Racismo

Blogueiras Negras lançam #asnegareal como crítica a série da Globo

A Série, lançada pelo Blogueiras Negras, é uma crítica à série “O sexo e as negas”, de Miguel Falabella. A série da Globo seria uma paródia de Sex and the City. Ao invés de Nova York, a história se passa no subúrbio do Rio e conta a história de quatro amigas negras: uma camareira, uma

20 anos sem Lélia Gonzalez

“Essa questão do branqueamento bateu forte em mim e eu sei que bate muito forte em muitos negros também. Há também o problema de que, na escola, a gente aprende aquelas baboseiras sobre os índios e os negros; na própria universidade o problema do negro não é tratado nos seus devidos termos.” Lélia Gonzalez nasceu em

Lésbicas negras e o desafio da visibilidade

Aproveitando as comemorações do dia da visibilidade lésbica e bissexual [1], e inspiradas pela música das Tambores de Safo [2], “Lésbica e Negra”, separamos alguns textos e músicas para inspirarem vocês também. Afinal, o feminismo pelo qual lutamos será antirracista e anti-lesbofobia, ou não será! Playlist Lésbica a Negra (Tambores de Safo) Flor de Mulher

RACISMO: R$ 100 mil para reparar humilhação

Justiça condena supermercado a indenizar ex-funcionária por danos morais. Ela afirma que era xingada constantemente por ser negra e mulher, o que lhe rendeu uma depressão MARA PULJIZ – Correio Braziliense Xingada de “macaca” na frente de outros empregados e humilhada por conta da cor da pele e da condição de mulher, Sylvia Barcellos ainda

Por um feminismo plural: o ativismo de Lélia Gonzalez

GELEDÉS Por: Luana Tolentino Para Miriam e Camila, irmãs queridas que vivem em mim. Quis o destino que Lélia de Almeida Gonzalez nos deixasse em 10 de julho de 1994, aos 59 anos. Passados 18 anos de sua morte, o seu legado tem um valor inenarrável para o entendimento das relações raciais e de gênero no

Falta de vontade política retarda indenização pela morte de Alyne

Beatriz Galli: O caso de Alyne, uma morte materna plenamente evitável, é exemplar por Conceição Lemes – Viomundo Em 16 de novembro, faz 11 anos que Alyne da Silva Pimentel morreu devido à falta de acesso a um pré-natal e a assistência obstétrica de qualidade. Negra, tinha 28 anos, morava em Belfort Roxo, na Baixa Fluminense