{"id":3929,"date":"2026-06-08T08:50:52","date_gmt":"2026-06-08T11:50:52","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=3929"},"modified":"2026-06-08T08:54:47","modified_gmt":"2026-06-08T11:54:47","slug":"africa-as-guerras-e-mortes-esquecidas-artigo-de-fernando-ayala-gonzalez","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/africa-as-guerras-e-mortes-esquecidas-artigo-de-fernando-ayala-gonzalez\/","title":{"rendered":"\u00c1frica. As guerras e mortes esquecidas. Artigo de Fernando Ayala Gonz\u00e1lez"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEstima-se que o n\u00famero de mortos desde 2020 se aproxime de meio milh\u00e3o, seja por combates, fome, massacres ou atos terroristas\u201d. A reflex\u00e3o \u00e9 de&nbsp;<strong>Fernando Ayala Gonz\u00e1lez<\/strong>, em artigo publicado por&nbsp;<a href=\"https:\/\/estrategia.la\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrategia\/CLAE<\/a>, 04-06-2026. A tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 do&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/sobre-o-ihu\/cepat\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cepat<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fernando Ayala Gonz\u00e1lez<\/strong>&nbsp;\u00e9 embaixador chileno, economista formado pela Universidade de Zagreb, Cro\u00e1cia, e mestre em Ci\u00eancias Pol\u00edticas pela Universidade Cat\u00f3lica do Chile. Ex-subsecret\u00e1rio de Defesa. \u00c9 professor adjunto do Instituto de Ci\u00eancia Pol\u00edtica da Universidade do Chile.<\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"eis-o-artigo\" class=\"wp-block-heading\">Eis o artigo.<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/666636-a-africa-e-uma-terra-que-deve-ser-escutada-e-respeitada-nao-apenas-ajudada-artigo-de-giulio-albanese\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">continente africano<\/a>, com seus 1,55 bilh\u00e3o de habitantes distribu\u00eddos por 54 Estados soberanos, al\u00e9m da&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/619195-os-valores-universais-uma-tragedia-ocidental\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Rep\u00fablica \u00c1rabe Saaraui Democr\u00e1tica<\/a>, que busca sua independ\u00eancia, abrange uma \u00e1rea de 30,3 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados e \u00e9 considerado pelas institui\u00e7\u00f5es financeiras internacionais (<strong>Fundo Monet\u00e1rio Internacional<\/strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Banco Mundial<\/strong>) o mais pobre do planeta. Cinco pa\u00edses ocupam os piores lugares em termos de renda e indicadores de desenvolvimento humano:&nbsp;<strong>Burundi<\/strong>,&nbsp;<strong>Sud\u00e3o do Sul<\/strong>,&nbsp;<strong>Rep\u00fablica Centro-Africana<\/strong>,&nbsp;<strong>Malawi<\/strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Mo\u00e7ambique<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este \u00e9 o paradoxo do continente mais rico em recursos naturais, onde h\u00e1 desde ouro, diamantes, petr\u00f3leo e cobre at\u00e9 todos os tipos de minerais estrat\u00e9gicos, como terras raras, cobalto e ur\u00e2nio, entre muitos outros. A&nbsp;<strong>\u00c1frica<\/strong>&nbsp;tem sido v\u00edtima da pilhagem de seus recursos humanos e naturais durante s\u00e9culos, especialmente pelas pot\u00eancias europeias que a escravizaram, dividiram e exploraram. Hoje, guerras s\u00e3o travadas no&nbsp;<strong>Sud\u00e3o<\/strong>,&nbsp;<strong>Congo<\/strong>,&nbsp;<strong>Sahel<\/strong>,&nbsp;<strong>Som\u00e1lia<\/strong>,&nbsp;<strong>Mo\u00e7ambique<\/strong>,&nbsp;<strong>Nig\u00e9ria<\/strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>L\u00edbia<\/strong>, a maioria delas conflitos civis entre grupos \u00e9tnicos em alguns casos, grupos religiosos em outros, ou lutas pelo poder e controle de territ\u00f3rios e recursos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estima-se que o n\u00famero de mortos desde 2020 se aproxime de meio milh\u00e3o, seja por combates, fome, massacres ou atos terroristas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A chamada \u201c<strong>Era dos Descobrimentos<\/strong>\u201d, que come\u00e7ou no s\u00e9culo XV com a chegada dos primeiros portugueses \u00e0 costa africana, moldou tragicamente o destino do continente. A partir do estabelecimento das primeiras col\u00f4nias nas ilhas da&nbsp;<strong>Madeira<\/strong>,&nbsp;<strong>Cabo Verde<\/strong>&nbsp;e na costa atl\u00e2ntica, iniciou-se o com\u00e9rcio de ouro, marfim, a\u00e7\u00facar e, o mais lucrativo de todos: a&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/666560-a-onu-esta-tentando-curar-as-feridas-deixadas-pela-escravidao-na-africa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ca\u00e7a e a venda de seres humanos<\/a>.&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/638464-portugueses-ja-foram-os-donos-do-mundo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Portugal<\/a>&nbsp;abriu rotas mar\u00edtimas para o transporte de escravos e lan\u00e7ou as bases para os imp\u00e9rios coloniais que ali se desenvolveram. Estima-se que os navios portugueses transportaram cerca de cinco milh\u00f5es de escravos para o&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/547885\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Brasil<\/a>&nbsp;e outros destinos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O com\u00e9rcio rapidamente se espalhou para a&nbsp;<strong>Inglaterra<\/strong>, que transportou pouco mais de tr\u00eas milh\u00f5es de pessoas para os&nbsp;<strong>Estados Unidos<\/strong>&nbsp;e o&nbsp;<strong>Caribe<\/strong>. A&nbsp;<strong>Espanha<\/strong>&nbsp;seguiu essa estat\u00edstica macabra, transportando cerca de 1,5 milh\u00e3o de escravos para a&nbsp;<strong>Am\u00e9rica do Sul<\/strong>,&nbsp;<strong>Cuba<\/strong>&nbsp;e outros destinos. A&nbsp;<strong>Fran\u00e7a<\/strong>&nbsp;registrou 1,2 milh\u00e3o de escravos levados para o&nbsp;<strong>Haiti<\/strong>&nbsp;e outras ilhas, assim como os comerciantes holandeses. A maior parte do tr\u00e1fico humano foi realizada em navios ingleses, especialmente a partir do s\u00e9culo XVII, quando a frota brit\u00e2nica controlava os oceanos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As consequ\u00eancias da escravid\u00e3o e da explora\u00e7\u00e3o dos recursos naturais africanos pelas pot\u00eancias coloniais deixaram marcas profundas. Culturas e l\u00ednguas foram divididas pelo poder colonial, \u00e1vido por suas riquezas, onde os seres humanos eram tratados como meras vari\u00e1veis comerciais, mera mercadoria. Assim, durante a&nbsp;<strong>Primeira e a Segunda Guerra Mundial<\/strong>, milhares e milhares de africanos vestiram os uniformes das pot\u00eancias coloniais, e muitos foram morrer em solo europeu sem entender completamente por que estavam lutando. Hoje, a m\u00e3o das antigas e novas pot\u00eancias neocoloniais n\u00e3o est\u00e1 ausente dos conflitos civis que est\u00e3o drenando o continente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/618726-a-corrida-armamentista-contagia-a-africa-e-alimenta-a-espiral-dos-conflitos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vendas de armas<\/a>, treinamento militar e interesses geopol\u00edticos est\u00e3o presentes em praticamente todos eles. No&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/664849-tres-anos-de-guerra-no-sudao-drones-ouro-e-um-roteiro-incerto-artigo-de-sarah-babiker\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sud\u00e3o<\/a>, o conflito j\u00e1 dura tr\u00eas anos, com uma disputa pelo poder para controlar a economia e os recursos naturais de um pa\u00eds rico em ouro e petr\u00f3leo. Uma situa\u00e7\u00e3o semelhante se desenrola no&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/661981-a-grande-fuga-para-o-burundi-nao-ha-esperanca-na-rd-do-congo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Congo<\/a>, onde fac\u00e7\u00f5es rivais se enfrentam h\u00e1 quatro anos para controlar a riqueza de um pa\u00eds rico em ouro, cobalto, outros minerais e a madeira de sua floresta tropical, explorada por empresas europeias. As ra\u00edzes aqui s\u00e3o mais profundas devido aos persistentes interesses neocoloniais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O&nbsp;<strong>Congo<\/strong>&nbsp;conquistou sua independ\u00eancia da&nbsp;<strong>B\u00e9lgica<\/strong>&nbsp;em 1960, quando&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/186-noticias-2017\/506073-patrice-lumumba-17-de-janeiro\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Patrice Lumumba<\/a>, um l\u00edder nacionalista, venceu as elei\u00e7\u00f5es e foi nomeado primeiro-ministro. Tr\u00eas meses depois, ele foi preso, torturado e assassinado em uma opera\u00e7\u00e3o coordenada pelo governo belga e pela&nbsp;<strong>CIA<\/strong>, sob a alega\u00e7\u00e3o de representar uma amea\u00e7a ao tentar assumir o controle de seus recursos naturais. Hoje, interesses estrangeiros, rivalidades \u00e9tnicas e a luta pelo poder est\u00e3o todos presentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A regi\u00e3o do&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/568405\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sahel<\/a>, que abrange 10 pa\u00edses, tem tr\u00eas deles \u2013&nbsp;<strong>Mali<\/strong>,&nbsp;<strong>N\u00edger<\/strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Burkina Faso<\/strong>&nbsp;\u2013 em conflito desde 2012 devido a uma s\u00e9rie de fatores, incluindo a presen\u00e7a de&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/608606-o-jihadismo-avanca-no-sahel-sao-o-mcdonald-s-do-terrorismo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">jihadistas<\/a>&nbsp;e a explora\u00e7\u00e3o de ur\u00e2nio, l\u00edtio e ouro. Esses conflitos s\u00e3o agravados pelo deslocamento for\u00e7ado causado pela viol\u00eancia, bem como pela seca, pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e pela fome. Na&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/665288-nigeria-massacre-de-cristaos-pelo-menos-29-mortos-uma-igreja-e-100-motocicletas-queimadas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nig\u00e9ria<\/a>, o pa\u00eds mais populoso e multi\u00e9tnico da&nbsp;<strong>\u00c1frica<\/strong>, as for\u00e7as estadunidenses bombardearam bases do&nbsp;<strong>Estado Isl\u00e2mico<\/strong>&nbsp;no noroeste do pa\u00eds h\u00e1 alguns meses. Os conflitos multi\u00e9tnicos e o terrorismo aprofundaram as divis\u00f5es entre crist\u00e3os e mu\u00e7ulmanos, deixando mais de 50.000 mortos nos \u00faltimos 15 anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O mundo real \u00e9 implac\u00e1vel quando se trata de disseminar informa\u00e7\u00f5es. Estima-se que as not\u00edcias sobre conflitos na&nbsp;<strong>\u00c1frica<\/strong>&nbsp;alcancem menos de 5% da imprensa mundial, em compara\u00e7\u00e3o com os quase 80% dedicados \u00e0 guerra dos&nbsp;<strong>EUA<\/strong>&nbsp;contra o&nbsp;<strong>Ir\u00e3<\/strong>, \u00e0 guerra da&nbsp;<strong>R\u00fassia<\/strong>&nbsp;contra a&nbsp;<strong>Ucr\u00e2nia<\/strong>&nbsp;e \u00e0 guerra de&nbsp;<strong>Israel<\/strong>&nbsp;contra o povo palestino e o&nbsp;<strong>L\u00edbano<\/strong>. Diante dessa situa\u00e7\u00e3o, \u00e9 altamente improv\u00e1vel que a realidade na&nbsp;<strong>\u00c1frica<\/strong>&nbsp;mude a curto ou m\u00e9dio prazo. As proje\u00e7\u00f5es de crescimento populacional das&nbsp;<strong>Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong>&nbsp;estimam que, at\u00e9 2050, a popula\u00e7\u00e3o africana aumentar\u00e1 de 1,55 bilh\u00e3o para 2,5 bilh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se a&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/620488-a-mudanca-climatica-como-gatilho-de-conflitos-armados-na-africa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">crise clim\u00e1tica<\/a>, a inseguran\u00e7a alimentar e os conflitos armados persistirem ou piorarem, a \u00fanica alternativa que lhes restar\u00e1 para se alimentar e salvar suas vidas, assim como fizeram os primeiros humanos que caminharam eretos naquele continente h\u00e1 mais de dois milh\u00f5es de anos, ser\u00e1 caminhar. Para onde? Para a&nbsp;<strong>Europa<\/strong>, que \u00e9 a mais pr\u00f3xima e, em grande parte, respons\u00e1vel pela situa\u00e7\u00e3o atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O processo de descoloniza\u00e7\u00e3o da d\u00e9cada de 1960 n\u00e3o foi acompanhado por uma estrutura semelhante ao&nbsp;<strong>Plano Marshall<\/strong>, que teria ajudado a construir bases s\u00f3lidas, fortalecer os Estados e desenvolver institui\u00e7\u00f5es que permitissem o uso racional de seus recursos. Pelo contr\u00e1rio, a explora\u00e7\u00e3o desses recursos continuou de outras formas e, hoje, ningu\u00e9m se sente respons\u00e1vel, nem existe um plano para efetuar uma mudan\u00e7a real na situa\u00e7\u00e3o, que seria \u2013 como todos sabem \u2013 o principal freio \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As ag\u00eancias das&nbsp;<strong>Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong>&nbsp;realizam um trabalho essencialmente paliativo, respondendo a emerg\u00eancias, mas isso n\u00e3o basta; apenas atenua os momentos cr\u00edticos. Por fim, um indicador que reflete a dram\u00e1tica realidade: a&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/625916-estudo-mostra-perspectiva-cruel-sobre-mortalidade-infantil\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">taxa de mortalidade infantil<\/a>&nbsp;(menores de cinco anos) na&nbsp;<strong>Uni\u00e3o Europeia<\/strong>&nbsp;chega hoje a 4 crian\u00e7as por cada 1.000 nascidos vivos. Na&nbsp;<strong>\u00c1frica<\/strong>, segundo a&nbsp;<strong>Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade<\/strong>, at\u00e9 2025, 71,6 em cada mil crian\u00e7as morreram antes dos cinco anos de idade, principalmente no primeiro m\u00eas de vida, representando 58% da mortalidade infantil global, ou seja, mais de 2,8 milh\u00f5es de crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"leia-mais\" class=\"wp-block-heading\">Leia mais<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/666636-a-africa-e-uma-terra-que-deve-ser-escutada-e-respeitada-nao-apenas-ajudada-artigo-de-giulio-albanese\">A \u00c1frica \u00e9 uma terra que deve ser escutada e respeitada, n\u00e3o apenas ajudada. Artigo de Giulio Albanese<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/662063-como-a-europa-subdesenvolveu-a-africa-leia-walter-rodney-hoje-artigo-de-alejandro-pedregal-e-alejandro-pedregal-onni-ahvonen\">\u201cComo a Europa subdesenvolveu a \u00c1frica\u201d: leia Walter Rodney hoje. Artigo de Alejandro Pedregal e Alejandro Pedregal Onni Ahvonen<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/653797-como-a-europa-subdesenvolveu-a-africa-artigo-de-angela-davis\">Como a Europa subdesenvolveu a \u00c1frica. Artigo de Angela Davis<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/666632-voo-de-deportacao-expoe-violencia-xenofoba-na-africa-do-sul-pais-mais-industrializado-do-continente\">Voo de deporta\u00e7\u00e3o exp\u00f5e viol\u00eancia xen\u00f3foba na \u00c1frica do Sul, pa\u00eds mais industrializado do continente<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/666560-a-onu-esta-tentando-curar-as-feridas-deixadas-pela-escravidao-na-africa\">ONU est\u00e1 tentando curar as feridas deixadas pela escravid\u00e3o na \u00c1frica<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/591664-e-uma-historia-que-se-repete-em-toda-a-sua-crueldade-aquela-da-escravidao-na-africa\">Escravid\u00e3o na \u00c1frica. Uma hist\u00f3ria que se repete em toda a sua crueldade<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/665604-a-guerra-no-ira-mergulha-a-africa-em-uma-crise-energetica\">A guerra no Ir\u00e3 mergulha a \u00c1frica em uma grande crise energ\u00e9tica<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/664400-africa-abre-as-portas-para-reparacoes-legais-e-economicas-pela-escravidao-a-historia-nao-deve-ser-silenciada\">\u00c1frica abre as portas para repara\u00e7\u00f5es legais e econ\u00f4micas pela escravid\u00e3o: \u201cA hist\u00f3ria n\u00e3o deve ser silenciada\u201d<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/664227-dividas-a-pagar-reparacoes-a-fazer-a-resolucao-das-nacoes-unidas-que-reconhecem-a-escravizacao-de-africanos-as-como-o-maior-crime-contra-a-humanidade-artigo-de-paulo-cesar-carbonari\">D\u00edvidas a pagar&#8230; repara\u00e7\u00f5es a fazer: a resolu\u00e7\u00e3o da ONU que reconhece a escraviza\u00e7\u00e3o de africanos como o maior crime contra a humanidade. Artigo de Paulo C\u00e9sar Carbonari<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/664027-gana-esta-impulsionando-uma-resolucao-da-onu-que-considera-a-escravatura-africana-o-crime-mais-grave-contra-a-humanidade\">Gana est\u00e1 impulsionando uma resolu\u00e7\u00e3o da ONU que considera a escravatura africana &#8220;o crime mais grave contra a humanidade&#8221;<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/663054-riqueza-mineral-da-africa-deve-servir-a-populacao\">Riqueza mineral da \u00c1frica deve servir \u00e0 popula\u00e7\u00e3o<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/660874-x-tuitadas-05-12-2025\">\u201cEnviaremos as nossas maiores empresas para o Congo e Ruanda. Extrairemos alguns dos minerais raros e alguns dos ativos. Todos ganhar\u00e3o muito dinheiro\u201d, garantiu Trump aos seus hom\u00f3logos africanos. X &#8211; Tuitadas<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/660600-o-imperio-do-ouro-o-crescente-dominio-dos-emirados-arabes-unidos-sobre-as-riquezas-minerais-da-africa\">O imp\u00e9rio do ouro: o crescente dom\u00ednio dos Emirados \u00c1rabes Unidos sobre as riquezas minerais da \u00c1frica<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">fonte: <a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/666862-africa-as-guerras-e-mortes-esquecidas-artigo-de-fernando-ayala-gonzalez\">https:\/\/ihu.unisinos.br\/666862-africa-as-guerras-e-mortes-esquecidas-artigo-de-fernando-ayala-gonzalez<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"mocambique-bispo-de-quelimane-assassinado\" class=\"wp-block-heading\">Mo\u00e7ambique: Bispo de Quelimane assassinado<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma profunda tristeza tomou conta da&nbsp;<strong>Igreja Cat\u00f3lica em Mo\u00e7ambique<\/strong>&nbsp;com o an\u00fancio do assassinato do&nbsp;<strong>Bispo<\/strong>&nbsp;<strong>Os\u00f3rio Citora Afonso<\/strong>, Bispo de Quelimane e Administrador Apost\u00f3lico da Beira. Seu corpo foi encontrado na manh\u00e3 de 6 de junho de 2026, em sua resid\u00eancia episcopal em&nbsp;<strong>Quelimane<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A informa\u00e7\u00e3o&nbsp;\u00e9 de&nbsp;<strong>Yanick&nbsp;Nzanzu<\/strong>&nbsp;<strong>Maliro<\/strong>, publicada por&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.settimananews.it\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Settimana News<\/a>, 06-06-2026.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo informa\u00e7\u00f5es iniciais, o prelado foi morto a tiros, um dos quais o atingiu no peito. As autoridades abriram uma investiga\u00e7\u00e3o para apurar completamente esse crime que chocou o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta morte brutal mergulha a&nbsp;<strong>Diocese de Quelimane<\/strong>, fundada em 1954 sob o patroc\u00ednio de&nbsp;<strong>Nossa Senhora da Liberta\u00e7\u00e3o<\/strong>, em luto, assim como toda a comunidade cat\u00f3lica mo\u00e7ambicana. Como sinal de comunh\u00e3o e esperan\u00e7a crist\u00e3, est\u00e1 sendo celebrada uma missa em mem\u00f3ria da v\u00edtima na&nbsp;<strong>Catedral de Nossa Senhora da Liberta\u00e7\u00e3o<\/strong>, por iniciativa do&nbsp;<strong>Conselho Diocesano de Consultores<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De&nbsp;<strong>Madrid<\/strong>, onde se encontra atualmente, o&nbsp;<a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/656705-leao-xiv-recorda-mocambique-artigo-de-luigi-sandri\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Papa Le\u00e3o XIV<\/a>&nbsp;expressou seu profundo choque com este &#8220;grave ato de viol\u00eancia&#8221;. Por meio do diretor da&nbsp;<strong>Sala de Im<\/strong><strong>prensa da Santa S\u00e9<\/strong>, o Papa uniu-se em ora\u00e7\u00e3o ao povo mo\u00e7ambicano, pedindo ao Senhor que console os fi\u00e9is aflitos, que proteja cada um em seu amor e que &#8220;detenha a m\u00e3o dos violentos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conhecido carinhosamente como &#8220;<strong>Dom Osorio<\/strong>&#8220;, o&nbsp;<strong>Bispo Citora<\/strong>&nbsp;foi membro do Instituto Mission\u00e1rio Consolata. Ele serviu no Dicast\u00e9rio para a Evangeliza\u00e7\u00e3o em Roma de 2017 a 2023, antes de ser nomeado Bispo de Quelimane em agosto de 2025.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/images\/ihu\/2026\/06\/08_06_bispo_de_mocambique.png\" alt=\"\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Bispo<\/strong>&nbsp;<strong>Os\u00f3rio Citora Afonso<\/strong>&nbsp;(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Consolata Africa).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em abril de 2026, o Papa tamb\u00e9m o nomeou administrador apost\u00f3lico da&nbsp;<strong>Arquidiocese da Beira<\/strong>. Homem de f\u00e9, di\u00e1logo e proximidade com os mais pobres, foi tamb\u00e9m secret\u00e1rio da Confer\u00eancia Episcopal de Mo\u00e7ambique.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O presidente mo\u00e7ambicano&nbsp;<strong>Daniel Francisco Chapo<\/strong>&nbsp;prestou homenagem a um pastor cujo &#8220;testemunho de humildade, dedica\u00e7\u00e3o pastoral e promo\u00e7\u00e3o dos valores da paz e da reconcilia\u00e7\u00e3o&#8221; impactou profundamente a sociedade mo\u00e7ambicana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num contexto em que a viol\u00eancia continua a amea\u00e7ar a vida de muitas comunidades, a morte do&nbsp;<strong>Bispo Os\u00f3rio Citora Afonso<\/strong>&nbsp;serve de lembrete do pre\u00e7o que alguns pastores pagam pelo seu compromisso em servir o&nbsp;<strong>Evangelho<\/strong>. O seu testemunho permanece um apelo \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade alicer\u00e7ada na justi\u00e7a, na fraternidade e na paz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Que o&nbsp;<strong>Senhor<\/strong>&nbsp;acolha o seu fiel servo na sua luz eterna e conceda ao povo de&nbsp;<strong>Mo\u00e7ambique<\/strong>&nbsp;a consola\u00e7\u00e3o, a for\u00e7a e a coragem para prosseguir no caminho da reconcilia\u00e7\u00e3o ao qual este bispo dedicou toda a sua vida.<\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"leia-mais-1\" class=\"wp-block-heading\">Leia mais<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/656705-leao-xiv-recorda-mocambique-artigo-de-luigi-sandri\">Le\u00e3o XIV recorda Mo\u00e7ambique. Artigo de Luigi Sandri<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/650137-mocambique-e-a-crise-dos-movimentos-de-libertacao-nacional-africanos\">Mo\u00e7ambique e a crise dos movimentos de liberta\u00e7\u00e3o nacional africanos<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/647952-ameaca-de-guerra-civil-ainda-paira-sobre-mocambique\">Amea\u00e7a de guerra civil ainda paira sobre Mo\u00e7ambique<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/647183-o-que-esta-acontecendo-em-mocambique-artigo-de-flavio-aguiar\">O que est\u00e1 acontecendo em Mo\u00e7ambique? Artigo de Fl\u00e1vio Aguiar<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/646598-mocambique-enfrenta-dificuldades-para-lidar-com-a-agitacao-pos-eleitoral-e-uma-insurgencia-mortal\">Mo\u00e7ambique enfrenta dificuldades para lidar com a agita\u00e7\u00e3o p\u00f3s-eleitoral e uma insurg\u00eancia mortal<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/645979-lider-catolico-diz-que-mocambique-esta-inexoravelmente-mergulhado-no-caos\">L\u00edder cat\u00f3lico diz que Mo\u00e7ambique est\u00e1 &#8220;inexoravelmente mergulhado no caos&#8221;<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/sobre-o-ihu\/78-noticias\/622013-mocambique-grupo-catolico-diz-que-a-insurgencia-no-pais-ainda-ameaca-civis\">Mo\u00e7ambique. Grupo cat\u00f3lico diz que a insurg\u00eancia no pa\u00eds ainda amea\u00e7a civis<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/categorias\/615744-mocambique-apelo-dos-lideres-religiosos-de-cabo-delgado-e-uma-crise-humanitaria\">Mo\u00e7ambique. Apelo dos l\u00edderes religiosos de Cabo Delgado: \u00e9 uma crise humanit\u00e1ria<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">fonte: <a href=\"https:\/\/ihu.unisinos.br\/666892-mocambique-bispo-de-quelimane-assassinado\">https:\/\/ihu.unisinos.br\/666892-mocambique-bispo-de-quelimane-assassinado<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div><p id=\"pvc_stats_3929\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"3929\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z\"\/><path d=\"M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z\"\/><path d=\"M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z\"\/><path d=\"M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z\"\/><path d=\"M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z\"\/><path d=\"M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z\"\/><path d=\"M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z\"\/><path d=\"M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z\"\/><path d=\"M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z\"\/><\/g><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p><div class=\"pvc_clear\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cEstima-se que o n\u00famero de mortos desde 2020 se aproxime de meio milh\u00e3o, seja por combates, fome, massacres ou atos terroristas\u201d. A reflex\u00e3o \u00e9 de&nbsp;Fernando Ayala Gonz\u00e1lez, em artigo publicado por&nbsp;Estrategia\/CLAE, 04-06-2026. A tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 do&nbsp;Cepat. Fernando Ayala Gonz\u00e1lez&nbsp;\u00e9 embaixador chileno, economista formado pela Universidade de Zagreb, Cro\u00e1cia, e mestre em Ci\u00eancias Pol\u00edticas pela Universidade<\/p>\n","protected":false},"author":5419,"featured_media":3930,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_gspb_post_css":"","footnotes":""},"categories":[972,471,491],"tags":[515,536,579,1004,552],"class_list":["post-3929","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-africa","category-mocambique","category-sociedade-civil","tag-africa","tag-direitos-humanos","tag-guerra","tag-igreja","tag-mocambique"],"acf":[],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":3,"today_views":3},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3929","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5419"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3929"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3929\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3934,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3929\/revisions\/3934"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3930"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3929"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3929"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3929"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}