{"id":3560,"date":"2026-05-20T16:49:39","date_gmt":"2026-05-20T19:49:39","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?page_id=3560"},"modified":"2026-05-28T16:36:07","modified_gmt":"2026-05-28T19:36:07","slug":"elas-vao-a-luta-conheca-a-historia-de-uma-das-fundadores-do-cfemea","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/elas-vao-a-luta-conheca-a-historia-de-uma-das-fundadores-do-cfemea\/","title":{"rendered":"Elas v\u00e3o \u00e0 luta: conhe\u00e7a a hist\u00f3ria de uma das fundadores do Cfemea"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"o-jornal-correio-braziliense-conta-a-historia-de-guacira-de-oliveira-uma-das-fundadoras-do-cfemea-na-quarta-reportagem-da-serie-elas-vao-a-luta-em-30-anos-de-trabalho-ela-se-tornou-referencia-em-estudos-e-manifestacoes-sobre-os-direitos-das-mulheres\" class=\"wp-block-heading\">O jornal Correio Braziliense conta a hist\u00f3ria de Guacira de Oliveira, uma das fundadoras do Cfemea, na quarta reportagem da s\u00e9rie Elas v\u00e3o \u00e0 luta. Em 30 anos de trabalho, ela se tornou refer\u00eancia em estudos e manifesta\u00e7\u00f5es sobre os direitos das mulheres<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor?termo=correio-braziliense\">CB<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Correio Braziliense<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><small>postado em 06\/03\/2020 06:00<\/small><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"495\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/guacira-correio-braziliense.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3561\" srcset=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/guacira-correio-braziliense.jpg 750w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/guacira-correio-braziliense-600x396.jpg 600w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/guacira-correio-braziliense-300x198.jpg 300w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/guacira-correio-braziliense-150x100.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imgsapp2.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia_127983242361\/2020\/03\/06\/832386\/20200306010028597551i.JPG\" alt=\"\">Da indigna\u00e7\u00e3o contra injusti\u00e7as sociais veio a sede de mudar o mundo que, desde a adolesc\u00eancia, move a soci\u00f3loga&nbsp;<strong>Guacira Cesar de Oliveira<\/strong>, 60 anos. Uma das fundadoras do&nbsp;<strong>Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea)<\/strong>, ela leva na bagagem um hist\u00f3rico de ativismo e luta pela igualdade de direitos que passam, inclusive, pelos debates que ajudaram a criar leis hist\u00f3ricas de prote\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres, como a Maria da Penha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Natural do estado de S\u00e3o Paulo, ela se mudou para a capital federal aos 17 anos, quando prestou vestibular para a Universidade de Bras\u00edlia (UnB) e foi aprovada para o curso de ci\u00eancias sociais. Ali teria in\u00edcio o engajamento social que a acompanha at\u00e9 hoje. \u201cEntrei na UnB em 1977, em um momento em que a universidade estava ocupada pela pol\u00edcia. Ent\u00e3o, j\u00e1 cheguei indignada e me encontrei no movimento estudantil logo de cara.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na vida universit\u00e1ria, teve o primeiro contato com o feminismo, ap\u00f3s se debru\u00e7ar sobre as p\u00e1ginas do livro O segundo sexo, de Simone de Beauvoir. \u201cEu vivi na pele a dificuldade de ser uma jovem mulher na luta contra a ditadura\u201d, destaca. \u201cHavia uma discrimina\u00e7\u00e3o com a nossa presen\u00e7a. Diziam que uma mulher serve para florir a mesa, mas na hora de resolver as coisas, \u00e9 conversa de homem. Essas coisas que se diz at\u00e9 hoje.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por meio da leitura de autoras feministas e a forma\u00e7\u00e3o de um grupo de estudos, Guacira se aproximou do movimento. Com as companheiras, fez parte de diversas manifesta\u00e7\u00f5es e protestos. \u201cLembro-me de fazermos uma vig\u00edlia no terreno onde hoje est\u00e1 a Delegacia Especial de Atendimento \u00e0 Mulher, porque queriam destinar aquele espa\u00e7o para outra coisa. N\u00f3s quer\u00edamos a Deam, ent\u00e3o, nos engajamos nesta causa.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A soci\u00f3loga, que come\u00e7ou trabalhando como secret\u00e1ria, atuou no F\u00f3rum de Mulheres do DF e Entorno, onde passou a lutar para que os direitos das mulheres estivessem garantidos na nova Constitui\u00e7\u00e3o, que seria promulgada em 1988. Acabou convidada para ser assessora t\u00e9cnica na \u00e1rea de articula\u00e7\u00e3o institucional do Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres, em 1987.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dessa posi\u00e7\u00e3o, conheceu grupos feministas do Brasil inteiro e ampliou os horizontes. \u201cQuando a Constituinte chegou, a gente tinha certeza de que havia princ\u00edpios importantes, mas que desdobrar isso em uma legisla\u00e7\u00e3o que, de fato, significasse uma transforma\u00e7\u00e3o na vida das mulheres, ainda exigiria muita luta\u201d, recorda. \u201cEra preciso nos fortalecer frente ao Congresso.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"mobilizacao\" class=\"wp-block-heading\"><br><strong>Mobiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A participa\u00e7\u00e3o na institui\u00e7\u00e3o, no entanto, n\u00e3o durou muito. Ao ver que as verbas para campanhas eram cortadas, ela e as demais conselheiras entregaram os cargos. \u201cN\u00f3s v\u00edamos que era importante estar organizadas para juntarmos for\u00e7as e seguir nessa conex\u00e3o com movimentos de todo o pa\u00eds\u201d, lembra. Preocupadas com a regulamenta\u00e7\u00e3o de direitos, elas criaram o Cfemea, em julho de 1989. \u201cNesses anos todos, a gente foi construindo um espa\u00e7o de articula\u00e7\u00e3o com os movimentos de mulheres e com o Congresso Nacional.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em palestras, oficinas, estudos e manifesta\u00e7\u00f5es, Guacira, junto ao centro, desenvolveu o di\u00e1logo que permitiu o debate e a constru\u00e7\u00e3o de diversas leis. Entre elas, a Lei Maria da Penha. \u201cHavia um princ\u00edpio constitucional que protegia a mulher contra a viol\u00eancia dom\u00e9stica, mas n\u00e3o existia uma estrutura que desse base a isso\u201d, afirma Guacira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Cfemea ajudou a elaborar o primeiro projeto do que, em 2006, se tornaria o principal guia de defesa de v\u00edtimas de agress\u00e3o dom\u00e9stica em todos os n\u00edveis. Outra luta foi pelo planejamento familiar. \u201cN\u00e3o havia pol\u00edticas p\u00fablicas que garantissem formas de contracep\u00e7\u00e3o. A pr\u00f3pria laqueadura e esteriliza\u00e7\u00e3o de homens n\u00e3o estavam previstas na rede p\u00fablica.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Batalhar pela participa\u00e7\u00e3o feminina na pol\u00edtica foi outro passo importante. \u201cO Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses com maior desigualdade na presen\u00e7a de homens e mulheres dentro do parlamento, e isso retrata bastante a exclus\u00e3o que acontece em outros espa\u00e7os\u201d, avalia. Nas contas da soci\u00f3loga, o centro esteve envolvido na discuss\u00e3o de ao menos 80 leis ao longo dos \u00faltimos 30 anos. \u201cAs desigualdades de g\u00eanero s\u00e3o algo crucial, que temos de enfrentar para construir justi\u00e7a. Esse governo est\u00e1 justamente na contram\u00e3o disso.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"8-de-marco\" class=\"wp-block-heading\"><strong>8 de mar\u00e7o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No dia Internacional da Mulher, Guacira garante que h\u00e1 muito para ser comemorado. \u201cN\u00f3s transformamos a sociedade brasileira. Se algumas injusti\u00e7as e desigualdades foram enfrentadas nesses 500 anos de Brasil, n\u00f3s temos muito a ver com isso. Demos a cara e a coragem para isso acontecer.\u201d Contudo, ainda muito \u00e9 preciso fazer para combater o machismo. \u201cExiste um movimento neopatriarcal que quer voltar a mulher para a submiss\u00e3o dos maridos. H\u00e1 toda uma constru\u00e7\u00e3o conservadora tentando ser resgatada.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na vis\u00e3o dela, a atual conjuntura pol\u00edtica tem contribu\u00eddo para que cen\u00e1rios de viol\u00eancia continuem crescendo. \u201c\u00c9 assustador esse machismo e misoginia que est\u00e3o crescendo e sendo nutridos. Vamos lutar, porque as nossas conquistas e vidas est\u00e3o amea\u00e7adas, mas podemos resistir a essa ofensiva conservadora\u201d, garante. A resist\u00eancia, ali\u00e1s, ainda deve continuar por muitos anos. A ativista descarta a possibilidade de aposentadoria t\u00e3o cedo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Da adolescente guerreira para hoje, poucas s\u00e3o as diferen\u00e7as. A dedica\u00e7\u00e3o para lutar pelo que quer, ela atribui \u00e0 m\u00e3e. V\u00edtima das agress\u00f5es do marido, ela se separou e seguiu com os irm\u00e3os ca\u00e7ulas de Guacira para Bras\u00edlia. Vendeu bijuterias, foi camel\u00f4 e, por fim, abriu um sebo de livros na Asa Norte. \u201cA separa\u00e7\u00e3o foi quando ela p\u00f4de dar asas a quem era, e ao desejo que tinha de ter autonomia. Minha m\u00e3e, para mim, \u00e9 inspiradora.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"para-saber-mais\" class=\"wp-block-heading\"><strong>Para saber mais<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universidade Livre Feminista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Iniciada como um espa\u00e7o virtual, mas hoje presencial, a Universidade Livre Feminista \u00e9 um espa\u00e7o de discuss\u00e3o e acesso a cartilhas, artigos, livros e v\u00eddeos, al\u00e9m de f\u00f3runs de debate e cursos on-line. Cerca de 3 mil pessoas est\u00e3o inscritas e quase 5 mil acessam a plataforma diariamente. O objetivo \u00e9 promover a reflex\u00e3o e a troca de ideias, al\u00e9m de viv\u00eancias e de experi\u00eancias entre mulheres de diferentes identidades e campos de atua\u00e7\u00e3o, assim como com outros grupos e indiv\u00edduos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Destaques<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Elas est\u00e3o na educa\u00e7\u00e3o, na sa\u00fade, no esporte, na pol\u00edtica. N\u00e3o importa a \u00e1rea, as mulheres, h\u00e1 muito, deixaram para tr\u00e1s o estigma de cuidar do lar e dos filhos e assumiram lugar de destaque, servindo de inspira\u00e7\u00e3o para todos. Na s\u00e9rie Elas v\u00e3o \u00e0 Luta, o&nbsp;<strong>Correio<\/strong>&nbsp;conta as hist\u00f3rias dessas pessoas de destaque no Distrito Federal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">fonte: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia\/cidades\/2020\/03\/06\/interna_cidadesdf,832386\/elas-vao-a-luta-conheca-a-historia-de-uma-das-fundadores-do-cfemea.shtml\">https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia\/cidades\/2020\/03\/06\/interna_cidadesdf,832386\/elas-vao-a-luta-conheca-a-historia-de-uma-das-fundadores-do-cfemea.shtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Mulheres e Envelhecimento - Programa Terceiras Inten\u00e7\u00f5es, do Coletivo Filhas da M\u00e3e\" width=\"960\" height=\"540\" 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Em 30 anos de trabalho, ela se tornou refer\u00eancia em estudos e manifesta\u00e7\u00f5es sobre os direitos das mulheres CB Correio Braziliense postado em 06\/03\/2020 06:00 Da indigna\u00e7\u00e3o contra injusti\u00e7as sociais<\/p>\n","protected":false},"author":5419,"featured_media":3561,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"_gspb_post_css":"","footnotes":""},"class_list":["post-3560","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":18,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3560","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5419"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3560"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3560\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3828,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3560\/revisions\/3828"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3561"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3560"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}