{"id":4100,"date":"2026-07-30T13:52:41","date_gmt":"2026-07-30T16:52:41","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=4100"},"modified":"2026-07-30T13:59:41","modified_gmt":"2026-07-30T16:59:41","slug":"brasil-uma-das-principais-vozes-da-literatura-afro-brasileira-conceicao-evaristo-ministra-aula-na-universidade-estadual-de-campinas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/brasil-uma-das-principais-vozes-da-literatura-afro-brasileira-conceicao-evaristo-ministra-aula-na-universidade-estadual-de-campinas\/","title":{"rendered":"BRASIL: Uma das principais vozes da literatura afro-brasileira, Concei\u00e7\u00e3o Evaristo ministra aula na Universidade Estadual de Campinas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Evento ser\u00e1 aberto ao p\u00fablico e ter\u00e1 transmiss\u00e3o online pela TV Unicamp<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">29 jul 2026Compartilhar<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Autoria&nbsp;<a href=\"mailto:gallacci@unicamp.br\">Fabio Gallacci<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Edi\u00e7\u00e3o de Imagem&nbsp;<a href=\"mailto:pjc@unicamp.br\">Paulo Cavalheri<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fotografia&nbsp;<a href=\"mailto:ajscarpa@unicamp.br\">Antonio Scarpinetti&nbsp;<\/a><a href=\"mailto:luciomc@unicamp.br\">L\u00facio Camargo&nbsp;<\/a><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/\">Rovena Rosa (Ag\u00eancia Brasil)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Escritora, linguista e pesquisadora, Concei\u00e7\u00e3o Evaristo \u00e9 uma das principais vozes da literatura afro-brasileira contempor\u00e2nea. Nascida em Belo Horizonte (MG), a autora construiu uma trajet\u00f3ria marcada pela valoriza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria, da ancestralidade e das experi\u00eancias da popula\u00e7\u00e3o negra, especialmente das mulheres. No pr\u00f3ximo dia 6, a partir das 18h, ela ministra uma aula aberta no Audit\u00f3rio da Comiss\u00e3o Permanente para os Vestibulares (Comvest) da Unicamp. O evento \u00e9 aberto ao p\u00fablico e ter\u00e1 transmiss\u00e3o ao vivo pelo&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@tvunicamp\">canal da TV Unicamp<\/a>&nbsp;no Youtube.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"800\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/conceica-evaristo-palestrante.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-4101\" srcset=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/conceica-evaristo-palestrante.webp 800w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/conceica-evaristo-palestrante-300x300.webp 300w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/conceica-evaristo-palestrante-150x150.webp 150w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/conceica-evaristo-palestrante-768x768.webp 768w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/conceica-evaristo-palestrante-600x600.webp 600w, https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/conceica-evaristo-palestrante-100x100.webp 100w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A atividade tem apoio do Instituto de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas (IFCH), do Projeto Afro Mem\u00f3ria, al\u00e9m da pr\u00f3pria Comvest, j\u00e1 que a aula especial integra as celebra\u00e7\u00f5es dos 40 anos do Vestibular da Universidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A presen\u00e7a de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo \u2013 que integra a lista das leituras obrigat\u00f3rias do Vestibular da Unicamp \u2013 \u00e9 uma iniciativa que amplia o di\u00e1logo com intelectuais negros e d\u00e1 continuidade \u00e0 parceria com o Afro-Cebrap, n\u00facleo de pesquisa, forma\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o sobre a tem\u00e1tica racial do Centro Brasileiro de An\u00e1lise e Planejamento. Em 2023, essa parceria promoveu uma aula aberta com o grupo de rap Racionais MC\u2019s, tamb\u00e9m autores de leitura obrigat\u00f3ria do Vestibular.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m da aula aberta, Concei\u00e7\u00e3o participar\u00e1 de uma s\u00e9rie de atividades. A programa\u00e7\u00e3o inclui visita ao Arquivo Edgard Leuenroth (AEL), onde ser\u00e3o discutidas possibilidades de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica entre a Universidade e a Casa Escreviv\u00eancia, institui\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel pela preserva\u00e7\u00e3o do acervo da autora no Rio de Janeiro. O objetivo \u00e9 tratar sobre a organiza\u00e7\u00e3o, a restaura\u00e7\u00e3o e a digitaliza\u00e7\u00e3o de acervos do trabalho desenvolvido pela Casa Escreviv\u00eancia, respons\u00e1vel pela guarda do patrim\u00f4nio documental da escritora. Tamb\u00e9m est\u00e3o previstas visitas \u00e0 Fazenda Roseira e \u00e0 Casa de Cultura Tain\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unicamp.br\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2026\/07\/JU_20260729_Conceicao-evaristo_interna-2.jpg\" alt=\"Pessoa preta com cabelo grisalho ondulado, usando blusa branca com detalhes em padr\u00e3o geom\u00e9trico e cardigan bege claro com furos decorativos, est\u00e1 com a m\u00e3o direita levada ao rosto enquanto segura um objeto redondo avermelhado entre os dedos, em frente a um fundo branco com letras em tom ciano parcialmente vis\u00edveis.\" class=\"wp-image-65392\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>A presen\u00e7a de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo \u00e9 uma iniciativa que amplia o di\u00e1logo com intelectuais negros (Foto: Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil)<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Legado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o professor Aldair Rodrigues, do IFCH, a presen\u00e7a de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo representa mais do que apenas uma aula p\u00fablica. A proposta \u00e9 trazer para a Universidade autores que contribuam diretamente para o debate acad\u00eamico e deixem um legado institucional, fortalecendo parcerias em pesquisa, preserva\u00e7\u00e3o de acervos e extens\u00e3o universit\u00e1ria. \u201cA import\u00e2ncia da escritora tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada ao reconhecimento crescente de sua obra como parte do c\u00e2none da literatura brasileira. Criadora do conceito de \u2018escreviv\u00eancia\u2019, Concei\u00e7\u00e3o Evaristo \u00e9 apontada como uma das principais int\u00e9rpretes do Brasil contempor\u00e2neo, ao retratar, por meio da literatura, as desigualdades sociais, as experi\u00eancias da popula\u00e7\u00e3o negra e a complexidade das rela\u00e7\u00f5es humanas. Ela \u00e9 muito estrat\u00e9gica porque escreve de uma forma acess\u00edvel e sens\u00edvel. As pessoas se conectam com sua obra, h\u00e1 uma capacidade de comunica\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria\u201d, ressalta o professor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda de acordo com Rodrigues, a produ\u00e7\u00e3o da escritora amplia as possibilidades de compreens\u00e3o da sociedade brasileira e contribui para incorporar novas perspectivas na produ\u00e7\u00e3o do conhecimento. \u201cA aproxima\u00e7\u00e3o entre a institui\u00e7\u00e3o e a autora tamb\u00e9m dialoga com as pol\u00edticas de a\u00e7\u00f5es afirmativas e com o processo de diversifica\u00e7\u00e3o do ambiente universit\u00e1rio, aproximando a academia de p\u00fablicos historicamente pouco representados. A atividade fortalece a extens\u00e3o universit\u00e1ria ao abrir as portas da Unicamp para a comunidade\u201d, acrescenta o professor do IFCH.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A inclus\u00e3o de obras de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo entre as leituras obrigat\u00f3rias do Vestibular da Unicamp \u00e9 vista por Rodrigues como um reconhecimento da relev\u00e2ncia acad\u00eamica e liter\u00e1ria de sua produ\u00e7\u00e3o. \u201cA iniciativa refor\u00e7a o papel da autora na literatura brasileira contempor\u00e2nea e amplia sua presen\u00e7a no ambiente universit\u00e1rio, aproximando novos leitores de uma obra marcada pela sensibilidade, inova\u00e7\u00e3o na linguagem e reflex\u00e3o sobre a realidade brasileira\u201d, diz ele.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unicamp.br\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2026\/07\/JU_20260729_Conceicao-evaristo_interna-1.jpg\" alt=\"Pessoa preta usando \u00f3culos de arma\u00e7\u00e3o escura, camisa de linho bege com mangas dobradas, rel\u00f3gio preto no pulso esquerdo, m\u00e3o esquerda no bolso, em p\u00e9 contra fundo cinza neutro.\" class=\"wp-image-65380\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>O p\u00f3s-doutorando no IFCH Paulo C\u00e9sar Ramos: narrativas pouco representadas na literatura nacional<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Olhos d\u2019\u00c1gua<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Soci\u00f3logo, p\u00f3s-doutorando no IFCH, pesquisador do Afro-Cebrap e um dos coordenadores do projeto&nbsp;<a href=\"https:\/\/afromemoria.afrocebrap.org.br\/\">Afro Mem\u00f3ria<\/a>, al\u00e9m de ser um dos respons\u00e1veis pela vinda de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo a Campinas, Paulo C\u00e9sar Ramos refor\u00e7a que a presen\u00e7a da escritora amplia o reconhecimento de narrativas historicamente pouco representadas na literatura nacional. Para ele, a obra da escritora oferece uma perspectiva alternativa sobre a hist\u00f3ria e a experi\u00eancia social brasileira ao colocar no centro personagens e viv\u00eancias que durante muito tempo permaneceram \u00e0 margem. \u201c\u00c9 sobre lembrar, esquecer e ficcionalizar experi\u00eancias humanas. S\u00e3o hist\u00f3rias que a literatura brasileira nem sempre contou\u201d, confirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ramos lembra que esse olhar est\u00e1 presente em obras como&nbsp;<em>Olhos d\u2019\u00c1gua<\/em>,&nbsp;<em>Becos da Mem\u00f3ria<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Can\u00e7\u00e3o para ninar menino grande<\/em>, que contribu\u00edram para consolidar o nome de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ramos aproveita a presen\u00e7a da escritora para destacar o impacto das a\u00e7\u00f5es afirmativas na transforma\u00e7\u00e3o do perfil das universidades brasileiras. Segundo ele, institui\u00e7\u00f5es historicamente associadas \u00e0 forma\u00e7\u00e3o das elites passaram a incorporar estudantes e pesquisadores de diferentes origens, ampliando tamb\u00e9m as perspectivas presentes na produ\u00e7\u00e3o de conhecimento \u2013 exatamente o papel da escritora na literatura e na academia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Antirracista<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diretor da Comvest da Unicamp, o professor Jos\u00e9 Alves de Freitas Neto celebra a chance de absorver a experi\u00eancia e o conhecimento da escritora. \u201cA presen\u00e7a de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo nas comemora\u00e7\u00f5es dos 40 anos da Comvest \u00e9 um marco para a Unicamp. Autora de&nbsp;<em>Olhos d\u2019\u00c1gua<\/em>, obra da lista de leituras obrigat\u00f3rias do Vestibular, ela representa o compromisso da Comiss\u00e3o com uma forma\u00e7\u00e3o mais cr\u00edtica, plural e antirracista. Sua obra amplia o olhar dos estudantes sobre as experi\u00eancias de grupos historicamente marginalizados e integra uma lista que valoriza a diversidade de narrativas, ao lado de autores como Carolina Maria de Jesus e Racionais MC\u2019s. Receb\u00ea-la na Universidade torna essa celebra\u00e7\u00e3o ainda mais significativa\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unicamp.br\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2026\/07\/JU_20260729_Conceicao-evaristo_scarpa_AJS_5616_interna.jpg\" alt=\"Pessoa branca usando \u00f3culos de arma\u00e7\u00e3o cinza com detalhes verdes e camisa preta com bot\u00f5es, posicionada de perfil \u00e0 direita, com express\u00e3o de fala, em ambiente de sala com quadro branco ao fundo, prateleiras bege e cabo preto vis\u00edvel \u00e0 esquerda.\" class=\"wp-image-65382\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong><sub>Os professores Aldair Rodrigues (\u00e0 esquerda) e Jos\u00e9 Alves (\u00e0 direita): autora integra a lista das leituras obrigat\u00f3rias do Vestibular da Unicamp<\/sub><\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Escritora desenvolveu s\u00f3lida carreira acad\u00eamica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Criada em uma fam\u00edlia numerosa e de poucos recursos, na antiga comunidade do Pendura Saia, na periferia de Belo Horizonte (MG), Concei\u00e7\u00e3o Evaristo teve na m\u00e3e, Joana Josefina Evaristo, uma importante incentivadora da leitura e da escrita. Ainda jovem, conciliou os estudos com o trabalho como empregada dom\u00e9stica. Em 1971, concluiu o curso normal e, dois anos depois, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde ingressou no magist\u00e9rio por meio de concurso p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1987, ingressou no curso de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), formando-se em 1990. Ela tamb\u00e9m desenvolveu uma s\u00f3lida trajet\u00f3ria acad\u00eamica. Cursou mestrado em Literatura Brasileira na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), conclu\u00eddo em 1996, e doutorado em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), conclu\u00eddo em 2011. Ao longo da carreira, lecionou e ministrou cursos em diferentes institui\u00e7\u00f5es de ensino superior brasileiras e estrangeiras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Escreviv\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos principais conceitos associados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o intelectual da autora \u00e9 a&nbsp;<em>Escreviv\u00eancia<\/em>, termo criado pela escritora a partir da uni\u00e3o das palavras \u201cescrita\u201d e \u201cviv\u00eancia\u201d. A ideia relaciona literatura, mem\u00f3ria e experi\u00eancia coletiva, especialmente a partir das viv\u00eancias de mulheres negras e da popula\u00e7\u00e3o negra e perif\u00e9rica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Foto de capa:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.unicamp.br\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2026\/07\/JU_20260729_Conceicao-evaristo_Capa.jpg\" alt=\"Pessoa negra de cabelos grisalhos usando blusa bege com padr\u00e3o de pontos brancos, posicionada de perfil \u00e0 direita, apontando com a m\u00e3o esquerda para fotografias em preto e branco penduradas na parede, com fundo branco e detalhes em laranja e amarelo vis\u00edveis ao fundo.\" class=\"wp-image-65377\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>Al\u00e9m da aula aberta, Concei\u00e7\u00e3o Evaristo participar\u00e1 de uma s\u00e9rie de atividades na Unicamp<\/strong>&nbsp;<strong>(Foto: Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil)<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">fonte: <a href=\"https:\/\/jornal.unicamp.br\/noticias\/2026\/07\/29\/uma-das-principais-vozes-da-literatura-afro-brasileira-conceicao-evaristo-ministra-aula-na-universidade\/\">https:\/\/jornal.unicamp.br\/noticias\/2026\/07\/29\/uma-das-principais-vozes-da-literatura-afro-brasileira-conceicao-evaristo-ministra-aula-na-universidade\/<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div><p id=\"pvc_stats_4100\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"4100\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 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literatura afro-brasileira contempor\u00e2nea. Nascida em Belo Horizonte (MG), a autora construiu uma trajet\u00f3ria marcada pela valoriza\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":5419,"featured_media":4101,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_gspb_post_css":"","footnotes":""},"categories":[467,929,486,460,503],"tags":[545,530,549],"class_list":["post-4100","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil","category-cultura","category-literaturas","category-noticias-e-eventos","category-universidades","tag-brasil","tag-educacao","tag-racismo"],"acf":[],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":3,"today_views":3},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4100","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5419"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4100"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4100\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4104,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4100\/revisions\/4104"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4101"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4100"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4100"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4100"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}