Curso Feminismo e Cotidiano

Ano: 2016 | Modalidade: Semipresencial
Temas: Anticapitalismo, Antirracismo, Direitos Sexuais e Reprodutivos, Feminismo e auto-organizaçào das mulheres, Gênero, raça e classe, História do movimento feminista, Violência contra as mulheres
Participantes: Adolescentes de ensino médio interessadas no feminismo
Parcerias: CFEMEA - Centro Feminista de Estudos e Assessoria, Cunhã – Coletivo Feminista da Paraíba,SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia
Tipos de Atividades: Fóruns de debate mediados (moodle) e Encontros presenciais

Tema Direitos Sexuais e Reprodutivos

Curso Feminismo e Cotidiano

O CURSO NA NOSSA HISTÓRIA A Universidade Livre Feminista realizou o curso Feminismo e Cotidiano, em 2016, a com apoio do CFEMEA-Centro Feminista de Estudos e Assessoria, SOS Corpo-Instituto Feminista para a Democracia e Cunhã-Coletivo Feminista. O curso foi destinado a adolescentes e jovens que estavam se descobrindo no feminismo a partir de processos como a ocupação das escolas públicas que acontecia em vários estados do Brasil. Sua metodologia foi semipresencial, com endontros nas escolas e atambém nos fóruns da Plataforma Moodle. O curso Feminismo e Cotidiano teve como objetivo central colaborar para fortalecer a autonomia e autoconfiança, bem como o engajamento no feminismo e como objetivos específicos: Refletir juntas sobre o que é “ser mulher”, o ser mulher "jovem”’ e sobre como é a relação com mulheres de outras idades e as diferenças (e desigualdades) entre as próprias mulheres; Discutir a imbricação entre as relações sociais de gênero, raça e classe e seu impacto sobre as mulheres jovens, sobretudo, sobre as jovens negras e populares; Refletir e debater as diversas formas de expressão e vivências da sexualidade, especialmente na juventude; conhecer e debater os “direitos reprodutivos”, entendendo estes como direitos humanos e refletir se no nosso cotidiano; Refletir sobre as situações de violência contra as mulheres em diferentes contextos sociais e em diferentes faixas etárias e as velhas e novas formas de violência contra as mulheres, mas também sobre velhos e novos processos de resistência e solidariedade entre mulheres.