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Um conto no Dia da Visibilidade Lésbica, 29 de agosto

Hoje é dia de luta! É dia de visibilidade! A data marca o histórico apagamento das vivências e da luta das mulheres lésbicas dentro do movimento LGBTI+ e do movimento feminista. Além da invisibilidade, a data denuncia as diversas violências psicológicas, simbólicas, físicas e econômicas sofridas por mulheres lésbicas em todos os espaços da sociedade.

Corajosas como a onça e livres como um pássaro!

Escolho esta bela frase da companheira indígena Dona Lavínia, da Organização de Mulheres Indígenas de Roraima (OMIR), para iniciar o relato sobre a experiência de estar longe e perto,a um só momento, e de como isto foi importante para mim. Fórum das Mulheres Indígenas e Marcha das Mulheres Indígenas Eu não estava lá! Mas estava Lá! Corajosas

Frente Parlamentar Feminista Antirracista com Participação Popular é lançada na Câmara dos Deputados

Por Gabriela Falcão* No dia 15 deste mês, aconteceu na Câmara dos Deputados o evento que se somou na mesma semana às Marchas das Mulheres Indígenas e das Margaridas na luta pelos direitos das mulheres no Brasil. Foi lançada a Frente Parlamentar Feminista Antirracista com Participação Popular, coordenada por Talíria Petrone, jovem negra, periférica, deputada

Brasília vive semana histórica de luta e resistência das mulheres

Marcha das Mulheres Indígenas e Marcha das Margaridas foram seguidas do lançamento da Frente Parlamentar Feminista Antirracista Por Gabriela Falcão*   Entre os dias 09 e 15 de agosto, aconteceram na capital brasileira três expressivos momentos de luta e resistência das mulheres: as 1ª Marcha das Mulheres Indígenas, a 6ª Marcha das Margaridas e o

1ª Marcha das Mulheres Indígenas marca a história brasileira ao levar 3 mil mulheres às ruas em defesa dos territórios

Em tom de contestação, mulheres indígenas de 113 povos tomaram as ruas de Brasília em defesa dos seus territórios, contra a mineração e o genocídio dos povos originários Clique aqui para acessar a matéria original no site da Articulação de Mulheres Brasileiras. Por Fran Ribeiro* Coragem, contestação e força. Essas três palavras podem dar a

Marchas 2019: “É melhor morrer na luta do que morrer de fome”

Num momento histórico de luta das mulheres organizadas no Brasil, a Marcha das Mulheres Indígenas e a Marcha das Margaridas se unem para demarcar a resistência aos retrocessos                 Por Thayz Athayde* “É melhor morrer na luta do que morrer de fome”, disse Margarida Alves. A paraibana era

A mãe terra gritará por nossos corpos

Por Inara do Nascimento Tavares Link do post original: http://www.articulacaodemulheres.org.br/2019/08/12/a-ma%cc%83e-terra-gritara-por-nossos-corpos/ No final do mês de julho, participei de um encontro de professores pesquisadores na Bolívia. Um parente do Equador, do povo Quéchua, iniciou sua apresentação afirmando: o mundo andino amazônico é uma mulher. Como estamos cuidando de nossas mulheres? Aquela afirmação me atravessou em uma sala

2º Festival pela Vida das Mulheres

A publicação Trajetórias e Argumentos Feministas pelo Direito ao Aborto no Brasil foi lançada nesta segunda, 27, no Recife/PE, dentro da programação do 2º Festival Pela Vida das Mulheres. A publicação reúne os principais argumentos apresentados por dez organizações feministas, nas petições de Amicus Curiae, a favor da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF)

“Uma mortalha de papel para aqueles que não têm sepultura” 

Estamos começando um novo projeto no Instagram sobre livros escritos por mulheres e literatura! A cada sexta-feira, a ideia é conversar um pouco com quem nos acompanha nesta rede social sobre uma obra que consideramos relevante para nossos debates e lutas feministas. Em maio, estamos falando de obras que discutem a maternidade a partir de

8 de março e a importância de ouvir as mulheres

Por Thayz Athayde* Publicado originalmente no site da ADUA – Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas: http://www.adua.org.br/artigos.php?cod=269 O corpo das mulheres é atravessado de histórias. Parece que, ainda que algumas questões tenham sido discutidas e para algumas pessoas até superadas, o corpo das mulheres carrega um grito de luta em que precisamos dizer