{"id":3966,"date":"2026-06-16T10:42:22","date_gmt":"2026-06-16T13:42:22","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=3966"},"modified":"2026-06-16T10:46:52","modified_gmt":"2026-06-16T13:46:52","slug":"tecnologias-africanas-na-historia-da-humanidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/tecnologias-africanas-na-historia-da-humanidade\/","title":{"rendered":"TECNOLOGIAS AFRICANAS NA HIST\u00d3RIA DA HUMANIDADE"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> \u2013 Parte 1<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As culturas africanas est\u00e3o entre as mais antigas do mundo e desenvolveram grande parte das tecnologias importantes para a humanidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O continente africano foi at\u00e9 1500 uma das \u00e1reas econ\u00f4mica e tecnol\u00f3gica mais avan\u00e7ada do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os epis\u00f3dios revisitam como foi o desenvolvimento desses feitos no continente africano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A \u00c1frica ficou subdesenvolvida pelas invas\u00f5es criminosas dos europeus depois de 1600. Aquilo que eles chamam de coloniza\u00e7\u00e3o foram invas\u00f5es criminosas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">HENRIQUE CUNHA JR: Engenheiro formado pela USP (1975). Doutor em Engenharia na Fran\u00e7a (1983). P\u00f3s-doutoramento em Belim (1985). Livre docente pela USP (1993). Professor Titular pela UFC (1994). Atualmente, professor visitante da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFBA. Pesquisa Bairros Negros e Urbanismo africano. J\u00e1 orientou 31 teses de doutoramento e 50 mestrados, sendo a maioria dos orientados militantes dos movimentos negros. Militante Pan africanista dos movimentos negros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apresenta\u00e7\u00e3o: SILVANY EUCL\u00caNIO<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"TECNOLOGIAS AFRICANAS NA HIST\u00d3RIA DA HUMANIDADE \u2013 Parte 1\" width=\"960\" height=\"540\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cyix3zdZJSE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos sigam nas redes sociais: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbmpxXzcxbjczQ242NG1sektHMGo2S1piQ2ZKQXxBQ3Jtc0tuVlpZTGlUNE42eEp0ay1iVEpRaWNpVFYybmVmaW5wMnNoSzctbWZuQ1FyTjZJV3VyN29wc0VzMkhNTEJJSEUwYzZqUDUxdDdjTFNYaHJOUTk5TTNIRjROQlo0NHBCaUQzUnRwVUx4N3Q2bFpSTDRtUQ&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fpensarafricanamente&amp;v=wgxBfDIzE4s\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">&nbsp;&nbsp;\/&nbsp;pensarafricanamente&nbsp;&nbsp;<\/a><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbVB4QUZiWVNyelZoZURSTFhNdGE4TEJxTW82Z3xBQ3Jtc0trQ1ZfQS1vVlBHN0VLZ1hocVgtMlVSd0RkU1RlUkVEZFlfSjlTS1NpVmFLZ2dmX1BQd0EwSmFORk5hS2N6Y085UjUxU3YtS1NVTWNTQXN6UU9rR1J0ZmxRVFdhZG41cnN3Tk5lNE5UbFd3cllxOU9paw&amp;q=https%3A%2F%2Ftwitter.com%2FAfricanamente1&amp;v=wgxBfDIzE4s\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">&nbsp;&nbsp;\/&nbsp;africanamente1&nbsp;&nbsp;<\/a><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbTA0QWxnTkVLT0xWRU9pX3JEUGlmMTFOemQ3UXxBQ3Jtc0tucURDeGZ2Y1hUbHpvVzFTLUZyMXYtQ0l0NmJTRWlCM0xLdUlZN3pUQ3JDUFFvcXFVTEpZZUF1dXRPYXlHRDRQbW84QkowOG1KYTlwaXRBXzVyT2lBLVBMZGMyNFUxSWpKbWE4SmQ3RXM5N1I5ZzB1MA&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Fpensar.africanamente%2F&amp;v=wgxBfDIzE4s\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">&nbsp;&nbsp;\/&nbsp;pensar.africanamente&nbsp;&nbsp;<\/a> www.tiktok.com\/@pensar.africanamente Indica\u00e7\u00f5es bibliogr\u00e1ficas feitas durante a live: KARASCH, C. Mary. A vida dos escravos no Rio de Janeiro 1808-1850.S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras.2\u00ba ed.P.:281.2000. Adjovanes Almeida. DEBRET E A PRESEN\u00c7A NEGRA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO \u2013 1816\/1831. trabalho da PUC \u2013 Rio. Periferia, vol. 12, n\u00fam. 2, 2020, Maio-, pp. 88-106. 09.05.2024 QUINTA-FEIRA 19h30 TECNOLOGIAS AFRICANAS (parte 2) \u2013 AS ESCRITAS J\u00e1 aciona o lembrete e deixa seu like&#8230; <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YLIafB6Hjuw\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;\u2022&nbsp;V\u00eddeo&nbsp;&nbsp;<\/a> O professor Henrique Cunha Jr traz uma s\u00e9rie de 04 di\u00e1logos sobre tecnologias africanas, no Pensar Africanamente. Nesta segunda parte tratar\u00e1 das tecnologias africanas da ESCRITA. As culturas africanas est\u00e3o entre as mais antigas do mundo e desenvolveram grande parte das tecnologias importantes para a humanidade. O continente africano foi at\u00e9 1500 uma das \u00e1reas econ\u00f4mica e tecnol\u00f3gica mais avan\u00e7ada do mundo. Os epis\u00f3dios revisitam como foi o desenvolvimento desses feitos no continente africano. A \u00c1frica ficou subdesenvolvida pelas invas\u00f5es criminosas dos europeus depois de 1600. Aquilo que eles chamam de coloniza\u00e7\u00e3o foram invas\u00f5es criminosas. HENRIQUE CUNHA JR: Engenheiro formado pela USP (1975). Doutor em Engenharia na Fran\u00e7a (1983). P\u00f3s-doutoramento em Belim (1985). Livre docente pela USP (1993). Professor Titular pela UFC (1994). Atualmente, professor visitante da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFBA. Pesquisa Bairros Negros e Urbanismo africano. J\u00e1 orientou 31 teses de doutoramento e 50 mestrados, sendo a maioria dos orientados militantes dos movimentos negros. Militante Pan africanista dos movimentos negros. Perdeu a parte 1? Est\u00e1 dispon\u00edvel no link&#8230; <a href=\"https:\/\/youtube.com\/live\/cyix3zdZJSE\">https:\/\/youtube.com\/live\/cyix3zdZJSE<\/a> Apresenta\u00e7\u00e3o: SILVANY EUCL\u00caNIO <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/hashtag\/pensarafricanamente\">#pensarafricanamente<\/a><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/hashtag\/africanidades\">#africanidades<\/a><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/hashtag\/tecnologiasafricanas\">#tecnologiasafricanas<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"TECNOLOGIAS AFRICANAS (parte 2) \u2013 AS ESCRITAS\" width=\"960\" height=\"540\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wgxBfDIzE4s?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<h1 id=\"racismo-estrutural-apagou-tecnologias-africanas-da-historia-mostra-estudo-de-engenharia-mecanica\" class=\"wp-block-heading\">Racismo estrutural apagou tecnologias africanas da Hist\u00f3ria, mostra estudo de Engenharia Mec\u00e2nica<\/h1>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">11 de mar\u00e7o de 2022<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciaescola.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/cana-de-a%C3%A7%C3%BAcar_Norbert-H%C3%B6ldin-por-Pixabay_Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>N\u00facleo de pesquisa da Universidade Federal do Paran\u00e1 (BRASIL) &#8211; UFPR publicou artigo cient\u00edfico que mostra evid\u00eancias de apropria\u00e7\u00e3o do conhecimento tecnol\u00f3gico de negros africanos por colonizadores\u00a0<\/strong><strong>#<em>AgenciaEscolaUFPR<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Por Isabela Stanga<\/em><br><em>Sob supervis\u00e3o de Chirlei Kohls<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De tecidos a t\u00e9cnicas usadas no plantio da cana-de-a\u00e7\u00facar, os povos africanos s\u00e3o autores de tecnologias usadas em todo o mundo, inclusive no Brasil. Entretanto, os negros escravizados, na \u00e9poca das descobertas, n\u00e3o eram vistos como capazes de realizar engenharia \u2014 e at\u00e9 hoje sua hist\u00f3ria \u00e9 pouco conhecida, j\u00e1 que os trabalhos foram apropriados pelos colonizadores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Buscando reverter esse cen\u00e1rio, foi criado em 2018 o N\u00facleo de Pesquisa de Rela\u00e7\u00f5es Raciais, Ci\u00eancia e Tecnologia (Nupra), no Setor de Tecnologia da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), na \u00e9poca coordenado pelo professor Ram\u00f3n Sigifredo Paredes. A demanda surgiu dos pr\u00f3prios alunos que, ao ingressarem nas engenharias, demonstraram interesse em estudar sobre as quest\u00f5es raciais na \u00e1rea. Uma das pesquisas recentes publicadas pelo grupo \u00e9 \u201c<a href=\"https:\/\/www.brazilianjournals.com\/index.php\/BRJD\/article\/view\/43166\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A popula\u00e7\u00e3o negra africana e da di\u00e1spora no desenvolvimento tecnol\u00f3gico<\/a>\u201d, de autoria do estudante de Engenharia Mec\u00e2nica Felipe dos Santos Almeida e do professor Harrison Louren\u00e7o Corr\u00eaa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atrav\u00e9s de um estudo bibliogr\u00e1fico, o estudante demonstra que o racismo estrutural promoveu o apagamento de engenheiros e tecn\u00f3logos negros da Hist\u00f3ria. Como exemplo, existem as pir\u00e2mides eg\u00edpcias: h\u00e1 at\u00e9 teorias de que ca\u00edram ali j\u00e1 constru\u00eddas, ou que s\u00e3o origin\u00e1rias de tecnologias extraterrestres, mas, na verdade, s\u00e3o fruto da intelig\u00eancia do povo africano do Egito.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"attachment_3987\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciaescola.ufpr.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/tecnologia-africana_foto-Mariza-Soares-Museu-Nacional-216x300.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3987\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Conhecimentos e descobertas feitas pelos povos africanos foram apropriadas pelos colonizadores. Foto: Mariza Soares\/Museu Nacional<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Brasil, pa\u00eds marcado pelo racismo estrutural e constru\u00eddo atrav\u00e9s da escraviza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra, existiram peculiaridades no processo. O artigo mostra que as tecnologias para o plantio da cana-de-a\u00e7\u00facar e tamb\u00e9m para a minera\u00e7\u00e3o, atividades determinantes no per\u00edodo colonial brasileiro, j\u00e1 eram desenvolvidas pelos povos africanos em seu continente. Aqui, eles aprimoraram a t\u00e9cnica, que foi creditada aos europeus colonizadores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, de acordo com Felipe, antes da fundi\u00e7\u00e3o de metais ser utilizada pelo Ocidente, os escravos conseguiam escapar das senzalas usando a t\u00e9cnica, al\u00e9m de forjarem armas para ca\u00e7a e para defesa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o aluno, a pesquisa lhe trouxe uma mistura de sentimentos. \u201cFoi legal pesquisar, por\u00e9m tamb\u00e9m \u00e9 triste descobrir algo que te traz dor. Por mais que seja uma pessoa espec\u00edfica que inventou aquela ferramenta, n\u00e3o vou ter um nome para citar, mesmo que eu queira dar credibilidade a ela\u201d, exp\u00f5e.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudante ainda lembra que, ao ingressar no curso de Engenharia Mec\u00e2nica, percebeu como o racismo \u00e9 estrutural no Brasil, por causa das poucas pessoas negras no curso. Assim, quando foi convidado em 2018 para fazer parte do Nupra, aceitou prontamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como explica Harrison Corr\u00eaa, professor do N\u00facleo, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 mais do que pesquisar sobre a presen\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o negra nas tecnologias. \u201cO grupo foi criado para dar um sentido de pertencimento a uma parcela de estudantes que ingressaram na UFPR e nos cursos de engenharias e que, de algum modo, sentiam-se um pouco deslocados por raz\u00f5es distintas\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente, o N\u00facleo re\u00fane estudantes de Engenharia e tamb\u00e9m de Arquitetura e Urbanismo, que realizam conversas semanais sobre suas pesquisas, compartilhando leituras e reflex\u00f5es sobre a quest\u00e3o racial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEnquanto realizava minha pesquisa, parei para pensar: \u2018como eu serei lembrado? Quando eu fizer alguma descoberta grande, vai ser a mesma coisa, algu\u00e9m vai se apropriar dela?\u201d, questiona Felipe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Foto destaque: Norbert H\u00f6ldin por Pixabay\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">fonte: <a href=\"https:\/\/agenciaescola.ufpr.br\/racismo-estrutural-apagou-tecnologias-africanas-da-historia-mostra-estudo-de-engenharia-mecanica\/\">https:\/\/agenciaescola.ufpr.br\/racismo-estrutural-apagou-tecnologias-africanas-da-historia-mostra-estudo-de-engenharia-mecanica\/<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div><p id=\"pvc_stats_3966\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"3966\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z\"\/><path d=\"M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z\"\/><path d=\"M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z\"\/><path d=\"M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z\"\/><path d=\"M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z\"\/><path d=\"M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z\"\/><path d=\"M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z\"\/><path d=\"M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z\"\/><path d=\"M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z\"\/><\/g><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p><div class=\"pvc_clear\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u2013 Parte 1 As culturas africanas est\u00e3o entre as mais antigas do mundo e desenvolveram grande parte das tecnologias importantes para a humanidade. O continente africano foi at\u00e9 1500 uma das \u00e1reas econ\u00f4mica e tecnol\u00f3gica mais avan\u00e7ada do mundo. Os epis\u00f3dios revisitam como foi o desenvolvimento desses feitos no continente africano. 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