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Campanha educativa “Feminismo com quem tá chegando” (ou por que não fazemos um curso básico sobre Feminismo?)

Sempre nos perguntam por que a Universidade Livre Feminista não oferece um curso básico sobre Feminismo. E apesar de não falarmos muito sobre isso para as pessoas em geral, nós discutimos o assunto muitas e muitas vezes, ponderando sobre as necessidades e limitações do que é oferecer algo inicial para quem está chegando no movimento,

Odailta Alves, uma escritora de “letras pretas”

Por Malu Oliveira para Terra Literária. Para acessar o conteúdo na íntegra, clique aqui. “Com minha mãe, minha  avó, mulheres negras eu aprendi a ler o mundo”. (…) “Minha poesia sangra e mancha as páginas do colonizador”. Em 14 de julho de 1979, nasceu a menina Odailta, da barriga de Amara Alves, no bairro de

#paracegover #paracegoler

Mulheres de classes populares e internet é tema de live, nesta terça, 16

Mulheres populares e desigualdades estruturais no uso das tecnologias e acesso à internet no Brasil. Esta é a questão central da live Nas rodas e nas redes: uso da internet por mulheres de movimentos populares, que a Universidade Livre Feminista realiza nesta terça, 16 de junho, às 17h30. A live marca também o lançamento da

Os rostos do Chile na crise do modelo neoliberal

“O Chile despertou”, “explosão” ou “explosão social” são algumas das expressões locais que têm sido usadas para nomear o evento que surpreendeu a sociedade chilena no dia 18 de outubro, em reação ao aumento de 30 pesos na tarifa do Metrô de Santiago. O chamado dos alunos que incitaram e iniciaram o protesto foi “Evadir e não pagar”. Desde então, os cidadãos têm permanecido atentos e comprometidos com as suas demandas, insistentes e reiteradas nos últimos anos porque “não são 30 pesos, são 30 anos”, disseram eles.

Mulheres Negras e a (Não) Efetivação dos Direitos Humanos

Por Terlúcia Silva* para Brasil de Fato Link para matéria original: https://www.brasildefato.com.br/2019/12/12/artigo-or-mulheres-negras-e-a-nao-efetivacao-dos-direitos-humanos/ A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) completa 71 anos em 10 de Dezembro de 2019. Criada no contexto pós-segunda Guerra Mundial, a DUDH foi proclamada durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948. Considerada a “Carta Magna” dos direitos humanos em nível mundial tem influenciado

Espiral Feminista em vídeo: confira as conferências de abertura

    Entre os dias 19 e 22 de outubro, o SOS Corpo Instituto Feminista para a democracia realizou o Espiral Feminista, curso de formação feminista nacional de caráter teórico-político que reuniu mais de 50 mulheres engajadas em organizações e frentes de luta do movimento feminista brasileiro. Militantes feministas de diferentes cidades e estados brasileiros se reuniram

25 de Novembro: Queridos homens

No dia pela eliminação da violência, a professora e pesquisadora Daiany Dantas fala do obscuro objeto de desejo que é a afetividade masculina Link para a matéria original: https://nossaciencia.com.br/colunas/queridos-homens/ Na coluna desta semana, que sai no dia internacional pela eliminação da violência contra as mulheres, a professora e pesquisadora Daiany Dantas interpela aqueles que perpetram

Cfemea 30 anos – Quem ama não mata

Por CFEMEA Para acessar o texto original, clique aqui. Na década de 80 as mulheres brasileiras, mobilizadas nas ruas contra os assassinatos de mulheres, pautaram a violência ocorrida no âmbito dos relacionamentos afetivos e conjugais como um problema na esfera pública. Produziram assim um novo sentido para o amor, o romantismo e os crimes cometidos

Os temas da imprensa feminista no Brasil desde os anos 1970

Por Viviane Gonçalves Freitas para Nexo Jornal Link para matéria original: https://www.nexojornal.com.br/academico/2019/10/02/Os-temas-da-imprensa-feminista-no-Brasil-desde-os-anos-1970?utm_campaign=anexo&utm_source=anexo Esta pesquisa de doutorado, realizada na UnB (Universidade de Brasília), analisa os temas abordados por quatro jornais feministas brasileiros (Nós Mulheres, Mulherio, Nzinga Informativo e Fêmea) que circularam nas últimas quatro décadas no país, para entender as diferentes perspectivas e trajetórias dos movimentos representados

28 de Setembro pelas vidas das mulheres

Nesta semana, tivemos uma vitória importante para a luta feminista latino-americana e caribenha. Por 24 votos a 10, o parlamento de Oaxaca, México, aprovou a descriminalização do aborto até 12a. É a segunda unidade federativa mexicana a descriminalizar a interrupção da gravidez. Na Capital, Cidade do México, esta já é uma realidade!⁣ ⁣ No Brasil