{"id":808,"date":"2025-08-12T14:35:56","date_gmt":"2025-08-12T17:35:56","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/2025\/08\/12\/insercao-no-mercado-de-trabalho-tende-a-melhorar-habilidade-de-leitura\/"},"modified":"2025-08-12T14:35:56","modified_gmt":"2025-08-12T17:35:56","slug":"insercao-no-mercado-de-trabalho-tende-a-melhorar-habilidade-de-leitura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=808","title":{"rendered":"Inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho tende a melhorar habilidade de leitura"},"content":{"rendered":"<p>\u00c9 o que mostra o estudo Indicador de Alfabetismo Funcional<\/p>\n<div class=\"subheader\">\n<div class=\"container-autoria\">\n<div class=\"autor-noticia\">Guilherme Jeronymo &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<\/div>\n<div class=\"container-data rowflex\">\n<div class=\"data\">Publicado em 12\/08\/2025 &#8211; 07:34<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"local\">S\u00e3o Paulo<\/div>\n<\/div>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"media-379006\" class=\"float-none\" title=\"Geovana Albuquerque\/Ag\u00eancia Bras\u00edlia\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/rCnT8xFb104IKaq582smPDQFpQQ=\/1170x700\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/04\/03\/53628410810_2bd7a4d7bd_o.jpg?itok=9_mAiO4n\" alt=\"02\/04\/2024 - Com menor taxa de analfabetismo do pa\u00eds, DF \u00e9 refer\u00eancia em educa\u00e7\u00e3oO Distrito Federal \u00e9 a unidade da Federa\u00e7\u00e3o com a menor taxa de analfabetismo do pa\u00eds (1,7%), segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD) Cont\u00ednua mais recente. Adultos sendo alfabetizados na escola. Foto: Geovana Albuquerque\/Ag\u00eancia Bras\u00edlia\" width=\"900\">\u00a9 Geovana Albuquerque\/Ag\u00eancia Bras\u00edlia<\/div>\n<p>A inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho melhora, principalmente se ocorre durante o estudo formal, os n\u00edveis de leitura entre\u00a0jovens (na faixa de 15 a\u00a029 anos), segundo o estudo Indicador de Alfabetismo Funcional (INAF). Enquanto 65% dos jovens que estudam e trabalham t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de alfabetismo adequadas, esse n\u00edvel cai para 36% entre aqueles que n\u00e3o estudam nem trabalham e se limita a 43% entre aqueles que somente estudam e a 45% entre os que somente trabalham.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1654050&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1654050&amp;o=node\"><\/p>\n<p>De acordo com o levantamento,\u00a0apenas um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o acima de 15 anos \u00e9 considerada com\u00a0alfabetiza\u00e7\u00e3o consolidada no pa\u00eds &#8211;\u00a035% dos brasileiros nessa faixa et\u00e1ria s\u00e3o\u00a0capazes de localizar informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o expl\u00edcitas e interpretar textos, al\u00e9m de lidar com n\u00fameros complexos. Outros 36% t\u00eam alfabetiza\u00e7\u00e3o elementar e conseguem lidar com textos de m\u00e9dia extens\u00e3o e com opera\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas na casa do milhar, enquanto 29% da popula\u00e7\u00e3o s\u00e3o\u00a0considerados analfabetos funcionais. A pesquisa revela\u00a0ainda que o ritmo de melhora desses \u00edndices \u00e9 lento e est\u00e1vel nos \u00faltimos anos, o que indica a necessidade de mudan\u00e7a de pol\u00edticas p\u00fablicas para incluir popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis, em especial os mais pobres, negros e ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>\u201cPercebemos que o trabalho presencial tamb\u00e9m \u00e9 uma oportunidade de aprendizado. \u00c9 no trabalho que voc\u00ea convive com algu\u00e9m que sabe mais que voc\u00ea, que tem um processo, um m\u00e9todo, um caminho. A\u00ed, h\u00e1\u00a0um colega que te ajuda, algu\u00e9m que voc\u00ea ajuda e sabe mais do que ele, isso tudo s\u00e3o exerc\u00edcios que te auxiliam\u00a0a desenvolver habilidades de v\u00e1rios tipos, inclusive essas que a gente mede, que s\u00e3o de leitura escrita e matem\u00e1tica. O trabalho, o n\u00e3o presencial, remoto, ou at\u00e9 o n\u00e3o trabalho, porque muita gente n\u00e3o conseguiu dar continuidade \u00e0s suas ocupa\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m limitaram\u00a0essa possibilidade de desenvolvimento\u201d, diz\u00a0Ana Lima, coordenadora do estudo.<\/p>\n<p>Embora a metodologia utilizada n\u00e3o consiga estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito que determine se a empregabilidade \u00e9 relacionada \u00e0 profici\u00eancia ou se efetivamente melhora quando o jovem trabalha, Lima considera poss\u00edvel afirmar que os jovens se beneficiam em ambas as situa\u00e7\u00f5es: aqueles que dominam rapidamente a capacidade de leitura consolidada t\u00eam maior inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho, mas tamb\u00e9m aqueles que n\u00e3o a\u00a0tem e passam a frequentar ambientes laborais tendem a melhorar sensivelmente as habilidades nesse quesito. O que preocupa, pondera, \u00e9 que esse avan\u00e7o ainda n\u00e3o \u00e9 o necess\u00e1rio para um mercado de trabalho cada vez mais exigente em termos de capacita\u00e7\u00e3o e de uso de t\u00e9cnicas e equipamentos complexos.<\/p>\n<p>\u201cA escolariza\u00e7\u00e3o dessas pessoas \u00e9 bem maior do que a gera\u00e7\u00e3o anterior, e esse jovem est\u00e1 melhor qualificado do que estava na d\u00e9cada passada, na gera\u00e7\u00e3o passada. Ainda assim, ele chega com muitas limita\u00e7\u00f5es para atuar num\u00a0mercado de trabalho cada vez mais sofisticado, que quer mais tecnologia e requer menos trabalho bra\u00e7al. Esse avan\u00e7o \u00e9 insuficiente para atender \u00e0\u00a0qualifica\u00e7\u00e3o que o empregador espera e para trazer a realiza\u00e7\u00e3o que o trabalhador espera, pois ele tamb\u00e9m investiu mais tempo nos estudos. H\u00e1 frustra\u00e7\u00f5es dos dois lados\u201d, avalia Ana Lima. Para esse grupo, ela considera que cabe ao poder p\u00fablico fomentar a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o continuada e concentrada na rela\u00e7\u00e3o com o mundo do trabalho, valorizando empregadores e redes educativas com hor\u00e1rio flex\u00edvel.<\/p>\n<p>Ana tamb\u00e9m considera que a reestrutura\u00e7\u00e3o da Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos (EJA), bastante impactada na \u00faltima d\u00e9cada, \u00e9 um caminho importante, mas com um perfil diferente daquele da virada do s\u00e9culo. No per\u00edodo,\u00a0a valoriza\u00e7\u00e3o de trabalhadores em idade\u00a0mais avan\u00e7ada\u00a0e com exclus\u00e3o hist\u00f3rica tinha um papel mais determinante, o que n\u00e3o percebemos no perfil atual dos\u00a0estudantes. A EJA mais recente tem, cada vez mais, o papel de conciliar trabalho e a retomada do estudo para jovens que precisaram parar em algum momento. Para a pesquisadora, \u00e9\u00a0natural que esse caminho inclua a forma\u00e7\u00e3o profissionalizante e a parceria com empresas e entidades de representa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, o que pode significar a diferen\u00e7a para o\u00a0grupo, de inclus\u00e3o mais complexa.<\/p>\n<h2>Vulnerabilidades<\/h2>\n<p>O estudo destaca\u00a0a import\u00e2ncia de pol\u00edticas de combate \u00e0s desigualdades, principalmente quando a an\u00e1lise considera crit\u00e9rios de g\u00eanero e ra\u00e7a. Entre as mulheres jovens com analfabetismo funcional, 42% n\u00e3o estudam nem trabalham, ao passo que os\u00a0 homens na mesma condi\u00e7\u00e3o representam 17% da amostra. Para os homens que s\u00e3o analfabetos funcionais, 56% apenas trabalhavam, o que o estudo atribui \u00e0 responsabilidade e ao peso dos cuidados familiares como fator de perpetua\u00e7\u00e3o das dificuldades.<\/p>\n<p>No caso dos jovens negros, h\u00e1 maior incid\u00eancia de analfabetismo funcional (17%) e menor presen\u00e7a no grupo com alfabetismo consolidado (40%), em compara\u00e7\u00e3o com os jovens brancos, com \u00edndices de 13% e 53%, respectivamente. O estudo n\u00e3o especificou a diferen\u00e7a entre mulheres e homens aliada ao fator ra\u00e7a, por\u00e9m \u00e9 comum em estudos de desigualdade a percep\u00e7\u00e3o de que a situa\u00e7\u00e3o se agrava quando h\u00e1 pesquisa efetiva sobre o impacto em mulheres negras.<\/p>\n<div class=\"noticias-relacionadas rel-position rowflex\">\n<div class=\"title abs-position\">Relacionadas<\/div>\n<p><a class=\"noticia-relacionada-interna\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/educacao\/noticia\/2025-05\/tres-cada-10-brasileiros-sao-analfabetos-funcionais-0\"> <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/l_eCQd5o8ExdGt51kr2ksrgemj8=\/390x240\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/04\/03\/53628410810_2bd7a4d7bd_o.jpg?itok=6vjbg3TI\" alt=\"02\/04\/2024 - Com menor taxa de analfabetismo do pa\u00eds, DF \u00e9 refer\u00eancia em educa\u00e7\u00e3o\nO Distrito Federal \u00e9 a unidade da Federa\u00e7\u00e3o com a menor taxa de analfabetismo do pa\u00eds (1,7%), segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD) Cont\u00ednua mais recente. Adultos sendo alfabetizados na escola. Foto: Geovana Albuquerque\/Ag\u00eancia Bras\u00edlia\"><\/a><\/div>\n<p><a class=\"noticia-relacionada-interna\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/educacao\/noticia\/2025-05\/tres-cada-10-brasileiros-sao-analfabetos-funcionais-0\"><\/p>\n<div class=\"titulo-noticia-relacionada\">Tr\u00eas em cada 10 brasileiros s\u00e3o analfabetos funcionais, indica estudo\u00a0<\/div>\n<p><\/a><a class=\"noticia-relacionada-interna\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2024-12\/analfabetismo-atinge-um-em-cada-cinco-residentes-de-terras-indigenas\"><\/p>\n<div class=\"capa-noticia-relacionada\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/6v2F7UAgFd-PVHBzrbd3esz8904=\/390x240\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/_mg_9602.jpg?itok=yU6BjSA4\" alt=\"Surucucu (RR), 10\/02\/2023 - A Maloca de Xerimifique, em Surucucu, na Terra Ind\u00edgena Yanomami. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\"><\/div>\n<div class=\"titulo-noticia-relacionada\">Analfabetismo atinge um em cada cinco residentes de terras ind\u00edgenas<\/div>\n<p><\/a><\/p>\n<div class=\"footer-noticia\">\n<div class=\"editor rowflex\">Edi\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<div class=\"nome-editor\">Gra\u00e7a Adjuto<\/div>\n<div class=\"nome-editor\">\u00a0<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"nome-editor\">fonte: <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/educacao\/noticia\/2025-08\/insercao-no-mercado-de-trabalho-tende-melhorar-habilidade-de-leitura\">https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/educacao\/noticia\/2025-08\/insercao-no-mercado-de-trabalho-tende-melhorar-habilidade-de-leitura<\/a><\/div>\n<div class=\"nome-editor\">\u00a0<\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_808\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"808\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z\"\/><path d=\"M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z\"\/><path d=\"M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z\"\/><path d=\"M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z\"\/><path d=\"M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z\"\/><path d=\"M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z\"\/><path d=\"M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z\"\/><path d=\"M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z\"\/><path d=\"M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z\"\/><\/g><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 o que mostra o estudo Indicador de Alfabetismo Funcional<\/p>\n","protected":false},"author":5419,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":true,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_gspb_post_css":"","content-type":"","footnotes":""},"categories":[476],"tags":[829,727],"class_list":["post-808","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos","tag-analfabetismo","tag-trabalho"],"acf":[],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":0,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/808","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/5419"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=808"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/808\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=808"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=808"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=808"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}