{"id":4203,"date":"2026-09-10T09:19:21","date_gmt":"2026-09-10T12:19:21","guid":{"rendered":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/?p=4203"},"modified":"2026-09-10T09:24:16","modified_gmt":"2026-09-10T12:24:16","slug":"alfabetizar-e-organizar-e-lutar-e-transformar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/alfabetizar-e-organizar-e-lutar-e-transformar\/","title":{"rendered":"Alfabetizar \u00e9 organizar, \u00e9 lutar, \u00e9 transformar"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste Dia Internacional da Alfabetiza\u00e7\u00e3o, saudamos todas e todos que fazem parte da Campanha de Alfabetiza\u00e7\u00e3o Fred M\u2019Membe, constru\u00edda na Z\u00e2mbia com a solidariedade internacionalista do&nbsp;Movimento&nbsp;dos Trabalhadores Rurais&nbsp;Sem Terra<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/mst.org.br\/conteudo\/noticias\/\">Not\u00edcias<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>8 de setembro de 2026<\/li>\n\n\n\n<li>Movimento das Trabalhadoras e Trabalhadores Sem Terra &#8211; Brasil<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Zambia_Campanha-de-Alfabetizacao_MST_Foto-Brigada-Samora-Machel-0-1024x767.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-237014\" style=\"aspect-ratio:1.3350717079530638;width:1024px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Foto: Brigada Samora Machel<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Por Brigada do MST na&nbsp;Z\u00e2mbia<\/em>*<br><em>Da P\u00e1gina do MST<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 cinco anos, uma decis\u00e3o pol\u00edtica foi tomada: n\u00e3o esperar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o esperar que o Estado resolvesse aquilo que historicamente foi negado ao povo. N\u00e3o esperar condi\u00e7\u00f5es ideais, salas equipadas ou grandes recursos. Decidimos come\u00e7ar com o que t\u00ednhamos, com o povo e a partir das necessidades concretas do povo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas, para alfabetizar na Z\u00e2mbia, n\u00e3o bastava simplesmente reproduzir uma experi\u00eancia constru\u00edda em outro pa\u00eds. Era necess\u00e1rio conhecer a realidade, ouvir as comunidades, compreender suas formas de falar, suas hist\u00f3rias e seus modos de aprender. Foi nesse processo que come\u00e7amos tamb\u00e9m a construir um m\u00e9todo pr\u00f3prio de alfabetiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"de-yo-si-puedo-a-falar-ler-escrever-as-palavras-e-o-mundo\" class=\"wp-block-heading\">De \u201cYo, s\u00ed puedo\u201d a \u201cFalar, Ler, Escrever as Palavras e o Mundo\u201d<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No in\u00edcio do&nbsp;di\u00e1logo&nbsp;entre o MST e&nbsp;<strong>o<\/strong>&nbsp;Partido Socialista de&nbsp;Z\u00e2mbia, uma das principais refer\u00eancias foi o m\u00e9todo cubano \u201cYo, s\u00ed puedo\u201d, uma experi\u00eancia de alfabetiza\u00e7\u00e3o de jovens e adultos que demonstrou ser poss\u00edvel enfrentar o analfabetismo de forma massiva, organizada e com poucos recursos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A experi\u00eancia cubana nos ajudou a compreender a import\u00e2ncia de partir de uma metodologia sistematizada, de organizar as turmas, formar educadores e utilizar recursos que facilitassem o processo de aprendizagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas, ao chegar \u00e0 realidade concreta da Z\u00e2mbia, percebemos que era preciso ir al\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Z\u00e2mbia possui uma enorme diversidade lingu\u00edstica e cultural. As pessoas que chegavam \u00e0s nossas turmas traziam diferentes hist\u00f3rias, idades, experi\u00eancias de trabalho e diferentes rela\u00e7\u00f5es com a l\u00edngua inglesa, que \u00e9 utilizada oficialmente no sistema educacional. N\u00e3o poder\u00edamos simplesmente transportar um m\u00e9todo de Cuba ou do Brasil e esperar que ele funcionasse da mesma maneira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foi ent\u00e3o que a campanha passou a ser tamb\u00e9m um laborat\u00f3rio de constru\u00e7\u00e3o coletiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dialogamos com a experi\u00eancia cubana, com a educa\u00e7\u00e3o popular de Paulo Freire, com a experi\u00eancia hist\u00f3rica de alfabetiza\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio MST e, principalmente, com os conhecimentos produzidos pelas pr\u00f3prias comunidades.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De Paulo Freire, reafirmamos uma ideia fundamental: ningu\u00e9m educa ningu\u00e9m sozinho. O processo educativo precisa partir da realidade dos sujeitos, de suas palavras, de suas experi\u00eancias e da leitura que fazem do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Do MST, carregamos a compreens\u00e3o de que educa\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o caminham juntas. N\u00e3o basta ensinar a ler e escrever se o processo n\u00e3o ajuda as pessoas a compreenderem a realidade em que vivem e a se reconhecerem como sujeitos capazes de transform\u00e1-la.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E da experi\u00eancia cubana aprendemos que a alfabetiza\u00e7\u00e3o pode ser uma grande tarefa nacional e popular, capaz de mobilizar milhares de pessoas quando existe decis\u00e3o pol\u00edtica, m\u00e9todo e organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Foi desse encontro \u2014 entre diferentes experi\u00eancias, mas tamb\u00e9m entre diferentes povos \u2014 que fomos construindo nosso pr\u00f3prio caminho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim nasceu o m\u00e9todo que hoje chamamos de:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u201cFalar, Ler, Escrever as Palavras e o Mundo\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O nome n\u00e3o \u00e9 apenas uma frase bonita. Ele expressa a pr\u00f3pria concep\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o que fomos construindo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Primeiro, falar. Porque antes de aprender a escrever, o sujeito j\u00e1 possui uma hist\u00f3ria, uma cultura, conhecimentos e uma leitura da realidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois, ler e escrever as palavras. Porque dominar a leitura e a escrita significa conquistar uma ferramenta fundamental de autonomia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E, ao mesmo tempo, ler e escrever o mundo. Porque n\u00e3o queremos formar apenas pessoas capazes de decifrar palavras. Queremos contribuir para que o povo compreenda as rela\u00e7\u00f5es que produzem sua realidade, identifique suas contradi\u00e7\u00f5es e possa se organizar para transform\u00e1-la.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por isso, o m\u00e9todo n\u00e3o nasceu dentro de um escrit\u00f3rio. Foi sendo constru\u00eddo nas comunidades, nas salas de aula, nas conversas, nas dificuldades e nas descobertas de cada turma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E talvez essa seja uma das maiores conquistas desses cinco anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como tenho refletido sobre essa experi\u00eancia:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cContar a hist\u00f3ria e o processo da Campanha de Alfabetiza\u00e7\u00e3o \u00e9, sem d\u00favidas, uma grande conquista. A primeira, por poder ser uma das maiores ousadias do MST: cruzar o oceano e alfabetizar al\u00e9m do oceano. E a segunda, porque se trata tamb\u00e9m de uma alfabetiza\u00e7\u00e3o pessoal, sobre o meu pr\u00f3prio letramento na Z\u00e2mbia.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Porque tamb\u00e9m n\u00f3s fomos alfabetizados por esse processo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alfabetizados por uma nova realidade, por outra l\u00edngua, por outra cultura, por outras formas de organizar a vida e de compreender o mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo desses cinco anos, mais de 5.000 pessoas foram alfabetizadas em quatro prov\u00edncias da Z\u00e2mbia, com cerca de 350 educadores e educadoras volunt\u00e1rios. As aulas aconteceram em escolas comunit\u00e1rias, igrejas, centros sociais e at\u00e9 debaixo de \u00e1rvores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas o mais importante n\u00e3o est\u00e1 apenas nos n\u00fameros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Est\u00e1 na possibilidade de uma pessoa escrever seu pr\u00f3prio nome. De uma mulher conseguir ler uma mensagem. De um jovem compreender um texto. De uma comunidade criar seu pr\u00f3prio espa\u00e7o de aprendizagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cada palavra aprendida \u00e9 tamb\u00e9m uma possibilidade de conquistar autonomia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E \u00e9 a\u00ed que a alfabetiza\u00e7\u00e3o encontra sua dimens\u00e3o pol\u00edtica: n\u00e3o se trata somente de combater o analfabetismo das letras, mas tamb\u00e9m o analfabetismo pol\u00edtico que impede o povo de compreender, questionar e transformar a realidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste Dia Internacional da Alfabetiza\u00e7\u00e3o, portanto, celebramos cinco anos de campanha, mas tamb\u00e9m cinco anos de constru\u00e7\u00e3o de conhecimento, de internacionalismo e de ousadia pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Celebramos a capacidade de um povo ensinar e aprender com outro povo. Celebramos Cuba, Brasil e Z\u00e2mbia dialogando atrav\u00e9s da educa\u00e7\u00e3o popular.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E celebramos, sobretudo, a certeza de que quando o povo se organiza, \u00e9 poss\u00edvel construir caminhos mesmo onde disseram que n\u00e3o era poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Falar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ler.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Escrever as palavras e o mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alfabetizar \u00e9 tamb\u00e9m organizar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ensinar \u00e9 tamb\u00e9m aprender.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E aprender com o povo \u00e9 construir caminhos para transformar a realidade. A campanha segue.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Primavera de setembro de 2026.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>*Bet pela Brigada do MST na&nbsp;Z\u00e2mbia<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>**Editado por Fernanda Alc\u00e2ntara<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">fonte: <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/09\/08\/alfabetizar-e-organizar-e-lutar-e-transformar\/\">https:\/\/mst.org.br\/2026\/09\/08\/alfabetizar-e-organizar-e-lutar-e-transformar\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div><p id=\"pvc_stats_4203\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"4203\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" version=\"1.0\" viewBox=\"0 0 502 315\" preserveAspectRatio=\"xMidYMid meet\"><g transform=\"translate(0,332) scale(0.1,-0.1)\" fill=\"\" stroke=\"none\"><path d=\"M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z\"\/><path d=\"M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z\"\/><path d=\"M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z\"\/><path d=\"M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z\"\/><path d=\"M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z\"\/><path d=\"M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z\"\/><path d=\"M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z\"\/><path d=\"M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z\"\/><path d=\"M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z\"\/><\/g><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/feminismo.org.br\/ULFA\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p><div class=\"pvc_clear\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste Dia Internacional da Alfabetiza\u00e7\u00e3o, saudamos todas e todos que fazem parte da Campanha de Alfabetiza\u00e7\u00e3o Fred M\u2019Membe, constru\u00edda na Z\u00e2mbia com a solidariedade internacionalista do&nbsp;Movimento&nbsp;dos Trabalhadores Rurais&nbsp;Sem Terra Por Brigada do MST na&nbsp;Z\u00e2mbia*Da P\u00e1gina do MST H\u00e1 cinco anos, uma decis\u00e3o pol\u00edtica foi tomada: n\u00e3o esperar. 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