Campanha Feminismo com quem tá chegando

Ano: 2020 | Modalidade: Virtual
Temas: Anticapitalismo, Antirracismo, Feminismo e auto-organizaçào das mulheres, Gênero, raça e classe, História do movimento feminista, movimento feminista, Teorias Feministas
Tipos de Atividades: Comunicação no Instagram com recursos audiovisuais

Tema História do movimento feminista

Campanha Feminismo com quem tá chegando

Card rosa com bordas em rosa pink, no centro, desenho de um círculo vermelho de onde saem gotas de diferentes tamanhos, em rosa e laranja. Sobre o desenho, escrito em roxo: Campanha Feminismo com quem tá chegando. Abaixo, em rosa, o texto: Campanha Educativa no Instagram da Universidade Livre Feminista @ulivrefeminista Fim da descrição.

A Campanha Feminismo com quem tá chegando surgiu no contexto da pandemia de Covid-19. Durante esse período, sentimos um aumento expressivo na busca por cursos que tratassem de assuntos introdutórios ao feminismo, com foco nas ações dos movimentos brasileiros e…

Curso Feminismo e Cotidiano

O CURSO NA NOSSA HISTÓRIA A Universidade Livre Feminista realizou o curso Feminismo e Cotidiano, em 2016, a com apoio do CFEMEA-Centro Feminista de Estudos e Assessoria, SOS Corpo-Instituto Feminista para a Democracia e Cunhã-Coletivo Feminista. O curso foi destinado a adolescentes e jovens que estavam se descobrindo no feminismo a partir de processos como a ocupação das escolas públicas que acontecia em vários estados do Brasil. Sua metodologia foi semipresencial, com endontros nas escolas e atambém nos fóruns da Plataforma Moodle. O curso Feminismo e Cotidiano teve como objetivo central colaborar para fortalecer a autonomia e autoconfiança, bem como o engajamento no feminismo e como objetivos específicos: Refletir juntas sobre o que é “ser mulher”, o ser mulher "jovem”’ e sobre como é a relação com mulheres de outras idades e as diferenças (e desigualdades) entre as próprias mulheres; Discutir a imbricação entre as relações sociais de gênero, raça e classe e seu impacto sobre as mulheres jovens, sobretudo, sobre as jovens negras e populares; Refletir e debater as diversas formas de expressão e vivências da sexualidade, especialmente na juventude; conhecer e debater os “direitos reprodutivos”, entendendo estes como direitos humanos e refletir se no nosso cotidiano; Refletir sobre as situações de violência contra as mulheres em diferentes contextos sociais e em diferentes faixas etárias e as velhas e novas formas de violência contra as mulheres, mas também sobre velhos e novos processos de resistência e solidariedade entre mulheres.