{"id":4190,"date":"2026-08-24T10:02:53","date_gmt":"2026-08-24T13:02:53","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=4190"},"modified":"2026-08-24T10:03:01","modified_gmt":"2026-08-24T13:03:01","slug":"terra-cuidado-e-autonomia-pautam-cooperativas-femininas-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/terra-cuidado-e-autonomia-pautam-cooperativas-femininas-no-brasil\/","title":{"rendered":"Terra, cuidado e autonomia pautam cooperativas femininas no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com apoio do Cfemea e do MST, produtoras rurais do Distrito Federal (Brasil) unem autogest\u00e3o, sustentabilidade e fortalecimento comunit\u00e1rio por meio da Cooperativa Feminista para a Sustenta\u00e7\u00e3o da Vida. O bem-viver \u00e9 aliado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o no campo<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/leticia-mouhamad\/page\/1\/\">Let\u00edcia Mouhamad<\/a>&nbsp;e&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/ana-carolina-alves\/page\/1\/\">Ana Carolina Alves<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><small>postado em 24\/08\/2026 06:00 &#8211; Correio Braziliense<\/small><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cfemea.org.br\/images\/Territorios%20de%20Cuidado%20Luta%20e%20Sustentacao%20da%20Vida\/CB-Coofesus.jpg\" alt=\"CB Coofesus\" style=\"aspect-ratio:1.5;width:675px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><small>A Coofesus une autogest\u00e3o, sustentabilidade e fortalecimento comunit\u00e1rio &#8211; (cr\u00e9dito: Divulga\u00e7\u00e3o\/Movimento de mulheres camponesas do DF)<\/small><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se para todo produtor rural ter um espa\u00e7o para plantar e morar \u00e9 fundamental, para as mulheres que vivem em acampamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), essa demanda \u00e9 mais urgente. O acesso \u00e0 terra para ela \u00e9 um caminho rumo \u00e0 emancipa\u00e7\u00e3o. B\u00e1rbara Pereira, 57 anos, que o diga. Moradora no Acampamento 8 de Mar\u00e7o, em Planaltina, ela coordena a Cooperativa Feminista para a Sustenta\u00e7\u00e3o da Vida (Coofesus) naquele local. &#8220;O projeto vai permitir que tenhamos meios&nbsp;de trabalho e independ\u00eancia pessoal e financeira. \u00c9 um movimento que valoriza a coletividade&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cfemea.org.br\/images\/Territorios%20de%20Cuidado%20Luta%20e%20Sustentacao%20da%20Vida\/lab-df-dia2-7.jpg\" alt=\"lab df dia2 7\" style=\"aspect-ratio:0.75;width:900px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Laborat\u00f3rio MST e Cfemea no Centro Gabriela Monteiro, fevereiro de 2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Coofesus \u00e9 uma iniciativa constru\u00edda por mulheres do campo a partir da parceria entre o Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea) e o MST no Distrito Federal e no Entorno. &#8220;Na pr\u00e1tica, a uni\u00e3o das trabalhadoras rurais visa permitir que mulheres isoladas pela divis\u00e3o sexual do trabalho tenham artif\u00edcios para gerar a pr\u00f3pria renda. Isso contribui para a cria\u00e7\u00e3o de la\u00e7os de afeto e pertencimento&#8221;, explica Guacira Cesar de Oliveira, soci\u00f3loga e coordenadora do Cfemea. &#8220;O objetivo \u00e9 que o autocuidado caiba no cotidiano delas, porque a vida n\u00e3o se sustenta apenas com ganhos financeiros&#8221;, acrescenta.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cfemea.org.br\/images\/Territorios%20de%20Cuidado%20Luta%20e%20Sustentacao%20da%20Vida\/monica-mst-CB.jpg\" alt=\"monica mst CB\" style=\"aspect-ratio:1.5;width:900px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">M\u00f4nica Barbosa, MST<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como muitas s\u00e3o m\u00e3es solo e\/ou est\u00e3o na faixa dos 40 e 50 anos \u2014 estas cuidando dos netos e de pessoas idosas \u2014, h\u00e1 dificuldades em trabalhar fora e cuidar de si. Da\u00ed a import\u00e2ncia da coletividade, que se mobiliza para manter a fonte de renda dentro da comunidade e com uma organiza\u00e7\u00e3o adequada, em termos de dias, hor\u00e1rios e demandas, \u00e0 realidade de cada mulher. No momento, a Coofesus est\u00e1 em constru\u00e7\u00e3o, com a elabora\u00e7\u00e3o formal de um estatuto. O projeto conta com cerca de 60 participantes, distribu\u00eddas em um assentamento e quatro acampamentos, em Brazl\u00e2ndia, Planaltina e \u00c1gua Fria de Goi\u00e1s (GO).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pela cooperativa e pelo MST, somos incentivadas a voltar a estudar. Eu mesma estou fazendo a EJA (Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos), mas temos colegas enfermeiras, professoras, advogadas, agr\u00f4nomas. Elas aprendem e voltam \u00e0 comunidade para aplicar esses conhecimentos, beneficiando a todos&#8221;, afirma B\u00e1rbara, que produz conservas de legumes e temperos, al\u00e9m de vender plantas ornamentais. &#8220;Sair de madrugada, trabalhar para os outros o dia inteiro e ganhar uma mixaria \u00e9 muito injusto. Lutamos por nossa terra, que \u00e9 sustento alimentar e econ\u00f4mico&#8221;, refor\u00e7a.&nbsp;Em breve, a comunidade do 8 de Mar\u00e7o vai inaugurar a primeira casa de farinha coordenada por uma cooperativa de mulheres no DF. Al\u00e9m de suprir a pr\u00f3pria nutri\u00e7\u00e3o, o alimento ser\u00e1 fonte de renda. &#8220;Seguiremos essa l\u00f3gica: se, por acaso, tenho filhos e n\u00e3o consigo estar l\u00e1 todos os dias, s\u00e3o as mulheres do grupo que ir\u00e3o se mobilizar para auxiliar no que sobrar de trabalho. Vamos discutir possibilidades e tomar decis\u00f5es coletivas, mas pensando no contexto de cada uma. Trabalho e cuidado devem andar de m\u00e3os dadas&#8221;, ressalta a produtora rural.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cfemea.org.br\/images\/Territorios%20de%20Cuidado%20Luta%20e%20Sustentacao%20da%20Vida\/barbara-8marco-CB.jpg\" alt=\"barbara 8marco CB\" width=\"900\" height=\"1200\"><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">B\u00e1rbara Pereira &#8211; MST<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"feminismo-e-agroecologia\" class=\"wp-block-heading\">Feminismo e agroecologia<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m do impacto social e da organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria, a formaliza\u00e7\u00e3o em modelos cooperativos \u00e9 um passo decisivo para conferir viabilidade e escala \u00e0 produ\u00e7\u00e3o feminina. Segundo a professora da Universidade de Bras\u00edlia (UnB) Flaviane de Carvalho Canavesi, especialista em agroecologia e desenvolvimento rural sustent\u00e1vel, estar organizada sob uma estrutura jur\u00eddica amplia o alcance de pol\u00edticas p\u00fablicas e de fomento ao cr\u00e9dito.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;S\u00e3o grupos muit\u00edssimo relevantes para o desenvolvimento econ\u00f4mico e social na agricultura familiar&#8221;, avalia a docente. Ela lembra que a inser\u00e7\u00e3o de mulheres no cooperativismo rural enfrenta gargalos hist\u00f3ricos, mas avan\u00e7a impulsionada por pautas como a divis\u00e3o justa do trabalho e a igualdade de g\u00eanero. &#8220;No movimento agroecol\u00f3gico brasileiro, h\u00e1 um lema muito forte: sem feminismo, n\u00e3o h\u00e1 agroecologia&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">M\u00f4nica Barbosa, 43, concorda. A trabalhadora rural vive h\u00e1 16 anos no Assentamento Oscar Niemeyer, em Brazl\u00e2ndia, onde mant\u00e9m uma produ\u00e7\u00e3o de animais e um sistema agroflorestal para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos. Ela descreve a rotina como &#8220;produtiva&#8221; e destaca o trabalho di\u00e1rio na produ\u00e7\u00e3o como parte da viv\u00eancia no campo. Para M\u00f4nica, por\u00e9m, as mulheres rurais enfrentam obst\u00e1culos estruturais que dificultam a perman\u00eancia e a autonomia no meio rural.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cfemea.org.br\/images\/Territorios%20de%20Cuidado%20Luta%20e%20Sustentacao%20da%20Vida\/Ana-Primavesi\/autocuidado-anaprimavesi_julho2026.jpg\" alt=\"autocuidado anaprimavesi julho2026\" style=\"aspect-ratio:0.7493755203996669;width:900px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Roda de Autocuidado e Cuidado Coletivo no Acampamento Ana Primavesi, Brazl\u00e2ndia &#8211; DF<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Al\u00e9m da dupla ou tripla jornada de trabalho, s\u00e3o desafios o acesso restrito \u00e0 propriedade da terra e \u00e0s linhas de cr\u00e9dito agr\u00edcola, a invisibilidade social de suas atividades produtivas e a maior vulnerabilidade a situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia e isolamento geogr\u00e1fico&#8221;, frisa.&nbsp;Dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domic\u00edlios Ampliada (PDAD-A), de 2024, indicam que a popula\u00e7\u00e3o da \u00e1rea rural do DF \u00e9 de quase 122 mil pessoas, das quais 48,1% s\u00e3o do sexo feminino, sendo a maioria entre 35 a 39 anos (4.952).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo a trabalhadora, organizar-se por meio da cooperativa feminista representa uma experi\u00eancia de fortalecimento e autonomia para as mulheres do assentamento. &#8220;Esse modelo (de produ\u00e7\u00e3o) une os valores da economia solid\u00e1ria com a luta por direitos, garantindo que as mulheres gerenciem seus pr\u00f3prios neg\u00f3cios de forma justa e democr\u00e1tica&#8221;, explica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"competitividade\" class=\"wp-block-heading\">Competitividade<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A abordagem proposta pela Coofesus&nbsp;vai ao encontro do&nbsp;debate proposto por Flaviane de Carvalho, que questiona as m\u00e9tricas tradicionais de mercado. De acordo com a professora, o conceito puramente financeiro de competitividade est\u00e1 sendo revisado diante da necessidade de respostas mais complexas para problemas como a crise clim\u00e1tica e a inseguran\u00e7a alimentar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cfemea.org.br\/images\/Territorios%20de%20Cuidado%20Luta%20e%20Sustentacao%20da%20Vida\/Keno\/keno4julho2026.jpg\" alt=\"keno4julho2026\" style=\"aspect-ratio:1.3333333333333333;width:900px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Reuni\u00e3o de mulheres no Acampamento Keno, \u00c1gua Fria &#8211; GO, jullho 2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A an\u00e1lise tradicional sobre rentabilidade e competitividade encontra-se em processo de revis\u00e3o. Ao observarmos cooperativas lideradas por mulheres, especialmente voltadas a sistemas agroecol\u00f3gicos, percebemos a constru\u00e7\u00e3o de respostas multidimensionais. Diante da instabilidade clim\u00e1tica, essas organiza\u00e7\u00f5es demonstram maior resili\u00eancia&#8221;, observa Flaviane.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a especialista, iniciativas que promovem o alimento agroecol\u00f3gico v\u00e3o muito al\u00e9m do com\u00e9rcio: tratam-se de estrat\u00e9gias de promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade coletiva e de aproxima\u00e7\u00e3o entre o campo e a cidade. Ela cita como exemplo pol\u00edticas como o Programa de Aquisi\u00e7\u00e3o de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (PNAE), al\u00e9m das feiras comunit\u00e1rias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para participar da Coofesus, \u00e9 importante passar por uma forma\u00e7\u00e3o de cerca de 70 dias, que trata de instrumentos de gest\u00e3o coletiva, como planos de trabalho e divis\u00e3o horizontal de responsabilidades. Nesse contexto, \u00e9 elaborado um projeto econ\u00f4mico, definindo produtos, estrat\u00e9gias de comercializa\u00e7\u00e3o, incluindo feiras, Comunidades que Sustentam a Agricultura (CSAs), plataformas digitais e o mapeamento de recursos necess\u00e1rios para viabilizar a iniciativa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cfemea.org.br\/images\/Territorios%20de%20Cuidado%20Luta%20e%20Sustentacao%20da%20Vida\/Pepe-Mujica\/pepe-mujica1.jpg\" alt=\"pepe mujica1\" style=\"aspect-ratio:2.2167487684729066;width:900px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Forma\u00e7\u00e3o no Acampamento Pepe Mujica, Brazl\u00e2ndia &#8211; DF, julho 2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a forma\u00e7\u00e3o, M\u00f4nica Barbosa espera fortalecer pr\u00e1ticas de cuidado e autocuidado coletivo e ampliar a autonomia das participantes. &#8220;Espero que possamos combater todas as formas de viol\u00eancia, pois acredito e luto para ser uma mulher empoderada e que assuma meu lugar de fala&#8221;, declara. A&nbsp;agricultora pretende colocar os conhecimentos em pr\u00e1tica na cooperativa e ampliar a produ\u00e7\u00e3o coletiva. &#8220;Seguimos organizadas, pois juntas seremos mais fortes&#8221;, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">fonte:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cidades-df\/2026\/08\/7481469-terra-cuidado-e-autonomia-pautam-cooperativas-femininas-no-df.html\">https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cidades-df\/2026\/08\/7481469-terra-cuidado-e-autonomia-pautam-cooperativas-femininas-no-df.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div><p id=\"pvc_stats_4190\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"4190\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z\"\/><path d=\"M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z\"\/><path d=\"M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z\"\/><path d=\"M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z\"\/><path d=\"M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z\"\/><path d=\"M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z\"\/><path d=\"M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z\"\/><path d=\"M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z\"\/><path d=\"M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z\"\/><\/g><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p><div class=\"pvc_clear\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com apoio do Cfemea e do MST, produtoras rurais do Distrito Federal (Brasil) unem autogest\u00e3o, sustentabilidade e fortalecimento comunit\u00e1rio por meio da Cooperativa Feminista para a Sustenta\u00e7\u00e3o da Vida. O bem-viver \u00e9 aliado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o no campo Por&nbsp;Let\u00edcia Mouhamad&nbsp;e&nbsp;Ana Carolina Alves postado em 24\/08\/2026 06:00 &#8211; Correio Braziliense A Coofesus une autogest\u00e3o, sustentabilidade e fortalecimento<\/p>\n","protected":false},"author":5419,"featured_media":4191,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_gspb_post_css":"","footnotes":""},"categories":[467,491,980],"tags":[545,543,539,891],"class_list":["post-4190","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil","category-sociedade-civil","category-trabalhadoras","tag-brasil","tag-cfemea","tag-feminismo","tag-mst"],"acf":[],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":4,"today_views":4},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4190","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5419"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4190"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4190\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4192,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4190\/revisions\/4192"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4191"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4190"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4190"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4190"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}