{"id":704,"date":"2024-05-24T10:36:56","date_gmt":"2024-05-24T13:36:56","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/2024\/05\/24\/usp-sedia-1-seminario-internacional-sobre-genero-escravidao-e-liberdade\/"},"modified":"2024-05-24T10:36:56","modified_gmt":"2024-05-24T13:36:56","slug":"usp-sedia-1-seminario-internacional-sobre-genero-escravidao-e-liberdade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=704","title":{"rendered":"USP sedia 1\u00ba semin\u00e1rio internacional sobre g\u00eanero, escravid\u00e3o e liberdade"},"content":{"rendered":"<p>Evento ser\u00e1 o primeiro, no formato presencial, a focar a intersec\u00e7\u00e3o de g\u00eanero e ra\u00e7a na longa dura\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o no Brasil<\/p>\n<p>Jornal da USP &#8211; Publicado: 22\/05\/2024 <br \/>Texto: Marcos Santos <br \/>Arte: Beatriz Haddad*<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"float-none\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" title=\"AB 20240522_divulgacao-genero-escravidao-liberdade\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/20240522_divulgacao-genero-escravidao-liberdade-qojrkt3m6xpf3wc7jl9ik3z7bf6dns35x681zym5r0.jpg\" alt=\"Encontro ser\u00e1 promovido pelo grupo Escravid\u00e3o, G\u00eanero e Maternidade da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas (FFLCH) da USP -Reprodu\u00e7\u00e3o: IEA\/USP\" width=\"700\" loading=\"lazy\"><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\">Encontro ser\u00e1 promovido pelo grupo Escravid\u00e3o, G\u00eanero e Maternidade da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas (FFLCH) da USP -Reprodu\u00e7\u00e3o: IEA\/USP<\/span><\/p>\n<p>O grupo de pesquisa Escravid\u00e3o, G\u00eanero e Maternidade, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas (FFLCH) da USP, realiza entre os dias 28 e 29 de maio, das 9 \u00e0s 17 horas, na sala do Conselho Universit\u00e1rio, o<em>\u00a0<\/em>1\u00ba semin\u00e1rio internacional <em>G\u00eanero, Escravid\u00e3o e Liberdade: Perspectivas da Historiografia Brasileira<\/em>. O evento \u00e9 realizado em parceria com o Instituto de Estudos Avan\u00e7ados (IEA) da USP e ser\u00e1 o primeiro em formato presencial no Brasil a focar especificamente a intersec\u00e7\u00e3o entre g\u00eanero e ra\u00e7a na longa dura\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o, trazendo trabalhos in\u00e9ditos, nacionais e internacionais sobre os mais diferentes aspectos da vida das mulheres escravizadas e suas descendentes na perspectiva da historiografia.<\/p>\n<section class=\"elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-29a6d7f1 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"29a6d7f1\" data-element_type=\"section\">\n<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-3c67d811\" data-id=\"3c67d811\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-25125b2a elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"25125b2a\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<figure class=\"wp-caption\"><img decoding=\"async\" class=\"float-none\" title=\"20240522_maria-helena-pereira-toledo\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/20240522_maria-helena-pereira-toledo-qojk6wixvgomvlzq825et08qi91mhzt0jsgat9ru7s.jpg\" alt=\"Maria Helena Pereira Toledo, coordenadora do grupo e organizadora do semin\u00e1rio - Foto: Arquivo pessoal\" width=\"200\" loading=\"lazy\"><figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Maria Helena Pereira Toledo, coordenadora do grupo e organizadora do semin\u00e1rio &#8211; Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-column elementor-col-66 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-23054cf6\" data-id=\"23054cf6\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-2db1d0b5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"2db1d0b5\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<p><span style=\"font-family: 'PT Sans', sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; color: var( --e-global-color-text );\">Conforme a professora Maria Helena Pereira Toledo Machado, da FFLCH, coordenadora do grupo de pesquisa e organizadora do evento, os estudos sobre a escravid\u00e3o e o per\u00edodo p\u00f3s-aboli\u00e7\u00e3o no Brasil s\u00e3o fundamentais para compreens\u00e3o da hist\u00f3ria brasileira, e contribuem para a constru\u00e7\u00e3o de uma consci\u00eancia social interessada em superar hist\u00f3ricos problemas brasileiros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'PT Sans', sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; color: var( --e-global-color-text );\">\u00a0\u201cEstamos trazendo docentes e pesquisadores de diferentes universidades brasileiras e estrangeiras para apresentar suas pesquisas, que podem interessar uma ampla gama de pessoas. Isso porque essa hist\u00f3ria tem um interesse particular em reconstruir aspectos materiais e biografias destas mulheres\u201d, conta a professora.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'PT Sans', sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;\">Na ocasi\u00e3o, Maria Helena apresentar\u00e1 um balan\u00e7o de suas pesquisas em andamento, com \u00eanfase em seu pr\u00f3ximo livro, que ser\u00e1 lan\u00e7ado em junho.\u00a0<\/span><span style=\"font-family: 'PT Sans', sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; color: var( --e-global-color-text );\"><br \/><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-f283d64 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"f283d64\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<p><span style=\"font-family: 'PT Sans', sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; color: var( --e-global-color-text );\">Realizado em coautoria com o professor Antonio Alexandre Isidio Cardoso, da Universidade Federal do Maranh\u00e3o (UFMA), e intitulado<\/span><em style=\"font-family: 'PT Sans', sans-serif; font-size: 18px; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; color: var( --e-global-color-text );\">\u00a0Geminiana e seus filhos: uma hist\u00f3ria de escravid\u00e3o e morte; maternidade e inf\u00e2ncia no Brasil do s\u00e9culo XIX<\/em><span style=\"font-family: 'PT Sans', sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; color: var( --e-global-color-text );\">, o livro est\u00e1 no prelo da editora Bazar do Tempo. A partir de processos criminais, invent\u00e1rios, jornais, pap\u00e9is da pol\u00edcia, entre outros documentos, a obra reconstr\u00f3i a hist\u00f3ria de uma fam\u00edlia escrava, chefiada por uma m\u00e3e e av\u00f3 que teve seus dois filhos menores vendidos e assassinados pela senhora que os comprou.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'PT Sans', sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;\">\u201cA base deste livro \u00e9 o conhecido caso da Baronesa do Graja\u00fa, ocorrido em S\u00e3o Luiz do Maranh\u00e3o, em 1876, o qual recebeu uma leitura radicalmente diversa de tudo o que foi escrito at\u00e9 agora sobre o caso.\u00a0Fizemos uma abordagem focada na fam\u00edlia escravizada e na sociedade escravista de S\u00e3o Lu\u00eds, que permitiu a ocorr\u00eancia deste fato. A apresenta\u00e7\u00e3o do novo livro dar\u00e1 oportunidade para refletir sobre os desafios da pesquisa e ensino destes temas em nossa realidade \u201d, diz a professora.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-58a1055 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"58a1055\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;content_width&quot;:&quot;boxed&quot;}\" data-core-v316-plus=\"true\">\n<div class=\"e-con-inner\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-bb77468 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"bb77468\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\u00a0<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6c99d61 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6c99d61\" data-element_type=\"section\">\n<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-abe34a3\" data-id=\"abe34a3\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<section class=\"elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-07cd8ee elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"07cd8ee\" data-element_type=\"section\">\n<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-461e713\" data-id=\"461e713\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-26f974c elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"26f974c\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<p>\u00a0<\/p>\n<div class=\"su-pullquote su-pullquote-align-right\"><strong>+ LEIA Mais<\/strong><\/p>\n<div class=\"su-posts su-posts-default-loop\">\n<div id=\"su-post-756305\" class=\"su-post\"><a class=\"su-post-thumbnail\" href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/diversidade\/contar-historias-e-compartilhar-conhecimentos-que-dao-sentido-a-vida\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"float-none\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/20240515_frase-boca-do-ceu.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" srcset=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/20240515_frase-boca-do-ceu.jpg 1200w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/20240515_frase-boca-do-ceu-300x158.jpg 300w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/20240515_frase-boca-do-ceu-1024x538.jpg 1024w, https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/20240515_frase-boca-do-ceu-768x403.jpg 768w\" width=\"200\" height=\"105\" loading=\"lazy\"><\/a><\/p>\n<h4 class=\"su-post-title\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/diversidade\/contar-historias-e-compartilhar-conhecimentos-que-dao-sentido-a-vida\/\">Contar hist\u00f3rias \u00e9 compartilhar conhecimentos que d\u00e3o sentido \u00e0 vida<\/a><\/h4>\n<\/div>\n<div id=\"su-post-749745\" class=\"su-post\"><a class=\"su-post-thumbnail\" href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/diversidade\/cotidiano-que-sustenta-a-vida-historias-de-vidas-negras-para-alem-da-violencia-e-da-resistencia\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"float-none\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Imagem-gerada-com-uso-de-IA-no-Copilot.png\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" srcset=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Imagem-gerada-com-uso-de-IA-no-Copilot.png 1200w, 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Universidade Federal de Pernambuco, p\u00f3s-doutoranda e integrante do grupo de pesquisa, o evento \u00e9 de grande import\u00e2ncia, pois permite trazer \u00e0 tona vozes que foram silenciadas no decorrer da hist\u00f3ria e ampliar a percep\u00e7\u00e3o de Brasil desde sua funda\u00e7\u00e3o at\u00e9 o que somos hoje. \u201cTrazer as vozes de mulheres negras e ind\u00edgenas escravizadas \u00e9 uma contribui\u00e7\u00e3o para que esses estudos saiam do ambiente acad\u00eamico e sejam realmente espalhados para o mundo, e fa\u00e7am parte da historiografia brasileira\u201d, afirma.\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18px; color: var( --e-global-color-text );\">No semin\u00e1rio, Adriana participar\u00e1 da Mesa 4 \u2013 Representa\u00e7\u00e3o do G\u00eanero na Escravid\u00e3o. Ela apresentar\u00e1 suas pesquisas em conjunto com a professora Maria Em\u00edlia Vasconcelos, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), que faz parte da Rede Negras e Negros Investigadores de Hist\u00f3ria. Adriana e Maria Em\u00edlia investigam a hist\u00f3ria de uma sociedade abolicionista composta s\u00f3 por mulheres, fundada em 1884 na prov\u00edncia de Pernambuco (atual Recife), chamada Ave Libertas.<\/span><\/p>\n<p>\u201cMuitas vezes, ao estudar sobre os processos abolicionistas brasileiros, falamos de homens brancos da elite e tamb\u00e9m de poucos homens negros livres, mas a historiografia tradicional apaga a participa\u00e7\u00e3o de mulheres. A ideia \u00e9 mostrar como uma sociedade s\u00f3 de mulheres conseguiu enfrentar diversas barreiras e atuar diretamente no processo de aboli\u00e7\u00e3o e de liberta\u00e7\u00e3o de escravizados no Brasil\u201d, diz Adriana.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<section class=\"elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-876e0c5 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"876e0c5\" data-element_type=\"section\">\n<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-e2d19d0\" data-id=\"e2d19d0\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-889e429 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"889e429\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<figure class=\"wp-caption\"><img decoding=\"async\" class=\"float-none\" title=\"20240522_adriana-santana\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/20240522_adriana-santana-qojkdz97bkdc9xppwm9b2pynho63fyw9ut8vv9a5dk.jpg\" alt=\"Adriana Santana, integrante do grupo de pesquisa que vai falar sobre o Aves Libertas  - Foto: Arquivo pessoal\" width=\"200\" loading=\"lazy\"><figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Adriana Santana, integrante do grupo de pesquisa que vai falar sobre o Aves Libertas &#8211; Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-8ac11db\" data-id=\"8ac11db\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-b709879 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"b709879\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<figure class=\"wp-caption\"><img decoding=\"async\" class=\"float-none\" title=\"20240522_maria-emilia\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/20240522_maria-emilia-qojkz8dtupgqsiubsszmgcvv1bevhl9s40a4ihrooo.jpg\" alt=\"Professora Maria Em\u00edlia, que assina o estudo com Adriana - Foto: Arquivo pessoal\" width=\"200\" loading=\"lazy\"><figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Professora Maria Em\u00edlia, que assina o estudo com Adriana &#8211; Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-cb574d6 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"cb574d6\" data-element_type=\"section\">\n<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-811278e\" data-id=\"811278e\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<section class=\"elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-33693e4 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"33693e4\" data-element_type=\"section\">\n<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n<div class=\"elementor-column elementor-col-66 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-cb801cd\" data-id=\"cb801cd\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-a17294b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a17294b\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<p>P\u00f3s-doutoranda do Instituto de Estudo Brasileiros (IEB) da USP, Enidelce Bertin, que abordar\u00e1 o tema da maternidade e g\u00eanero em S\u00e3o Paulo, diz que o simp\u00f3sio \u00e9 uma chance rara para conhecermos as mais recentes pesquisas sobre o tema de forma presencial e tamb\u00e9m para ter contato com pesquisadoras dos Estados Unidos que est\u00e3o h\u00e1 mais tempo discutindo a rela\u00e7\u00e3o entre escravid\u00e3o e g\u00eanero. \u201cEsse interc\u00e2mbio com as cientistas americanas tende a fortalecer os grupos que estudam a conex\u00e3o de g\u00eanero e escravid\u00e3o, j\u00e1 que elas realizam esses estudos h\u00e1 mais tempo\u201d, comenta.\u00a0<\/p>\n<p>Enidelce estuda cartas de alforria dos s\u00e9culos 18 e 19. Para a pesquisadora, a escravid\u00e3o foi centrada na figura feminina e, quando os documentos dessa \u00e9poca s\u00e3o observados mais atentamente, \u00e9 poss\u00edvel ver as reais condi\u00e7\u00f5es em que as escravizadas viveram. \u201cDurante muito tempo esses documentos eram olhados apenas como dados. No entanto, come\u00e7amos a observar mais atentamente e percebemos o quanto de trag\u00e9dia existiu nessas experi\u00eancias vividas\u201d, diz a pesquisadora.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-b81411a\" data-id=\"b81411a\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-ca238fa elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"ca238fa\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<figure class=\"wp-caption\"><img decoding=\"async\" class=\"float-none\" title=\"20240522_enidelce-bertin\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/20240522_enidelce-bertin-qol9gmkrdo5j6220chuoveehitbb4idj53wuijbp2w.jpg\" alt=\"Enidelce Bertin, que falar\u00e1 sobre cartas de alforria - Foto: Arquivo pessoal\" width=\"200\" loading=\"lazy\"><figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Enidelce Bertin, que falar\u00e1 sobre cartas de alforria &#8211; Foto: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-ee927b7 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ee927b7\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<p>Ela d\u00e1 o exemplo de uma trag\u00e9dia vivida por uma mulher mesmo depois de sua alforria. \u201cUm dia desses, estava vendo uma carta em que uma propriet\u00e1ria alforria uma mulher que, segundo ela, j\u00e1 estava velha para continuar amamentando os filhos da senhora. Coloca que, por enquanto, a escrava pode voltar a amamentar seu filho pequeno, mas a crian\u00e7a ser\u00e1 vendida ao completar um ano\u201d, conta Enidelce.<\/p>\n<p><em>*Estagi\u00e1ria sob supervis\u00e3o de Mois\u00e9s Dorado<\/em><\/p>\n<\/div>\n<p><em>fonte: <a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/radio-usp\/programas\/diversas\/usp-sedia-i-seminario-internacional-sobre-genero-escravidao-e-liberdade\/\">https:\/\/jornal.usp.br\/radio-usp\/programas\/diversas\/usp-sedia-i-seminario-internacional-sobre-genero-escravidao-e-liberdade\/<\/a><\/em><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_704\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"704\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" 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