{"id":724,"date":"2024-07-15T14:13:27","date_gmt":"2024-07-15T17:13:27","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/2024\/07\/15\/afrolatinas-30-anos-em-movimentos-documentario-celebra-patrimonios-de-mulheres-afro-latino-americanas-e-caribenhas\/"},"modified":"2024-07-15T14:13:27","modified_gmt":"2024-07-15T17:13:27","slug":"afrolatinas-30-anos-em-movimentos-documentario-celebra-patrimonios-de-mulheres-afro-latino-americanas-e-caribenhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=724","title":{"rendered":"\u201cAfrolatinas: 30 anos em movimentos\u201d &#8211; Document\u00e1rio celebra patrim\u00f4nios de mulheres afro latino-americanas e caribenhas"},"content":{"rendered":"<p>Produ\u00e7\u00e3o oferece experi\u00eancia imersiva pelos legados das mulheres negras atrav\u00e9s de cen\u00e1rios da natureza em plataforma de realidade virtual<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/afrolatinas-documentario.jpg\" width=\"900\" height=\"677\" loading=\"lazy\" data-path=\"local-images:\/Brasil\/afrolatinas-documentario.jpg\"><\/p>\n<p>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o &#8211; <span class=\"elementor-icon-list-text\">Document\u00e1rio ser\u00e1 lan\u00e7ado no Festival Latinidades, que acontece no fim de julho, em Bras\u00edlia (DF)-Brasil.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"avatar avatar-60 photo\" src=\"https:\/\/almapreta.com.br\/images\/2024\/07\/cropped-Logo-Quadrado-60x60.png\"  alt=\"Reda\u00e7\u00e3o\" width=\"60\" height=\"60\"><\/p>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-42124aa e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"42124aa\" data-element_type=\"container\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-e954319 elementor-widget__width-initial elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"e954319\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<p class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">14 de julho de 2024 &#8211; <strong>Alma Preta<\/strong><\/p>\n<p class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<p>O document\u00e1rio interativo \u201cAfrolatinas: 30 anos em movimentos\u201d, dirigido por Viviane Ferreira, celebra patrim\u00f4nios e legados das mulheres afro latino-americanas e caribenhas e ser\u00e1 lan\u00e7ado no <a href=\"https:\/\/almapreta.com.br\/sessao\/agenda\/salvador-inicia-julho-das-mulheres-negras-com-o-17o-festival-latinidades\/\">Festival Latinidades<\/a>, de 25 a 27 de julho, no Museu Nacional, em Bras\u00edlia (DF).<\/p>\n<p>Com o objetivo de proporcionar uma viagem pela luta por equidade de <a href=\"https:\/\/almapreta.com.br\/sessao\/cotidiano\/plataforma-revela-desigualdade-raca-genero-empresas\/\">g\u00eanero e ra\u00e7a<\/a>, retratando as trajet\u00f3rias e contribui\u00e7\u00f5es de mulheres negras na regi\u00e3o, especialmente aquelas cujas hist\u00f3rias s\u00e3o pouco conhecidas ou registradas, a produ\u00e7\u00e3o apresenta depoimentos de 14 mulheres ativistas.\u00a0<\/p>\n<p>Foram ouvidas personalidades como Nilza Iraci, ativista e presidente do Geled\u00e9s; Lucia Xavier, fundadora da ONG Criola, que promove os direitos das mulheres negras; Nilma Bentes, soci\u00f3loga, professora e ativista; Valdecir Nascimento, coordenadora executiva do Odara \u2013 Instituto da Mulher Negra; Cida Bento, psic\u00f3loga e diretora do Centro de Estudos das Rela\u00e7\u00f5es de Trabalho e Desigualdades; Epsy Campbell, ex-vice-presidenta da Costa Rica; Creuza Oliveira, presidente da Federa\u00e7\u00e3o Nacional das Trabalhadoras Dom\u00e9sticas (Fenatrad). Al\u00e9m disso, o document\u00e1rio conta com depoimentos das ativistas Aline Torres, Doris Qui\u00f1ones Hern\u00e1ndez, Jaqueline Fernandez, Heliana Hemet\u00e9rio, Matilde Ribeiro, Naiara Leite, S\u00e9rgia Galv\u00e1n Ortega e T\u00e2nia Ramirez<em>.\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Para Viviane Ferreira, o \u201cAfrolatinas\u201d \u00e9 um manifesto de inspira\u00e7\u00e3o e um documento hist\u00f3rico sobre as lutas, saberes e fazeres de<a href=\"https:\/\/almapreta.com.br\/sessao\/politica\/america-latina-como-e-a-situacao-das-mulheres-negras-na-politica\/\"> mulheres negras<\/a> na Am\u00e9rica Latina. \u201cQueremos honrar o legado e os movimentos dessas mulheres que s\u00e3o patrim\u00f4nios vivos de nossa hist\u00f3ria\u201d, afirma a cineasta, ex-presidente da Spcine e tamb\u00e9m diretora do filme \u00d3 Pa\u00ed \u00d3 2.<\/p>\n<p>O document\u00e1rio revisita a hist\u00f3ria e os impactos do Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, institu\u00eddo em 1992. A data tornou-se um marco de lutas, inspirando o lan\u00e7amento do 1\u00ba Festival Latinidades no Brasil, em 2008. O filme explora a origem e a relev\u00e2ncia do \u201cLatinidades\u201d, mostrando como o festival se transformou no maior evento dedicado \u00e0s mulheres negras da regi\u00e3o e em uma plataforma multilinguagem que promove e gera renda para a produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica e intelectual de mulheres negras.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cO Latinidades come\u00e7ou h\u00e1 17 anos como um festival de arte, cultura e forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e, hoje, \u00e9 uma plataforma que gera renda e celebra a pot\u00eancia, as tecnologias e as contribui\u00e7\u00f5es das mulheres negras para a sociedade, ao mesmo tempo em que cobra pol\u00edticas p\u00fablicas. Fazemos isso porque aprendemos com as nossas mais velhas. Para mim, contar a hist\u00f3ria do dia da mulher negra e como ela inspirou a cria\u00e7\u00e3o do Festival Latinidades \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o de um sonho\u201d, comenta Jaqueline Fernandes, CEO do <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/afrolatinas\/\">Instituto Afrolatinas<\/a>, organizador do festival.\u00a0<\/p>\n<p>Utilizando pesquisa de acervos, entrevistas e recursos digitais, o material combina imagem, texto e som com linguagens art\u00edsticas como fotografia, artes visuais, literatura, arte-tecnologia e m\u00fasica.\u00a0<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Experi\u00eancia Imersiva\u00a0<\/h4>\n<p>Complementando a grandiosidade do \u201cAfrolatinas: 30 anos em movimento\u201d, o p\u00fablico poder\u00e1 explorar uma experi\u00eancia imersiva e interativa tamb\u00e9m durante o Festival Latinidades, de 25 a 27 de julho.\u00a0<\/p>\n<p>Com a ajuda de uma plataforma de jogos em realidade virtual, ser\u00e1 poss\u00edvel vivenciar os conte\u00fados do document\u00e1rio imersos em universos naturais, selecionados a partir de elementos m\u00e1gicos que simbolizam a mata, a terra e a \u00e1gua. Usando \u00f3culos VR, o p\u00fablico poder\u00e1 acompanhar depoimentos que revivem a hist\u00f3ria dos movimentos sociopol\u00edticos em cen\u00e1rios especialmente criados e escolhidos pelas mulheres entrevistadas, de acordo com a paisagem que mais combina com sua trajet\u00f3ria, forma de pensar ou prefer\u00eancia.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cProcuramos acolher cada entrevistada no momento do depoimento. Por isso, pedimos que cada uma escolhesse um desses cen\u00e1rios em que se sentisse mais ligada, pelas correla\u00e7\u00f5es dos elementos com sua jornada. E assim, permitir que ela contasse n\u00e3o s\u00f3 sobre sua luta, mas tamb\u00e9m expressasse quem ela \u00e9 diante e acima de tudo isso\u201d, explica Viviane Ferreira.\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-db3806d elementor-widget-divider--view-line elementor-widget elementor-widget-divider\" data-id=\"db3806d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"divider.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div class=\"elementor-divider\">\u00a0<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-b96d7ec e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"b96d7ec\" data-element_type=\"container\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-1d08d75 elementor-widget elementor-widget-shortcode\" data-id=\"1d08d75\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"shortcode.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div class=\"elementor-shortcode\">\n<div class=\"pp-multiple-authors-boxes-wrapper pp-multiple-authors-wrapper pp-multiple-authors-layout-boxed multiple-authors-target-shortcode box-post-id-23556 box-instance-id-1 ppma_boxes_23556\" data-post_id=\"23556\" data-instance_id=\"1\" data-additional_class=\"pp-multiple-authors-layout-boxed.multiple-authors-target-shortcode\" data-original_class=\"pp-multiple-authors-boxes-wrapper pp-multiple-authors-wrapper box-post-id-23556 box-instance-id-1\">\n<div class=\"ppma-author-category-wrap\">\n<ul class=\"pp-multiple-authors-boxes-ul author-ul-0\">\n<li class=\"pp-multiple-authors-boxes-li author_index_0 author_redacao-almapreta has-avatar\">\n<div class=\"pp-author-boxes-avatar\">\n<div class=\"avatar-image\"><img decoding=\"async\" class=\"avatar avatar-60 photo\" src=\"https:\/\/almapreta.com.br\/images\/2024\/07\/cropped-Logo-Quadrado-60x60.png\"  alt=\"Reda\u00e7\u00e3o\" width=\"60\" height=\"60\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"pp-author-boxes-avatar-details\">\n<div class=\"pp-author-boxes-name multiple-authors-name\"><a class=\"author url fn\" title=\"Reda\u00e7\u00e3o\" href=\"https:\/\/almapreta.com.br\/author\/redacao-almapreta\/\" rel=\"author\">Reda\u00e7\u00e3o<\/a><\/div>\n<p class=\"pp-author-boxes-description multiple-authors-description author-description-0\">A Alma Preta \u00e9 uma ag\u00eancia de not\u00edcias e comunica\u00e7\u00e3o especializada na tem\u00e1tica \u00e9tnico-racial no Brasil.<\/p>\n<p>fonte: <a href=\"https:\/\/almapreta.com.br\/sessao\/cultura\/documentario-celebra-patrimonios-de-mulheres-afro-latino-americanas-e-caribenhas\/\">https:\/\/almapreta.com.br\/sessao\/cultura\/documentario-celebra-patrimonios-de-mulheres-afro-latino-americanas-e-caribenhas\/<\/a><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<header class=\"article-header clearfix\">\n<h2 class=\"article-title\"><a title=\"Festival Latinidades celebra pot\u00eancia e promove reconhecimento de mulheres negras em Bras\u00edlia\" href=\"https:\/\/www.cfemea.org.br\/index.php\/pt\/?view=article&amp;id=9767;festival-latinidades-celebra-potencia-e-promove-reconhecimento-de-mulheres-negras-em-brasilia&amp;catid=566;luta-de-mulheres-negras\"> Festival Latinidades celebra pot\u00eancia e promove reconhecimento de mulheres negras em Bras\u00edlia<\/a><\/h2>\n<\/header>\n<section class=\"article-content clearfix\">\n<p>Evento que celebra a mulher negra latino-americana e caribenha acontece de 25 a 27 de julho no Museu Nacional em Bras\u00edlia &#8211; Brasil<\/p>\n<div class=\"author\">Bianca Feifel<\/div>\n<div class=\"place-and-time\">\n<div class=\"place\">Brasil de Fato | Bras\u00edlia (DF) |<\/div>\n<p><time class=\"date\" datetime=\"2024-07-15T11:02:59 -03\">15 de julho de 2024 \u00e0s 11:02<\/time><\/div>\n<div class=\"place-and-time\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images02.brasildefato.com.br\/afce9a93b55a5895ab2715a0d09064a5.webp\" alt=\"\"><\/div>\n<p>Latinidades tem 17 anos de trajet\u00f3ria de celebra\u00e7\u00e3o e empoderamento de mulheres negras latino-americanas e caribenhas &#8211; Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom\/<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O Festival Latinidades, que nasceu no Distrito Federal, mas j\u00e1 ganhou asas pelo Brasil e pelo mundo, chega \u00e0 sua 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o com o tema &#8220;Vem Ser F\u00e3 de Mulheres Negras&#8221;. Em Bras\u00edlia, o evento que celebra a mulher negra latino-americana e caribenha acontece de 25 a 27 de julho, no Museu Nacional da Rep\u00fablica, com programa\u00e7\u00e3o formativa e art\u00edstica gratuita.<\/p>\n<p>\u201cSer f\u00e3 de mulheres negras em uma sociedade racista e machista \u00e9 revolucion\u00e1rio\u201d, afirma a idealizadora do Festival, Jaqueline Fernandes. Segundo ela, a edi\u00e7\u00e3o deste ano \u00e9 uma s\u00edntese de tudo que o Latinidades vem construindo nestes 17 anos de exist\u00eancia, colocando mulheres negras em evid\u00eancia em todas as esferas do evento: \u201cno palco, atr\u00e1s das cortinas, nas posi\u00e7\u00f5es de diretoria e articula\u00e7\u00e3o, e como fornecedoras e empreendedoras\u201d.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>O tema deste ano \u00e9 um chamado ao reconhecimento do trabalho e da contribui\u00e7\u00e3o das mulheres negras para toda a sociedade. &#8220;Vamos formar p\u00fablico para prestigiar, comprar de empreendedoras, fortalecer neg\u00f3cios, ler, ouvir e remunerar bem. Respeitar os direitos das mulheres negras e garantir que estejam em espa\u00e7os de poder, com mais pol\u00edticas p\u00fablicas&#8221;, defende Jaqueline.<\/p>\n<h4 class=\"ckeditor-subtitle\">17 anos de trajet\u00f3ria<\/h4>\n<p>A 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Latinidades come\u00e7ou em Salvador, entre 5 e 7 de julho. Al\u00e9m das terras baianas, neste ano, o festival passar\u00e1 por Goi\u00e1s, Bras\u00edlia e S\u00e3o Paulo. Al\u00e9m disso, haver\u00e1 uma a\u00e7\u00e3o internacional em Londres.\u00a0<\/p>\n<p>O encontro nasceu, em 2008, de um sonho de realizar o primeiro festival de mulheres negras do Brasil no lugar em que, embora muitas vezes invisibilizadas, elas s\u00e3o maioria: na capital do pa\u00eds. Segundo dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domic\u00edlios (PDAD 2021), mulheres negras correspondem a 28,7% dos habitantes do DF. Em seguida, est\u00e3o homens negros (28,4%), mulheres brancas (23,3%) e homens brancos (19,1%).<\/p>\n<p>De acordo com Jaqueline Fernandes, a ideia do Festival surgiu de um inc\u00f4modo com a falta de representatividade das mulheres negras do DF e do desejo de fazer a popula\u00e7\u00e3o conhecer o significado do dia 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.<\/p>\n<p>\u201cA gente tinha um olhar muito local no in\u00edcio. Mas logo na primeira edi\u00e7\u00e3o a gente percebeu que infelizmente n\u00e3o era uma quest\u00e3o s\u00f3 do DF. Era uma quest\u00e3o das mulheres negras em todo mundo, essa falta de reconhecimento e visibilidade, e necessidade, ent\u00e3o, de criar nossos pr\u00f3prios espa\u00e7os para formar nosso p\u00fablico, ter o reconhecimento que a gente merece, garantir nossas pol\u00edticas p\u00fablicas e mostrar a pot\u00eancia das mulheres negras\u201d, relata a idealizadora.\u00a0<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images01.brasildefato.com.br\/61601b9e6559000a98103efa9e24b195.jpeg\" alt=\"\"><br \/>Jaqueline Fernandes, uma das idealizadoras do Festival: Latinidades surgiu a partir de inc\u00f4modo \/ Foto: Ricardo Jataum<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Outras iniciativas de celebra\u00e7\u00e3o e empoderamento surgiram ao longo do tempo, como o Julho das Pretas, pensado e criado por uma rede de mulheres negras do Nordeste, que tamb\u00e9m se expandiu para todo o Brasil.\u00a0<\/p>\n<p>Em 2014, a ex-presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que institui o dia 25 de julho como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, homenageando uma mulher quilombola, s\u00edmbolo de resist\u00eancia e luta contra a escraviza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cTem muito a ser feito ainda. O racismo e machismo s\u00e3o cru\u00e9is, estruturais, sist\u00eamicos. Mas o movimento de mulheres negras, como diz Vilma Reis e Sueli Carneiro, \u00e9 sem d\u00favida um dos movimentos sociais mais bem sucedidos do Brasil, que segue dando a linha do que \u00e9 ser progressista, empurrando a esquerda mais para a esquerda\u201d, define Jaqueline.\u00a0<\/p>\n<h4 class=\"ckeditor-subtitle\">Programa\u00e7\u00e3o multilinguagem e gratuita\u00a0<\/h4>\n<p>O Latinidades traz uma programa\u00e7\u00e3o multilinguagem gratuita, com atividades formativas e art\u00edsticas, shows nacionais e internacionais, stand-up comedy e desfiles. Al\u00e9m disso, o evento tem um olhar especial para as m\u00e3es, com espa\u00e7o infantil. \u201cAfeto, forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, intelectual e afetuosa: \u00e9 isso que a gente pode esperar em mais uma edi\u00e7\u00e3o da nossa casa de mulheres negras\u201d, afirma a idealizadora.\u00a0<\/p>\n<p>Em Bras\u00edlia, o encontro acontece de 25 a 27 de julho, no Museu Nacional da Rep\u00fablica, com programa\u00e7\u00e3o extensa de palestras, oficinas, shows, feiras, exposi\u00e7\u00f5es, exibi\u00e7\u00f5es e outras atividades. Ser\u00e3o discutidos temas como a pr\u00e1tica de tran\u00e7ar enquanto patrim\u00f4nio cultural e economia criativa e mulheres negras na m\u00eddia.\u00a0<\/p>\n<p>No dia 27, acontece o IV Julho das Pretas que Escrevem no DF. O objetivo do encontro \u00e9 mapear e reunir o maior n\u00famero de mulheres negras que escrever na capital federal, para fortalecer la\u00e7os e compartilhar produ\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o musical conta com nomes de renome nacional e internacionalmente. Na sexta (26), sobem ao palco o projeto N\u00f3s Negras e a cantora Sandra de S\u00e1. No s\u00e1bado (27), quem comanda a cena s\u00e3o as cantoras Ala\u00edde Costa, Bia Ferreira, La Dame Blanche (Cuba), Sister Nacy (Jamaica), Gaby Amarantos, Ebony Pongo (Angola) e Irm\u00e3s de Pau.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Confira a programa\u00e7\u00e3o completa:<\/strong><\/p>\n<p><em>25 de julho (quinta-feira)<\/em><\/p>\n<p>14h \u00e0s 16h | Debate: Trancistas &#8211; patrim\u00f4nio cultural, economia criativa e trabalho<\/p>\n<p>19h | Abertura da exposi\u00e7\u00e3o: Afrolatinas &#8211; 30 anos em Movimentos<\/p>\n<p>20h | Sess\u00e3o Premiere do document\u00e1rio Afrolatinas \u2013 30 anos em Movimentos<\/p>\n<p><em>26 de julho (sexta-feira)<\/em><\/p>\n<p>14h \u00e0s 16h | Debate: Mulheres Negras na M\u00eddia: Inova\u00e7\u00e3o e Impacto na Comunica\u00e7\u00e3o P\u00fablica<\/p>\n<p>16h30 \u00e0s 18h30 | Aula show: Folha Funciona, com Sueide Kint\u00ea e Sueli Kint\u00ea<\/p>\n<p>19h | Afro Fusion Modeling<\/p>\n<p>19h30 | Mostra Humor Negro<\/p>\n<p>21h | Show &#8211; N\u00f3s Negras<\/p>\n<p>22h | Show &#8211; Sandra S\u00e1<\/p>\n<p><em>27 de julho (s\u00e1bado)<\/em><\/p>\n<p>14h \u00e0s 20h | Latinidades Kids<\/p>\n<p>14h \u00e0s 17h | IV Julho das Pretas que Escrevem no DF &#8211; Nosso lugar \u00e9 de fala<\/p>\n<p>19h | Shows<\/p>\n<p>19h | Ala\u00edde Costa<\/p>\n<p>20h | Bia Ferreira<\/p>\n<p>21h | La Dame Blanche (Cuba)<\/p>\n<p>22h10 | Sister Nacy (Jamaica)<\/p>\n<p>23h20 | Gaby Amarantos<\/p>\n<p>0h30 | Ebony<\/p>\n<p>1h10 Pongo (Angola)<\/p>\n<p>2h20 Irm\u00e3s de Pau<\/p>\n<p>Intervalos: Dj Kethlen e Dj Savana<\/p>\n<p>Confira mais detalhes da programa\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/latinidades.com.br\/brasilia\/\">aqui<\/a>.\u00a0<\/p>\n<p>::\u00a0<a href=\"https:\/\/chat.whatsapp.com\/Hyjleok1c8B7dzcdujTC6E\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para receber not\u00edcias do Brasil de Fato DF no seu Whatsapp<\/a>\u00a0::<\/p>\n<p class=\"editor\">Edi\u00e7\u00e3o: Rafaela Ferreira<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>fonte: <a href=\"https:\/\/www.brasildefatodf.com.br\/2024\/07\/15\/festival-latinidades-celebra-potencia-e-promove-reconhecimento-de-mulheres-negras-em-brasilia\">https:\/\/www.brasildefatodf.com.br\/2024\/07\/15\/festival-latinidades-celebra-potencia-e-promove-reconhecimento-de-mulheres-negras-em-brasilia<\/a><\/p>\n<\/section>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_724\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"724\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z\"\/><path d=\"M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 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