u00e3o se consegue contabilizar o n\u00famero de casos de mutila\u00e7\u00e3o genital praticados no Pa\u00eds por parte da comunidade imigrante mas Carmem Barros garantiu que se est\u00e1 a trabalhar num estudo com o objectivo de conhecer a realidade desta problem\u00e1tica.<\/p>\n<p>No entanto, na Guin\u00e9-Bissau a preval\u00eancia \u00e9 \u201cconsider\u00e1vel e deve rondar os 50%\u201d, citou Carmem Barros.&nbsp;<\/p>\n<p>Considerada como uma das \u201cmaiores viola\u00e7\u00f5es contra os direitos humanos\u201d, a mutila\u00e7\u00e3o genital feminina limita as oportunidades para mulheres e meninas em todo o mundo exercerem os seus direitos e realizarem todo o seu potencial.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica da mutila\u00e7\u00e3o genital feminina viola os princ\u00edpios da dignidade da pessoa humana, da integridade, da igualdade e da n\u00e3o discrimina\u00e7\u00e3o, tutelados pela Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos e pela Declara\u00e7\u00e3o sobre a elimina\u00e7\u00e3o de todas as formas de discrimina\u00e7\u00e3o das mulheres.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<div class=\"embed-responsive embed-responsive-16by9\" data-embed-id=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/QWLV1b-N3yk?rel=0\" data-styles=\"{&quot;width&quot;:&quot;52%&quot;}\">&nbsp;<\/div>\n<p>OS\/HF<\/p>\n<p>Inforpress\/Fim<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>fonte: <a href=\"https:\/\/inforpress.cv\/w\/instituicoes-defendem-eliminacao-da-mutilacao-genital-feminina\">https:\/\/inforpress.cv\/w\/instituicoes-defendem-eliminacao-da-mutilacao-genital-feminina<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_683\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"683\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z\"\/><path d=\"M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z\"\/><path d=\"M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z\"\/><path d=\"M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z\"\/><path d=\"M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z\"\/><path d=\"M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z\"\/><path d=\"M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z\"\/><path d=\"M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z\"\/><path d=\"M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z\"\/><\/g><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Considerada uma pr\u00e1tica nociva para a sa\u00fade da mulher, o 6 de fevereiro foi consagrado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) em 2003, o Dia Internacional da toler\u00e2ncia zero \u00e0 mutila\u00e7\u00e3o, sob o lema \u201cA voz dela, o seu futuro\u201d, entendendo que \u00e9 uma viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos<\/p>\n<div class=\"lfr-layout-structure-item-basic-component-heading lfr-layout-structure-item-103563ab-bf69-09fb-230d-e073595def16\">\n<div id=\"fragment-2b34a875-9efe-8536-b34b-374f93035550\">\n","protected":false},"author":5419,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":true,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_gspb_post_css":"","content-type":"","footnotes":""},"categories":[468],"tags":[536,596,597,696,697,578],"class_list":["post-683","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cabo-verde","tag-direitos-humanos","tag-machismo","tag-misoginia","tag-mutilacao-genital","tag-violencia-contra-mulheres","tag-violencia-sexual"],"acf":[],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":0,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/683","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/5419"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=683"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/683\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=683"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=683"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=683"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}